MAG Seguros traz dicas de vendas para seus corretores durante webinar

 

A MAG Seguros, companhia de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, em sua missão apoiar os corretores em seus negócios, elencou algumas dicas para incrementar as estratégias de vendas e ajudar o dia a dia desse profissional tão importante no mercado de seguros. Para compartilhar essas dicas e discutir sobre o assunto Rodrigo Cunha, gerente de Produtos da MAG Seguros, Luís Miguel Duarte, superintendente regional Norte/Nordeste, e Luciana Paulain, gerente Comercial Manaus da companhia estiveram presentes em um webinar focado na Linha Bem-Estar da corretora, na última segunda-feira (24).

Em primeiro lugar, o vendedor precisa se colocar no lugar do cliente, demonstrando empatia, entendendo suas necessidades e, assim, conscientizá-lo da importância do produto de acordo com seu perfil. Para isso, também é válido apresentar dados de pesquisas científicas que comprovem sua argumentação e histórias/relatos reais que levem esse cliente à reflexão da necessidade do serviço oferecido.

Outro ponto essencial é ter total domínio do serviço oferecido, evidenciando seus diferenciais frente aos serviços semelhantes e as características mais atrativas de acordo com o perfil e planos futuros do cliente

Para conferir o bate-papo, basta acessar o canal Youtube da seguradora.

Allianz Saúde oferece cotação e emissão personalizada na ponta para até 199 vidas

Com agilidade e autonomia, corretores têm dados e valores do PME 50 disponíveis após navegação em apenas duas telas

 

Para otimizar o trabalho dos corretores, a Allianz Seguros simplificou o processo de cotação e emissão do Allianz Saúde – PME 50. O novo sistema oferece agilidade e autonomia aos parceiros, que conseguem, em apenas duas telas, obter um cálculo personalizado sem tabela fixa e com preço na ponta. Esses são diferenciais de mercado da Allianz quando a oferta envolve entre 50 e 199 vidas. Karine Barros, diretora executiva de Negócios Corporativos e Saúde, conta como funciona o cotador.

“Esta é uma novidade exclusiva que atende a demandas dos corretores parceiros da Allianz. No novo sistema, eles têm acesso às informações e valores, podendo obter uma proposta e até emitir a apólice em questão de minutos, de maneira independente. Com isso, esperamos ampliar e fortalecer ainda mais a carteira de Saúde voltada às pequenas e médias empresas, sempre com o apoio de nossos parceiros”, afirma Karine.

Para realizar o processo de cotação do PME50, os corretores precisam informar somente quantas vidas serão seguradas, quais regiões serão atendidas, se há distribuição por gênero e faixa etária e qual o modelo de coparticipação escolhido pela empresa. Após selecionar e preencher esses campos, os planos e cálculos de prêmio e comissionamento são disponibilizados em tela. “A partir dessa plataforma, os parceiros não terão que aguardar o processo de análise e subscrição, otimizando o seu trabalho e impulsionando os negócios”, explica Matthias Kuehn, diretor de Saúde.

Os parceiros que já atuam com o seguro Saúde da Allianz podem procurar o time Comercial para mais informações e iniciar os treinamentos para uso do novo sistema.

Endeavor aposta em inovação aberta em programa de aceleração

 

A Endeavor, rede global formada pelos empreendedores e empreendedoras à frente das scale-ups que mais crescem no mundo, abre inscrições para a segunda edição do Scale-Up Endeavor B2B Enterprise, um programa que irá acelerar 12 scale-ups que possuam soluções que atendam demandas de grandes empresas brasileiras de qualquer segmento. As inscrições para a iniciativa, que tem patrocínio Gold da C&A e patrocínio Silver da Mag Seguros, podem ser feitas na página do programa até o dia 28 de julho de 2021https://endeavor.org.br/scaleup/b2b 

O programa busca negócios B2B Enterprise: Automação de Gestão de Processos, LegalTechs, Cyber Security, HRTechs, Financial Services e outros. As scale-ups precisam ter modelo de negócio sólido e validado, operação robusta para escala acelerada e foco na velocidade de execução e escalabilidade.

“Grandes empresas de todo o mundo têm despertado para o fato de que ecossistemas abertos e colaborativos geram mais inovação e crescimento para todos os envolvidos. E nós acreditamos que as scale-ups são elementos chaves da construção desses ecossistemas do futuro por causa da velocidade em resolver problemas complexos, do modelo de negócios escalável e do mindset de inovação”, diz Victor Xavier, Gerente de Aceleração de Negócios na Endeavor. “Temos bons exemplos de empresas da nossa rede que estão fazendo isso. A Gupy, por exemplo, está transformando a maneira como são feitos processos seletivos no Brasil ao levar agilidade e praticidade para o trabalho de recrutadoras e recrutadores”, completa Xavier.

 

Como o programa funciona?

 

Durante os cinco meses de aceleração, de agosto a dezembro de 2021, os empreendedores e empreendedoras serão acompanhados por uma mentora ou mentor individual para ajudá-los nos principais desafios de crescimento do negócio.

O programa também oferece meetups com as maiores referências em empreendedorismo, como Alexandre Apendino, da TOTVS; Daniel Pires, da Cortex; Cassio Bobsin, da Zenvia; Cristina Palmaka (SAP); Edson Rigonatti, da Astella; Juliana Tubino, da RD Station; e Maíra Gracini, da Zendesk.

Além disso, as scale-ups selecionadas poderão navegar pelas empresas parceiras e com executivos e executivas da C&A com oportunidade de geração de negócios.

“Para a C&A, patrocinar e participar ativamente de programas de aceleração nos conecta, ainda mais, ao universo de open innovation, além de contribuir para aceleração da nossa estratégia de negócios, chamada C&A Fashion Tech. Nossa meta e ambição é potencializar a digitalização e omnicanalidade da C&A, a fim de nos tornar a empresa de moda digital, que mais entende a cliente brasileira, com lojas físicas e muita conexão emocional. Participar, pelo segundo ano consecutivo, de um projeto em parceria com a Endeavor nos coloca, portanto, mais perto deste objetivo, já que trabalharemos mais uma vez lado a lado com start-ups e scale-ups voltadas para o nosso negócio”, diz Alexandre Costa, Gerente de Produtos e de Open Innovation da C&A Brasil.

“A MAG Seguros é uma companhia de mais de 185 anos. Entendemos que apenas é possível ter esta longevidade tendo um propósito muito claro e inovando. É nosso papel promover constantemente a inovação, seja dentro da empresa junto aos nossos colaboradores, corretores e parceiros, ou por meio de parcerias como o patrocínio a este programa. Isto nos permite estar sempre conectados a novas ideias, promovendo o desenvolvimento de iniciativas que contribuem diretamente para o desenvolvimento e eficiência do nosso negócio”, explica Renata Loyola, superintendente de Gestão da Inovação.

Até hoje, o Programa Scale-Up Endeavor já acelerou ativamente mais de 2.000 empreendedores e empreendedoras de mais de 1.000 empresas em programas por todo o Brasil. Mais da metade das empresas aceleradas em 2020 cresceu a taxas de 75% ou mais, com uma receita agregada de R$ 4.4 bilhões. Já passaram pela aceleração scale-ups como Rocket Chat, Accountfy, Squid, Hash, Flash, Digibee e Nuveo.

Em 2020, a Endeavor realizou 24 programas de aceleração, o que resultou em mais de 200 scale-ups aceleradas, 28 grandes organizações impactadas pelo contato com a cultura de inovação e agilidade de empresas em alto crescimento, e mais de 70 negócios gerados entre as corporações e scale-ups.

“Para mim foi uma oportunidade muito grande de aprendizado e relacionamento. O nível dos mentores e dos debates que tivemos contribuíram muito para a minha formação como empreendedor. Conversar com quem já fez e compartilhar os desafios deveriam ser coisas que todos os empreendedores deveriam buscar em suas jornadas”, afirma Rodrigo Bernardielli, CEO e co-founder da Digibee. “Além do impacto pessoal, o programa da Endeavor apresentou a Digibee a grandes empresas as quais fecharam negócios conosco logo após o programa. As sessões nos trouxeram também o conhecimento que nos faltava para criar processos escaláveis, gerenciar melhor nossas finanças e conquistar o mercado de uma forma estruturada. Isto sem falar no uso da marca Scale-Up Endeavor que nos trouxe tanta credibilidade”, completa Bernardielli.

 

SERVIÇO 

Programa Scale-Up Endeavor B2B Enterprise 

Inscrições até 28 de julho em https://endeavor.org.br/scaleup/b2b

Com patrocínio Gold da C&A o programa de aceleração busca por 12 negócios B2B Enterprise nos segmentos: Automação de Gestão de Processos, LegalTechs, Cyber Security, HRTechs, Financial Services e outros.

Seguradora torna processo 100% digital e aprimora a experiência do Segurado

Nova Vistoria Digital de Sinistros da Tokio Marine reduz o tempo para autorização de reparos

 

A Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do País, está sempre atenta ao desenvolvimento de tecnologias e ferramentas que possam garantir novos negócios a seus Corretores e Assessorias e atender as exigências dos Clientes por comodidade, rapidez e segurança. Desta forma, a companhia lança, em junho, uma nova etapa da Vistoria Digital de Sinistros, com um sistema ainda mais ágil e automatizado. Com a novidade, os sinistros da Carteira de Automóvel ganham um sistema integrado de notificação e orçamentação, que permite que as solicitações de reparos sejam avaliadas e aprovadas pela Seguradora no mesmo dia do envio das fotos.

“A Vistoria Digital já corresponde a 20% das avaliações de sinistros automóvel realizadas hoje pela Companhia, por meio de um sistema próprio de ajustamento de reparos feito com base em imagens enviadas pelo Segurado. O que nossa área de tecnologia desenvolveu agora foi uma conexão entre esse sistema e a nossa estrutura de orçamentação baseada em um modelo de Inteligência Artificial. Com isso, ganhamos escala na avaliação dos danos e adicionamos ainda mais agilidade ao processo de autorização de reparos”, afirma Adilson Lavrador, Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros da Tokio Marine.

O sistema desenvolvido pela área de tecnologia da Tokio Marine elimina a necessidade de agendamento e deslocamento para a vistoria presencial, permitindo que o Segurado disponibilize todas as informações para a elaboração do orçamento e autorização do reparo em um processo seguro, realizado à distância. Após a ocorrência do sinistro, o Cliente ou o Corretor encaminha as imagens do automóvel danificado por meio de um link transmitido por SMS ou WhatsApp pela Seguradora assim que é acionada. Ao acessar o sistema, o usuário realiza a captura de imagens do veículo, seguindo a orientação dos quadros que aparecem na tela do celular. As informações vão direto para o sistema de avaliação que, em algumas horas, autoriza o reparo.

“Nossos investimentos em tecnologia têm como prioridade o desenvolvimento e a criação de soluções ágeis que facilitem a vida dos nossos Corretores e Clientes. Queremos simplificar a comunicação entre o Cliente e a Tokio Marine, principalmente nos momentos em que ele mais necessita. A Vistoria Digital de Sinistros é mais um canal para facilitar essa aproximação”, explica o Diretor.

A novidade também representa um forte argumento de vendas para o Corretor de Seguros, que cada vez mais se depara com um perfil de Cliente conectado, exigente e ávido por soluções digitais “Estamos aqui para apoiar nossos Parceiros de Negócios sempre com o desenvolvimento de soluções e produtos de excelência, capazes de atender os novos nichos de mercado e as demandas específicas dos consumidores”, conclui Adilson Lavrador.

MAG Seguros conquista cinco categorias na 18ª edição do Prêmio Segurador Brasil

A MAG Seguros, companhia de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, recebeu, neste mês, cinco prêmios na 18ª edição do Prêmio Segurador Brasil. A empresa foi reconhecida nas categorias Melhor Desempenho (conglomerados com faturamento acima de R$ 2,5 bilhões), Destaque de Maior Crescimento de Vendas – Prestamista, Liderança – Eventos Aleatórios, Destaque de Liderança no ramo Doenças Graves e, por fim, Marketing 10 por sua campanha do Galo de Ouro, que todo ano premia os mais bem sucedidos corretores e vendedores.

A premiação avalia e reconhece as seguradoras que apresentaram os melhores desempenhos em diversas áreas, levanto em conta tanto os resultados gerais, quanto por ramos específicos, incluindo Previdência Privada, Capitalização e Resseguros Locais, além de Liderança de Mercado e Maior Crescimento de Vendas. “É um prêmio muito importante para nós da MAG Seguros, pois reforça nossa estratégia de sermos uma empresa inovadora, referência de confiança e solidez para nossos clientes”, celebra Alfeo Marchi, diretor de Mercado da seguradora.

Para conferir a cerimônia na íntegra, acesse: https://premioseguradorbrasil.com.br/

Tokio Marine destaca benefícios da proteção do Seguro de Vida em websérie

Em homenagem aos Corretores, Seguradora reforça os benefícios do produto para a Saúde e Qualidade de Vida

A Tokio Marine apresenta mais uma etapa da sua campanha institucional A Tokio Resolve o que precisa pra você Resolver o que importa com o lançamento do filme “Surpresas da Vida”. Este é o quarto episódio da websérie criada pela Seguradora para celebrar o papel do Corretor de Seguros e reforçar a importância da proteção do Seguro em diversas situações cotidianas.

O vídeo destaca o seguro Vida Individual por meio da história de um jovem chef de cozinha que deixa sua cidade em busca de um sonho. Em um gesto de amor e cuidado, ele decide contratar um Seguro de Vida para sua mãe, que torce por seu sucesso em sua cidade natal. A história demonstra a importância do apoio do Corretor na contratação e suporte ao Segurado. O profissional acaba se aproximando do Cliente após um imprevisto que leva o rapaz à utilização da indenização por diária hospitalar. O que poderia ser apenas mais uma relação de negócios, os aproxima e se transforma em uma grande amizade.

“Nosso objetivo com esta abordagem é fazer com que nossos Segurados e suas famílias não o relacionem somente a doenças e à morte, mas que também possam aproveitar os benefícios do Seguro para garantir uma melhor qualidade de vida ao longo do tempo. Além de tangibilizar esses benefícios que se refletem em saúde e qualidade de vida para nossos Clientes, a websérie também nos permite dar o devido destaque ao trabalho consultivo do Corretor e sua enorme relevância para a ampliação da cultura do Seguro no País”, afirma Flávio Otsuka, Diretor de Estratégia de Crescimento e Marketing da Tokio Marine.

Desde 2019 a campanha de mídia da Seguradora reforça o posicionamento de “marca resolvedora” e foca no Corretor de Seguros, seu principal Parceiro de Negócios em todo o País, bem como na flexibilidade dos produtos de seu portfólio. Além do episódio Surpresas da Vida, já estão disponíveis os vídeos Presente de Família, sobre o Seguro Aluguel; Parceiros por Acidente, que contempla o Seguro Automóvel e Doce Amizade, a respeito da importância do Seguro Empresarial.

Assista o vídeo clicando aqui.

Seguro Residencial oferece coberturas específicas para imóveis de uso não habitual

Casas de veraneio ou campo também precisam de proteção

Seguro Residencial oferece coberturas específicas para imóveis de uso não habitual

As férias de janeiro estão chegando e muitas pessoas, nesta época, se programam para viajar e passar uma temporada em suas casas de veraneio. É neste período, inclusive, que a procura pelo Seguro Residencial para imóveis na praia ou no campo registra aumento, porém ainda é comum existirem dúvidas sobre a contratação desta proteção.

É fato que esses casas, que são mais utilizados durante as temporadas de verão ou inverno, acabam ficando mais suscetíveis a problemas e imprevistos, por estarem desocupados durante a maior parte do ano. E por mais que se tenha um caseiro, algumas situações podem fugir do controle e trazer muita dor de cabeça.

“Assim como no Seguro Residencial para imóveis habituais, a proteção para casas de praia ou campo resguarda o contratante de possíveis prejuízos decorrentes de roubos ou furtos, incêndio, explosão e fumaça, além das coberturas adicionais que podem ser incorporadas à apólice”, explica Carlos Wendell, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne).

A depender do pacote contratado, o seguro pode garantir ainda assistência 24h, serviços hidráulicos, elétricos e indenizações. “É preciso ficar atento e contratar uma proteção que atenda às necessidades do imóvel. O corretor de seguros é a pessoa mais indicada para fazer esta indicação. Ele vai avaliar as características da residência, como seu tipo de construção e tempo de uso, além da região onde está localizada para garantir que a cobertura seja adequada à realidade do cliente”, completa Wendell.

São essas características, também, que vão determinar o preço do seguro. Porém, ao contrário do que muitos possam pensar, o custo é acessível. Existem apólices que chegam a custar, em média, apenas 0,1% do valor do imóvel. “Ou seja, você investe pouco e garante uma proteção extra para sua família e seu patrimônio”, finaliza.

Sindsegnne recebe Roberto Santos em live sobre o papel do corretor de seguros

O corretor como protagonista da jornada do cliente será o tema central debatido no encontro

No dia 10 de dezembro, às 11h, o Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindsegnne), em continuidade ao projeto “Palavra do Presidente”, promove live em seu canal do Youtube com participação do presidente do Grupo Porto Seguro e vice-presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Roberto Santos. A mediação será feita pelos presidente e vice-presidente do Sindsegnne, Ronaldo Dalcin e Rinaldo Reis, respectivamente.

Em debate, estará o tema central “Corretor, o protagonista da jornada do cliente”, focando no papel do corretor de seguros para o crescimento do setor. Serão discutidos, ainda, os desafios que as mudanças sociais, econômicas e tecnológicas trarão para o mercado, as expectativas das seguradoras a partir da retomada da economia no pós-pandemia, a importância da capacitação para os profissionais da área, entre outros assuntos.

“Dar continuidade ao nosso projeto ‘Palavra de Presidente’, adequando ao modelo virtual, sem dúvida nos dá muito orgulho. Receber Roberto Santos, que é um dos ícones do nosso mercado, reforça nosso propósito de prover a capacitação contínua e amplia nossa reponsabilidade de difusão da cultura de seguro. De fato, esse evento irá coroar com maestria o encerramento das atividades de 2020 no nosso canal”, afirma Ronaldo Dalcin.

A live será aberta ao público e gratuita. Para participar, basta acessar o canal do Sindsegnne no Youtube (www.youtube.com/SindsegNNE), inscrever-se e ativar as notificações para receber alertas sempre que um novo vídeo for publicado.

Sindsegnne promove live para debater empreendedorismo e gestão disruptiva no mercado de seguros

Professor, consultor, mentor e coach, Maurício Tadeu será o convidado do bate-papo, que acontece no Youtube do Sindicato

Em mais uma parceria com o Sindseg BA/SE/TO, o Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindsegnne) promove, no dia 19 de novembro, às 18h, em seu canal do Youtube, uma live com o especialista em planejamento e gestão estratégica Maurício Tadeu. Com mediação de Ronaldo Dalcin, presidente do Sindsegnne, e Alexandro Barbosa, presidente do Sindseg BA/SE/TO, a conversa abordará o tema “Empreendedor e gestor disruptivo: habilidades comportamentais e estratégicas no mercado de seguros”.

Professor, consultor, mentor e coach, Maurício Tadeu se especializou, ao longo da sua carreira, em planejamento, gestão estratégica, finanças empresariais, inovação, empreendedorismo e competitividade. É graduado e pós-graduado nas áreas de Administração de Empresas e Ciências Contábeis, com MBA em Gestão Empresarial, Gestão de Projetos, Gestão da Qualidade e Produtividade e Metodologia do Ensino Superior. Tem mestrado em Economia e Administração.

Possui, ainda, formação em Coaching Integral Sistêmico e Análise Comportamental. Atualmente, dedica-se aos estudos do marketing digital, indústria 4.0 (transformações digitais) e do desenvolvimento humano (coaching, mentoria e análise comportamental) com o intuito de transformar pessoas, empreendedores e investidores.

“Muito se tem falado sobre mudanças e adaptações ao atual cenário, mas de fato o que tem promovido novos resultados pessoais e profissionais? Convido a todos para debater esse tema e refletir sobre os trajetos do mercado. Em nosso bate-papo, darei dicas de como transformar e obter melhores resultados por meio de uma mentalidade empreendedora, processo de gestão comportamental, clarificação de propósitos seguido da implementação de estratégias disruptivas”, adianta o palestrante.

A live será aberta ao público e gratuita. Para participar, basta acessar o canal do Sindsegnne no Youtube, inscrever-se e ativar as notificações para receber alertas sempre que um novo vídeo for publicado.

Seguro por incapacidade temporária garante tranquilidade ao trabalhador

Imagem: Pixabay

Em um país onde a educação financeira da maior parte da população ainda é deficiente, são poucas as pessoas que estão preparadas para lidar com imprevistos que as afastem do trabalho, como uma doença ou acidente, comprometendo a renda mensal. É o caso dos autônomos, por exemplo. Mas como fazer para garantir uma remuneração quando você fica impossibilitado de trabalhar? A resposta é simples: investir na Diária por Incapacidade Temporária (DIT). O seguro é ideal para pessoas em idade ativa profissional (até 65 anos) que queiram se prevenir caso algum infortúnio interrompa temporariamente a renda familiar.

“Podemos tomar como exemplos os casos de um médico e um cabeleireiro autônomos. Ao saírem do trabalho, sofrem um acidente e quebram algum membro. Isso os impossibilitará de exercerem suas funções por algumas semanas ou até meses, comprometendo seus orçamentos. Entretanto, sabendo do risco de não trabalhar, contrataram a Diária por Incapacidade Temporária e receberão os valores acordados diretamente da seguradora, respeitado os limites que constam nas apólices e as carências estabelecidas em cada caso”, explica Junio Silva, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne).

O período indenitário contratado pelo segurado que contratou o seguro DIT constará na proposta de adesão, não podendo ser superior a 90 dias para eventos decorrentes de LER (Lesão por Esforço Repetitivo), DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) ou LTC (Lesão por Trauma Continuado ou Contínuo) e de 365 dias para os demais eventos cobertos. Doenças pré-existentes, procedimentos estéticos, entre outros casos, não estão acobertados. “Para saber todos os eventos incluídos e excluídos, o beneficiário deve ler atentamente sua apólice de seguro”, completa o diretor.

A cobertura DIT também pode ser uma excelente opção para os trabalhadores celetistas, ou seja, aqueles que estão assegurados pelo regime da CLT. Isso porque, por mais que eles tenham direito ao auxílio da Previdência Social caso estejam impedidos de trabalhar por doença ou acidente, o processo de liberação do dinheiro é lento e burocrático. Em muitos casos, o INSS só libera o pagamento após 45 dias. Além disso, o teto do valor a ser pago muitas vezes não cobre o salário real do trabalhador. “Já no DIT, por sua vez, a indenização é calculada de acordo com a renda do segurado no momento do sinistro. Hoje as companhias oferecem proteção para remunerações que podem chegar a até R$30 mil por mês”, explica Junio Silva.

Para o diretor, fazer um seguro é uma escolha importante para um bom planejamento financeiro. “Ao conversar com um corretor de seguros, se informar e contratar a melhor opção para a sua profissão, perfil e necessidade, o cliente pode se precaver em relação ao risco que mais tenha impacto na sua saúde financeira, evitando passar por privações e por todo o estresse relacionado à diminuição do salário por um período”, finaliza.

Live de reinauguração do nosso canal no YouTube atrai audiência de mais de 500 espectadores

A live de reinauguração do nosso canal no YouTube foi um sucesso!

Ontem (21/10), mais de 500 pessoas compartilharam conosco um momento dedicado a debater o mercado de seguros no pós-pandemia.

Um agradecimento especial ao presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e diretor-presidente da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados (Fenaseg), Marcio Coriolano, por aceitar o nosso convite; e ao Sindseg BA/SE/TO, pela parceria na realização do evento.

Agradecemos, ainda, a Ronaldo Dalcin, presidente do nosso Sindicato, e a Alexandro Barbosa, presidente do Sindseg BA/SE/TO, pela excelente mediação.

A gravação da live está disponível no nosso canal no YouTube. Não deixe de se inscrever para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos seguros.

Até a próxima!

Seguro de Responsabilidade Civil Profissional protege patrimônio de prestadores de serviços

Imagem: Pixabay

Todos os profissionais prestadores de serviços estão sujeitos, eventualmente, a cometerem falhas sem qualquer intenção, que podem acabar causando danos a terceiros. Esses erros, algumas vezes, impactam pessoas que podem entrar com processos, requerendo indenização pelo ocorrido. É para proteger o trabalhador nestes casos que existe o Seguro de Responsabilidade Civil Profissional.

As coberturas desse produto oferecem amparo para gastos com defesas judiciais, auxílio nos acordos, reclamações e prazos complementares. Podem também incluir custos com perícias e indenizações por danos morais e estéticos. Caso o profissional seja condenado, o seguro garante o pagamento do processo, preservando o patrimônio do segurado, deste que seja constatado que o ato foi culposo, ou seja, não intencional. Segundo o diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), Anderson Peixoto, o RC Profissional pode ser contratado por prestadores de serviço de vários segmentos.

“Entre os que mais procuram a proteção estão os profissionais da saúde, como médicos, dentistas, fisioterapeutas e veterinários, além de advogados, contadores, arquitetos, agentes de viagem e os próprios corretores de seguros”, explica. Com relação à contratação, o RC Profissional pode ser coletivo ou individual. O primeiro costuma ser utilizado por sindicatos, associações de classe e outras instituições visando proteger os profissionais de suas respectivas categorias. Já o segundo tem apenas um contratante e um segurado.

“Em ambos os casos, cada apólice é única e deve ser emitida em conformidade com a profissão. Os corretores estão preparados para sugerir a melhor formatação do produto para cada cliente e a tecnologia, hoje, permite que a contratação seja feita com rapidez e praticidade em ambiente digital, com mapeamento de probabilidades de sinistros, propostas e valores adaptados a cada realidade profissional”, completa Anderson Peixoto.

D&O – Voltado para profissionais que ocupam cargos de direção ou de alta responsabilidade em organizações, o Seguro D&O – Directors and Officers Liability Insurance – é uma modalidade de Seguro de Responsabilidade Civil Profissional que visa proteger o patrimônio de executivos – diretores, administradores, conselheiros e gerentes de empresas de pequeno, médio ou grande porte – contra prejuízos resultantes de processos judiciais decorrentes de atos de sua gestão. É um produto ainda pouco conhecido no Brasil, mas que vem em franco crescimento.

O D&O prevê cobertura para casos de reclamações de terceiros relacionadas a atos de gestão praticados pelos segurados no exercício de suas atribuições profissionais, garantindo os custos de processos e honorários advocatícios e também possíveis indenizações, limitadas aos valores contratados na apólice. “Esse tipo de seguro é coletivo, pago por pessoas jurídicas, empresas de capital aberto ou fechado, estatais, instituições financeiras, etc, que querem garantir a tranquilidade de seus executivos para que possam exercer suas funções sem colocar em risco o seu patrimônio pessoal”, completa o diretor do Sindsegnne.

Sindsegnne recebe Marcio Coriolano, presidente da CNseg, em live especial

Encontro realizado em parceria com o Sindseg BA/SE/TO terá como tema principal as expectativas e desafios para o setor de seguros no pós-pandemia

Para marcar a reinauguração do seu canal no YouTube, o Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) promove, no dia 21 de outubro, às 11h, em parceria com o Sindseg BA/SE/TO, uma live especial com a presença do presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e diretor-presidente da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados (Fenaseg), Marcio Coriolano. Na pauta do evento, as expectativas e desafios para o setor de seguros no pós-pandemia.

A live, que será aberta ao público, terá mediação de Ronaldo Dalcin, presidente do Sindsegnne, e de Alexandro Barbosa, nome à frente do Sindseg BA/SE/TO. “Receber o presidente Marcio Coriolano para a reinauguração do nosso canal no YouTube é motivo de grande orgulho para todas as associadas do nosso sindicato. Primeiramente por se tratar de um dos expoentes do nosso mercado segurador com larga experiência no setor, e também pela relevância do tema proposto que está aderente ao contexto atual e nos possibilitará, certamente, subsídios e informações extremamente valiosas para consolidar as nossas estratégias”, afirma Dalcin.

Ainda segundo o presidente do Sindsegnne, o encontro será um marco para o sindicato, que é o maior em abrangência territorial, com treze estados sob sua gestão, sendo eles Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas, Acre, Roraima, Amapá e Rondônia. “Estarmos inseridos nesse ambiente digital, proporcionando conteúdos de qualidade ao nosso ecossistema, é uma das nossas principais missões, visando fortalecer ainda mais a cultura do seguro no país”, ressalta.

Para assistir a live, basta acessar o canal do Sindsegnne no Youtube, inscrever-se e ativar as notificações para receber alertas sempre que um novo vídeo for publicado.

Seguro de Fiança Locatícia em alta no Brasil

Imagem: Pixabay

O mercado imobiliário tem registrado um aquecimento, apesar da pandemia. A venda e aluguel de imóveis usados, em junho, foi a maior dos últimos cinco meses, 10% superiores à média registrada em fevereiro, quando o país ainda não havia registrado casos de Covid-19. É o que aponta levantamento do Painel do Mercado Imobiliário (PMI). Este cenário também puxou um forte aumento na procura pelo Seguro de Fiança Locatícia, que vem crescendo em vendas ano a ano. No primeiro semestre de 2020, foram vendidos no Brasil mais de R$360 milhões em prêmios de seguro, superando em mais de 50% o que foi comercializado no mesmo período de 2019.

No Norte e Nordeste, foram vendidos R$8 milhões em prêmios do produto, um acréscimo de 25,5% em relação ao ano passado. “Este seguro substitui o fiador no caso de locações residenciais e comerciais, abrangendo a totalidade das obrigações do locatário”, explica Evandro Barroso, especialista em seguros e delegado do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne). Com a Fiança Locatícia, fica garantido o pagamento de indenização, ao segurado, dos prejuízos que venha a sofrer em decorrência da inadimplência do locatário em relação à locação do imóvel mencionado na apólice, respeitadas as disposições, as coberturas e os limites definidos em contrato.

“São várias as vantagens desta proteção. Para o inquilino, evita o constrangimento de pedir a familiares ou amigos que sejam seus fiadores e o desembolso imediato da caução, além de dar mais agilidade na aprovação do contrato; para o estipulante, confere segurança e comodidade nos processos de sinistro; e para o proprietário do imóvel, garante o recebimento dos alugueis e demais encargos (se contratados), mesmo que o inquilino esteja inadimplente”, afirma Barroso.

Algumas imobiliárias, inclusive, já estão trabalhando apenas com o seguro para garantia de recebimento de aluguel, dispensando opções como indicação de fiadores, extremamente burocrática, ou depósito de caução, já que nem sempre o inquilino terá o dinheiro equivalente a três meses de contrato para fazer o adiantamento. “Dispensa da análise de cadastro, que passa a ser feita pela seguradora; a possibilidade de assistência jurídica da seguradora, caso seja necessário, e a certeza do recebimento do aluguel garantindo a regularidade no recebimento da taxa de administração do imóvel são alguns dos benefícios que o seguro traz para as imobiliárias”, completa o delegado.

Para o inquilino, para além da independência e facilidade no pagamento parcelado, dependendo do serviço contratado, há ainda mais vantagens. Nas coberturas adicionais, gastos do imóvel, como água, luz, IPTU, condomínio, pintura e multas contratuais também podem estar cobertos pelo valor do seguro fiança. Também pode ser adicionada a assistência 24 horas, com serviços de chaveiro, reparos elétricos ou no sistema hidráulico, entre outras emergências.

Cresce seguro que protege executivos e diretores

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A crise econômica decorrente da pandemia de Covid-19 colocou os executivos como agentes de decisões difíceis, e muitas vezes arriscadas, para que as empresas continuassem existindo. A consciência dos riscos deste cenário fez crescer no Norte/Nordeste a procura pelo Seguro D&O, sigla para Directors and Officers Liability Insurance, uma modalidade de Seguro de Responsabilidade Civil Profissional que visa proteger o patrimônio de executivos – diretores, administradores, conselheiros e gerentes de empresas de pequeno, médio ou grande porte – contra prejuízos resultantes de processos judiciais e administrativos decorrentes de atos de sua gestão.

O D&O prevê cobertura para casos de reclamações de terceiros relacionadas a atos de gestão praticados pelos segurados no exercício de suas atribuições profissionais, garantindo os custos de processos e honorários advocatícios e também possíveis indenizações, limitadas aos valores contratados na apólice. “Esse tipo de seguro é coletivo, pago por pessoas jurídicas, empresas de capital aberto ou fechado, estatais, instituições financeiras, etc, que querem garantir a tranquilidade de seus executivos para que possam exercer suas funções sem colocar em risco o seu patrimônio pessoal”, afirma o diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), Anderson Peixoto

Segundo dados oficiais do setor, o produto gerou R$8,1 milhões em prêmios de janeiro a junho de 2020, nos treze estados geridos pelo Sindsegnne, sendo eles Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas, Acre, Roraima, Amapá e Rondônia, acumulando uma alta de 10,1% se comparado ao mesmo período do ano passado. Em Pernambuco, o crescimento foi ainda mais considerável: 117,1% nos seis primeiros meses de 2020.

Em via de entrar em vigor, LGPD impulsiona procura pelo Seguro de Riscos Digitais

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Ameaças como vazamento de dados e invasão de redes, além da eminência do início da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD, que possivelmente deve entrar em vigor em meados do próximo mês, têm feito crescer a procura pelo Seguro de Riscos Digitais, também chamado de Seguro Cibernético. De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), as seguradoras brasileiras já pagaram, apenas no primeiro semestre deste ano, quase R$ 12,9 milhões de sinistros neste tipo de serviço. Só em junho, foram arrecadados em prêmios pelo setor mais de R$4 milhões.

“Na prática, não restam mais dúvidas sobre a importância da contratação deste produto para empresas de pequeno a grande porte que utilizam a internet para armazenar e compartilhar dados sobre os indivíduos, realizar vendas, etc. Com a chegada efetiva da LGPD muito próxima, essa necessidade torna-se ainda maior”, afirma Leandro Vasco, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne).

Entre os danos cobertos pelo Seguro de Riscos Digitais estão custos de remediação (monitoramento de crédito, recuperação de dados, investigação do ataque, representação legal, notificações e relações públicas), extorsão cibernética, além de perdas por interrupção de negócios. “Também existem seguros que cobrem reclamações contra o segurado associadas a custos de defesa, como honorários advocatícios, honorários periciais, custas processuais, depósitos recursais, equipe de resposta à incidentes, indenizações em ações judiciais ou mediante acordo com anuência prévia da seguradora”, diz Vasco.

Para realizar a contratação de um Seguro Cibernético, a empresa interessada passar por uma criteriosa avaliação por parte da corretora de seguros. São avaliados pontos como os riscos e potenciais perdas da empresa em caso de ataques cibernéticos; como ela armazena e trata os dados de seus clientes; seu protocolo de segurança digital e as ações previstas em caso de interrupção de negócios. Após esse processo, a corretora busca no mercado a melhor cobertura para o perfil da empresa e calcula o valor das apólices.

LGPD – De modo geral, a Lei Geral de Proteção de Dados estabelece uma série de regras que empresas e outras organizações atuantes no país terão que seguir para permitir que o cidadão tenha mais controle sobre o tratamento que é dado às suas informações pessoais, prevendo, inclusive, punições rígidas para transgressões.

Lei garante segurança dos condomínios

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A lei de número 4.591 é antiga, datando de 1964, porém ainda pouco conhecida pela população e dificilmente entra na pauta das reuniões de condomínio. Nela, estabelece-se que “é obrigatório o seguro de toda edificação contra o risco de incêndio ou destruição, total ou parcial”. A obrigatoriedade vale para condomínios comerciais, residenciais e mistos, sejam eles verticais ou horizontais, e a contratação deve ser realizada, no máximo, em até 120 dias da concessão do Habite-se.

Segundo João Melo, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), o Seguro Condomínio possui uma cobertura básica, que é obrigatória e inclui danos causados por incêndio, raio e explosão, mas é possível contratar coberturas adicionais, de acordo com as particularidades do contratante. “O mercado dispõe de produtos que atendem às diversas necessidades de síndicos e administradoras. É possível contratar, por exemplo, cobertura de danos causados por queda de aeronaves, alagamentos e inundações, impacto de veículos, quebra de vidros, desastres naturais, danos elétricos, ações criminosas como roubo e furto de bens do condomínio ou dos moradores, entre outras”, explica.

Outra cobertura adicional que pode ser incluída no Seguro Condomínio é a da Responsabilidade Civil Empregador. Esta cobre danos pessoais (morte e invalidez permanente) sofridos por empregados quando em serviço. A cobertura é independente da indenização devida pelo Seguro Obrigatório de Acidentes do Trabalho. Por toda esta gama de coberturas adicionais que podem ser integradas ao Seguro Condomínio básico, antes da escolha e contratação, é necessário que seja feito um levantamento das necessidades do empreendimento junto a um corretor de seguros.

“Esta etapa é de extrema importância, pois tem o objetivo de estruturar uma apólice que cubra os principais riscos aos quais o condomínio está exposto”, completa o diretor. A despesa é considerada parte da manutenção do espaço e, no geral, é inserida no valor da taxa condominial, com custo rateado entre os condôminos. “A responsabilidade, porém, de contratar e renovar o seguro é do síndico. Em caso de não contratação ou perda dos prazos de renovação, o condomínio pode ser multado pela infração e ainda fica sob risco de acidentes”, completa Melo.

Segundo dados da Confederação Nacional de Seguros, o ramo de Seguro Condomínio arrecadou, nos cinco primeiros meses de 2020, mais de R$ 10 milhões com a venda do produto nos treze estados geridos pelo Sindsegnne, sendo eles Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas, Acre, Roraima, Amapá e Rondônia. 

RC Profissional – Além da responsabilidade de contratar e renovar o seguro obrigatório, o síndico também responde, inclusive judicialmente, por qualquer ação ou omissão que acarrete prejuízo ao condomínio ou a terceiros. Por isso, embora não esteja previsto na lei, muitos empreendimentos optam por contratar o Seguro de Responsabilidade Civil para o síndico. A proteção pode ser incluída na própria apólice do seguro obrigatório como um adicional.

Entre as principais coberturas que podem ser adicionadas estão os custos por erro ou omissão profissional, custos de defesa em caso de ação judicial, administrativa ou arbitral, danos morais, materiais e corporais, difamação, calúnia, injúria, extravio, roubo e furto de documentos, entre outras. Há ainda o seguro voltado especificamente para os síndicos profissionais, ou seja, que cuidam de diversos condomínios. Os produtos são parecidos, mas o RC Síndico pode englobar todos as edificações que o profissional administra.

Aposentadoria tranquila com a Previdência Privada

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Pensar em se aposentar pode parecer uma ideia distante para algumas pessoas, principalmente para as mais novas. Porém, por mais que seja difícil falar sobre o tema, o futuro certamente chegará, e aqueles que se prepararam previamente poderão curtir uma aposentadoria mais confortável, com segurança e independência financeira. É o caso de quem investiu em um plano de previdência privada, principalmente porque, diante de tantas incertezas em torno da Reforma da Previdência Social, depender do INSS pode não ser suficiente para garantir uma terceira idade tranquila.

Segundo o diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), Henrique Jenkins, a previdência privada é um investimento de longo prazo que traz diversas vantagens para o beneficiado. “Os planos têm uma vantagem tributária que é a isenção do chamado come-cotas. É a antecipação do imposto de renda sobre os ganhos acumulados pelos fundos de investimento. Diferente dos fundos multimercados e dos fundos de renda fixa, essa cobrança fica de fora das taxas da previdência privada”, explica.

Outro ponto relevante é a flexibilidade que o produto traz. É possível fazer a portabilidade de planos, de fundos e de seguradora sem ter que resgatar o valor ou pagar o IR para reaplicar o valor através das portabilidades. A mudança costuma ser interessante para conseguir taxas melhores e se adaptar a diferentes cenários econômicos sem comprometer a rentabilidade do investimento. “A previdência privada também garante uma liquidez totalmente facilitada, sendo possível contratar uma renda ou programar saques esporádicos, com a estratégia ficando por conta do contratante”, completa Jenkins.

Em caso de morte do beneficiário, o patrimônio acumulado é transferido sem burocracia para os herdeiros, sem entrar em inventário. Em alguns casos, há isenção de imposto de transferência de riqueza (ITCMD). A escolha e o percentual para cada beneficiário é livre, desde que respeitada a herança legítima. “A transferência pode ser executada sem a necessidade de advogados e acaba saindo de forma muito mais rápida”, diz o diretor.

Os planos de previdência atendem a todos os tipos de pessoas, das mais conservadoras às mais arrojadas. Isso ocorre porque eles usam aplicações em diferentes tipos de fundos e diferentes estratégias. Um dos planos é o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres), ideal para quem faz a declaração simplificada do IR ou é isento. Os recursos são investidos integralmente no FIF (Fundo de Investimento Financeiro). Nele, não há garantia mínima de rentabilidade, e sim o repasse de 100% do rendimento obtido.

Outro tipo de plano é PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres). Ele permite deduzir as contribuições da base de cálculo do IR até o limite de 12% de renda bruta tributável anual do beneficiário, ou seja, tudo que ele ganhou no ano como seu salário, aluguéis, pensões, entre outros. Nele, o repasse também é de 100% do rendimento obtido.

“Ao decidir pela previdência privada, é necessário estudar e entender todos os detalhes dos planos ofertados pelo mercado. Cada um deles oferece taxas de administração diferentes e rentabilidades diversas, por isso é preciso entender bem antes de escolher o que mais se adequa ao seu perfil e necessidade. Por isso, para o cliente, consultar um corretor de seguros faz toda a diferença”, completa Henrique Jenkins.

Quarentena amplia procura por Seguro Residencial

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Com as mudanças causadas pela pandemia, a percepção da importância de outros produtos do ramo de seguros, para além do automotivo, tem tomado novas proporções. É o caso do Seguro Residencial, modalidade até então pouco procurada pelos consumidores, mas que vem ganhando força nos últimos meses em resposta à necessidade do isolamento social. Considerando os meses de março, abril e maio deste ano, a busca pela proteção teve alta de mais de 30% em comparação aos mesmos meses de 2019.

Antes da pandemia, os dados mostravam que apenas 14% das residências brasileiras eram seguradas. No Nordeste, esse número caia para 5%. “Em contrapartida, sabe-se que o Brasil é um dos países com maior incidência de raios, que pode causar danos à rede elétrica e, consequentemente, aos eletrodomésticos. Também temos visto, constantemente, casos de incêndios em residências, causados por vazamento de gás, sobrecargas de energia ou até mesmo explosão de uma panela de pressão, por exemplo”, explica Carlos Wendell, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne).

Segundo o executivo, a grande maioria dos danos comuns em casas e apartamentos seriam facilmente sanados caso o dono do imóvel ou inquilino tivesse contratado um Seguro Residencial. “Ainda existe, porém, uma errada percepção por parte da população de que este produto pode ser caro e não caber no orçamento das famílias brasileiras”, afirma Wendell. Porém, com boa parte das pessoas trabalhando em home office durante a quarentena, aparece a necessidade de ter o apoio em serviços emergenciais, para poder contar com auxílio profissional em problemas domésticos corriqueiros.

“Muita gente percebeu que, em grande parte das vezes, o valor total do Seguro Residencial custa quase o mesmo, ou até menos, do que chamar uma única vez o chaveiro, por exemplo, pois a média cobrada pelo serviço com uma empresa terceirizada de assistência é de R$ 50 a R$ 160 por atendimento. Já a contratação de um Seguro Residencial, a depender do tipo de habitação, localização, coberturas e serviços optantes, pode custar em torno de R$ 300 por uma vigência anual, com possibilidade de parcelamento. Ou seja, custa menos de R$ 1 por dia”, explica o diretor, frisando que, além do custo-benefício, o cliente tem ainda a segurança da indicação de um prestador de serviço com a garantia de ter uma companhia de seguros séria por trás.

A flexibilização da cobertura, de acordo com perfil do contratante, é outro diferencial do Seguro Residencial. Além de possibilitar a realização de serviços emergenciais, como eletricista, encanador, chaveiro, reparos de linha branca (geladeira, fogão, máquina de lavar roupa e outros) e linha marrom (televisores, aparelhos de áudio e vídeo, etc), existem proteções adicionais como o Seguro de Responsabilidade Civil, que tem por finalidade garantir a indenização ao segurado por danos, não intencionais, corporais e/ou materiais causados a terceiros, cobertura de serviços pet e Help Desk, para suporte e manutenção remota de equipamentos de informática.

Segundo Carlos Wendell, as possibilidades de assistência de um Seguro Residencial são inúmeras. O indicado é que a pessoa interessada consulte um corretor de seguros para identificar qual produto mais se adequa ao seu perfil, tipo de residência, estilo de vida, etc. “O brasileiro têm a cultura de proteger, primeiramente, o carro, mas esquece da importância de proteger o lar, que possui um valor mais alto, até, do que o de um veículo. E principalmente agora, nossa casa tem sido refúgio, escritório, escola das crianças, espaço de exercício físico e meditação, área de lazer… Ou seja, é onde estamos passando mais tempo. O Seguro Residencial se encaixa perfeitamente como um elemento que reduz o risco e traz no seu bojo toda proteção necessária para enfrentar os infortúnios do dia a dia”, finaliza.

Setor de seguros se mantém resiliente na crise buscando a inovação

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A história recente da humanidade não tem registro de uma situação como esta pela qual estamos passando com a pandemia do coronavírus, que tem se mostrado um enorme desafio para todas as formas de organização política, social e econômica. No entanto, acredito que qualquer crise também pode ser um momento de buscar oportunidades. Na área de seguros, novos produtos devem surgir a partir de novas necessidades.

Dados atuais mostram que as seguradoras e os parceiros corretores têm demonstrado resiliência mesmo em um período de dificuldades. O faturamento do mercado de seguros brasileiro totalizou R$ 81 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, revelando alta de 4,9% em comparação ao mesmo período do ano passado, fato que reitera a solidez do nosso segmento, mas que também precisou se reinventar do dia para a noite, assim como a grande maioria da população mundial.

Adentramos no regime de home office sem impactos na nossa eficiência operacional, de forma rápida e certeira. Implementamos diversas ações específicas a esse momento de pandemia, em total apoio aos corretores e segurados, visando a continuidade dos seus negócios. Uma clara demonstração do quanto somos resilientes e adaptáveis. Tenho a certeza de que podemos suportar essa crise e mais: já estamos plenamente inseridos no contexto de transformação digital que é um dos desafios propostos por esse “novo normal”.

Claro que ainda estamos ajustando alguns pontos e um deles se refere ao fato de que precisamos revisar e reescrever nossos planejamentos. Mas, no cômputo geral, essa ressignificação nas nossas atuações foi exitosa. Passamos a entender e navegar melhor no ambiente virtual, através das diversas ferramentas que já estavam à disposição e que, por vezes, não as usávamos com tanta frequência. O fator presencial foi substituído pelo virtual, demonstrando que a tecnologia pode ser uma aliada importante na continuidade dos nossos projetos, porém sem deixar de lado a essencialidade das relações humanas.

Outra análise que posso trazer é que nosso segmento já estava passando por diversas mudanças há alguns anos, quer seja por conta de novas gerações estarem adentrando no mercado de consumo com comportamentos e necessidades diferentes, mas também pela busca de customização e personalização dos nossos serviços e produtos. A pandemia só acelerou esses processos, expondo a necessidade de sermos mais criativos e inovadores.

Quem se propor a revisitar seu mindset, estudar o comportamento do consumidor, buscar a capacitação, entender os movimentos de mercado e quebrar diversos paradigmas estabelecidos anteriormente, sairá na frente. É preciso ter capacidade rápida de adaptação nessa transformação. Precisamos protagonizar a evolução, auxiliando nosso mercado a se manter resiliente.

Não conheço outro caminho que não passe por muito trabalho e união de todos os agentes: seguradores, corretores, assessorias e prestadores. Achatar a curva do vírus é uma responsabilidade nossa, tendo todos os cuidados recomendados pelos órgãos de saúde. Não achatar a curva do nosso negócio também é nossa responsabilidade e dependerá muito da nossa atuação, do nosso protagonismo e engajamento de todos nessa causa.

Ronaldo Dalcin

Presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne)

Quarentena liga o alerta para a importância do Seguro de Riscos Digitais

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O isolamento social aumentou significativamente os acessos remotos e os riscos cibernéticos preocupam muito os empresários. Com tantas comunicações pessoais e de trabalho, além de compras e movimentações financeiras realizadas, em sua maioria, por meio de computadores e smartphones, as portas ficam cada vez mais abertas para os ataques de hackers, o que tem impactado na procura pelo Seguro de Riscos Digitais. 

“Esta proteção já estava sendo visada por muitas empresas por causa da Lei Geral de Proteção de Dados (13709/18, conhecida como LPGD), que entraria em vigor em agosto deste ano. Mas, está sendo discutido no congresso o adiamento da sua vigência para o próximo ano, visto que, em função de medidas contingenciais da Covid-19, as empresas podem não ter condições de se adequar à lei em tempo hábil”, explica Leandro Vasco, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne). 

Segundo o executivo, nesse contexto, o Seguro de Riscos Digitais vai além da LGPD, cobrindo reclamações associadas ao não cumprimento da lei (como o vazamento de dados de terceiros), mas também danos às empresas causados por ataques cibernéticos. “A proteção é dirigida às organizações (pequenas, médias e grandes) que utilizam a internet para armazenar e compartilhar dados sobre os indivíduos,  realizar vendas, etc”, afirma.

Entre os danos à empresa cobertos pelo Seguro de Riscos Digitais estão custos de remediação (monitoramento de crédito, recuperação de dados, periciais, representação legal, notificações e relações públicas), extorsão cibernética, além de perdas por interrupção de negócios. Também existem seguros que cobrem reclamações contra o segurado associadas a custos de defesa (honorários advocatícios, honorários periciais, custas processuais, depósitos recursais), equipe de resposta à incidentes, indenizações em ações judiciais ou mediante acordo com anuência prévia da seguradora.

“É sempre recomendado que o interessado em contratar um seguro entre em contato com um corretor de seguros para conhecer as opções disponíveis no mercado e as que mais se adaptam ao seu perfil e necessidade”, finaliza Vasco.

Sindsegnne realiza primeira eleição direta para delegados

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O Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) realizou, pela primeira vez, uma votação direta para eleição dos delegados regionais que irão representar as ações da instituição, que tem sede em Pernambuco, em outros 12 estados sob sua gestão. Os eleitos são integrantes de seguradoras associadas ao Sindsegnne e têm agora a missão de disseminar a cultura do seguro em suas praças.

“A nova diretoria definiu que o melhor formato para escolha dos delegados seria a eleição direta, mais democrática. Os interessados em concorrer ao cargo voluntário se candidataram e a votação foi feita virtualmente em cada um dos estados representados pela entidade”, afirma Ronaldo Dalcin, presidente do Sindsegnne.

Quem assume a representação nos estados do Amazonas, Roraima, Rondônia e Acre é o delegado Marcelo Bessa. Evandro Barroso foi eleito o responsável por Pará e Amapá. No Maranhão, Carlos Eduardo Mendes Dutra; no Piauí, Edmar Travassos; e no Ceará, Marcelo Costa, são os representantes do Sindicato. O delegado Jorge Fagundes assumiu a representação no Rio Grande do Norte, Luciana Bezerra a da Paraíba e Fagner Risso a de Alagoas. 

“Somos gratos a todos os delegados que foram parceiros do Sindsegnne nas gestões anteriores e saudamos os novos representantes, com a certeza de que faremos, juntos, um excelente trabalho visando o fortalecimento do mercado de seguros em todo o território do Norte e Nordeste”, finaliza Dalcin.

Pandemia: residências, empresas e canteiros de obras fechados exigem cuidados

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Seguindo as determinações dos órgãos mundiais de saúde, diante da pandemia do novo coronavírus, muitas propriedades, empresas e canteiros de obras, tiveram as atividades reduzidas ou até mesmo paradas. Neste cenário, a exposição a alguns riscos e a possíveis perdas aumenta, uma vez que a situação deixa os espaços vulneráveis tanto para ataques criminosos, como roubos ou vandalismo, quanto para acidentes, uma vez que os locais estão sem movimentação e supervisão constantes. 

Para evitar dores de cabeça e perdas financeiras, algumas medidas preventivas podem contribuir na preservação de bens durante o período da pandemia e isolamento social. Segundo Leandro Vasco, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), nestes ambientes é indicado reduzir a quantidade de materiais combustíveis no interior das edificações. Quando isso não for possível, deve-se garantir um distanciamento seguro entre os equipamentos elétricos e os materiais combustíveis. 

“É indicado armazenar os líquidos combustíveis e inflamáveis em áreas adequadas. Garantir que todos os sistemas de ventilação e exaustão essenciais estejam em condições de operação, além de inspecionar, testar e manter todos os sistemas de proteção contra incêndios e alagamentos em pleno funcionamento”, explica. Também é importante instalar dispositivos confiáveis, como cadeados, correntes ou trancas e manter operantes todos os sistemas de segurança presentes no local. 

“Aconselhamos remover temporariamente materiais e equipamentos de alto valor agregado para uma área segura”, completa Leandro Vasco, adicionando que se deve, quando possível, inspecionar as instalações para garantir que tudo está em ordem. Já os canteiros de obras que estão paralisados neste período, também precisam de atenção. Nesse contexto, roubos de materiais, acidentes e problemas com água podem acontecer. Avise ao seu corretor sobre a paralisação da obra.

“É muito importante verificar se o local ao entorno da obra, como cercas, muros e qualquer fechamento, encontra-se em bom estado de conservação e seguro. Qualquer escavação realizada no local precisa estar protegida e sinalizada para evitar quedas, caso alguma pessoa acesse a obra. Se a paralisação se prolongar, o indicado é cobrir ou preencher a abertura”, explica o diretor do Sindsegnne. 

Inspeções regulares precisam ser conduzidas nos andaimes e demais estruturas, especialmente após condições severas de chuvas ou vendavais. Os materiais perecíveis, sensíveis ao clima ou inflamáveis devem ser armazenados em um local protegido. Todas as chaves devem ser removidas e máquinas e equipamentos pesados devem ser imobilizados.

Em todos os casos, seja em empresas e canteiros de obras, os proprietários devem ter os contatos de sua seguradora e corretor de seguros sempre atualizados, caso algum sinistro aconteça.

Cresce procura por Seguro de Vida no Brasil

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Desde que a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou, em março, o estado de pandemia em razão da disseminação global do novo coronavírus, tem sido percebido um aumento considerável na procura por Seguros de Vida no Brasil. De acordo com o Google, a pesquisa por mais informações sobre o produto cresceu em 20% nos últimos meses. Corretores e seguradoras também têm relatado incremento na procura. No contato para contratar o seguro, a maioria das pessoas cita a Covid-19 como motivo para buscar a proteção. 

“Este é um movimento natural diante de uma situação tão crítica e inédita. As pessoas estão em busca de soluções que possam protegê-las, assim como às suas famílias, em adversidades como doença, invalidez ou morte”, explica Antônio Edmir Ribeiro, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne). Segundo o executivo, mesmo diante da cláusula que excluía uma possível pandemia da cobertura dos Seguros de Vida, houve um movimento espontâneo e rápido por grande parte das seguradoras brasileiras, que retiraram a exclusão dos seus contratos. 

“Com a mudança, aqueles que já tinham Seguro de Vida passaram a ter a cobertura. Já as novas contratações estão obedecendo carências pré-determinadas para situações desse tipo. O interessante é que as seguradoras brasileiras contam com um portfólio completo de produtos de Seguro de Vida, com características que atendem aos mais variados perfis de público”, conta Antônio Edmir. 

Entre as opções, estão apólices individuais, com coberturas complementares dentro do mesmo contrato; seguros resgatáveis, com acúmulo de reserva financeira e resgate ao final de um período pré-estabelecido; seguros coletivos, que estão sendo muito buscados pelas empresas a fim de proteger seus funcionários e oferecer um benefício atraente; e ainda a cobertura de Seguro Educacional, que está inserido dentro do escopo do Seguro de Vida e garante a continuidade dos estudos, desde a educação básica ao nível superior, em casos de perda financeira do aluno ou responsável financeiro. 

Com o novo coronavírus coberto pelo Seguro de Vida, os beneficiários passam a ter direito à indenização por morte em decorrência da Covid-19. No caso da assistência funeral, a cobertura inclui preparação do corpo e velório, cremação ou enterro, seguindo as recomendações das autoridades de saúde, por conta do alto risco de contágio da doença. “Para quem vai  adquirir o produto, o indicado é consultar as condições e planos com o corretor e entender qual solução melhor se adequa ao seu perfil e necessidade. É importante também  verificar as carências do produto, que podem variar de solução para solução”, finaliza o diretor.

Ação social do Sindsegnne beneficia instituições do Norte e Nordeste

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Diante da pandemia, são muitas as pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade social e econômica, faltando-lhes o básico. Comovido com este cenário e compromissado com seu viés solidário, o Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) realizou uma grande campanha de doações que beneficiou 12 instituições de acolhimento e ações sociais em diversos estados.

Alimentos, material de limpeza e produtos de higiene pessoal estavam entre os itens doados aos projetos, escolhidos criteriosamente pelos delegados regionais que representam o Sindsegnne em cada estado do Norte e Nordeste. Em Pernambuco, foram escolhidas para receber as doações a Associação Amigos do Nordeste e o projeto Anjos da Noite, que juntos distribuíram alimentos para pessoas em situação de rua na capital.

Em Belém, no Pará, o Abrigo São Vicente de Paulo, gerido pela Associação Senhoras da Caridade, foi o beneficiado, recebendo cestas básicas e material de higiene para os cuidados com as idosas acolhidas no espaço. O mesmo recebeu o Lar Espírita da Terceira Idade André Luiz, em Porto Velho. Desde 1998, a instituição abriga idosos desamparados na capital rondoniense.

No Ceará, a Associação Anjo Rafael, que trabalha para ajudar crianças em situação de vulnerabilidade em Fortaleza, foi a escolhida pelo delegado local para receber os donativos. Em Cabedelo, na Paraíba, foram entregues alimentos para o I.E.M Unidos Brás e em São Luís, no Maranhão, o beneficiado foi o Centro Comunitário do Radional e Adjacências. Já em Natal, no Rio Grande do Norte, a Casa Durval Paiva, instituição que há 23 anos atende crianças e adolescentes com câncer e doenças hematológicas crônicas e seus familiares durante e após o tratamento, recebeu as doações do Sindsegnne.

O projeto Desafio Jovem de Manaus, que desde 1981 desenvolve um trabalho voltado à prevenção, recuperação e reinserção social de jovens e adultos, dependentes químicos em álcool e outras drogas na capital do Amazonas, a Associação Casa Padre Luiz Brusadelli, em Santana, município do Amapá, o Lar Francisco de Assis,  em Maceió, Alagoas, e a Fundação Abrigo São Lucas, em Teresina, no Piauí, também foram beneficiadas. Todas as instituições escolhidas não têm fins lucrativos e atuam unicamente através de donativos e voluntariado. 

“Essas ações espelham a missão social e filosofia solidária que nosso segmento apresenta. Diante disso, nosso Sindicato reafirma seu compromisso com a comunidade e agradece todos os delegados e entidades beneficentes que se engajaram nessas causas”, afirma o presidente do Sindsegnne, Ronaldo Dalcin.

Palavra de Presidente

A pandemia do novo coronavírus está provocando mudanças na sociedade e na forma como nos relacionamos com o mundo. Ainda que seja cedo para saber como viveremos quando a crise passar, é possível vislumbrar algumas transformações e desafios para o setor de seguros. Visando construir uma visão global sobre o que nos espera no pós-pandemia, o SindsegNNE realizou uma sondagem com os presidentes das seguradoras associadas Excelsior Seguros, Liberty Seguros, Sompo Seguros, SulAmérica, MAG Seguros, Tokio Marine, Icatu Seguros, Mapfre Seguros, HDI Seguros e Porto Seguro. Confira a seguir:

ANDERSON PEIXOTO
DIRETOR EXECUTIVO DA EXCELSIOR SEGUROS

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
Que o funcionamento de uma companhia não pode, nem precisa ficar restrito às dependências físicas da mesma.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
Uma aceleração na contratação digital, a criação de tipos de seguro on demand e a exigência de uma relação mais forte e de parceria com o  cliente.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar? ​
O seguro tem uma função social, é uma contrapartida às incertezas, tem como meta restabelecer a vida econômica do segurado. Em momentos como esse, vejo as seguradoras honrando seu papel, não só no pagamento dos sinistros, mas educando, orientando, dando condições para que a vida siga, e logo reencontremos nosso passo.
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CARLOS MAGNARELLI
PRESIDENTE DA LIBERTY SEGUROS

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
A importância e a diferença que faz nos movimentarmos com agilidade e humanidade. Colocar as pessoas em primeiro lugar é um valor muito importante e marcante na cultura da Liberty e isso foi essencial neste período. Priorizamos o bem-estar e a segurança de nossos colaboradores, corretores e prestadores de serviços, adotando medidas como home office e treinamentos online para corretores, além da flexibilização de processos, pagamentos, entre outros benefícios para manter as vendas dos corretores.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
Pensando no futuro e nos possíveis rumos que o segmento de seguros pode tomar, a Liberty acredita que três temáticas irão permear o mercado: A primeira delas é a digitalização, que há anos tem sido tema de discussão em relação às mudanças nas preferências de formato de consumo. A segunda frente é a inovação, pois empresas de todos os setores precisam se desafiar a criar produtos e serviços inovadores que atendam às necessidades dos clientes. Por último, será preciso estar mais atento às pessoas e ao meio ambiente, uma vez que os consumidores estão têm buscado por companhias que reconheçam sua responsabilidade com a sociedade.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
Sabemos que é um momento difícil e a Liberty tem consciência de que as seguradoras têm um papel muito importante nesse cenário. Corretores e parceiros, contem conosco, busquem nossos treinamentos online, fiquem atentos às novidades e mudanças que preparamos para que todos possam passar por esse momento da melhor forma.
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FRANCISCO CAIUBY VIDIGAL FILHO
PRESIDENTE DA SOMPO SEGUROS

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
O mercado de seguros brasileiro evoluiu enfrentando cenários bastante difíceis ao longo das décadas. Os agentes do nosso mercado adotaram uma postura singular, que tem feito a sociedade brasileira perceber a relevância do seguro para a sociedade. Atendemos às exigências de isolamento social, ao mesmo tempo em que recorremos aos diferentes recursos tecnológicos para garantir que os segurados continuassem a contar com um atendimento eficiente.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
Depois que tudo passar, teremos novos padrões de comportamento da sociedade, que vão ditar as formas das pessoas se relacionarem, o consumo, o trabalho e, claro, os negócios. Eu estimo que o que vem por aí é um padrão “híbrido”, em que o digital vai estar muito mais presente nos relacionamentos e nos negócios. Devemos ter mais serviços atrelados aos produtos de seguros, além de uma maior percepção da necessidade de contar com produtos para garantir a tranquilidade financeira.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
Assim como há poucos anos não havia um seguro específico para riscos cibernéticos, também existe a possibilidade de que as mudanças de hábitos e comportamento tragam consigo novas oportunidades de produtos, com coberturas específicas ajustadas a essas mudanças. Estamos construindo novas perspectivas de atuação para que a sociedade continue produzindo ao passo que as questões de saúde possam ser resolvidas com o menor impacto possível para as famílias brasileiras.
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GABRIEL PORTELLA
PRESIDENTE DO SULAMÉRICA

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
Acredito que a união e a solidariedade têm sido essenciais no enfrentamento desta crise de saúde pública. Esse tem sido um norte importante para a SulAmérica. Nossas primeiras medidas foram focadas na segurança das pessoas: 100% da nossa força de trabalho em home office, fechamento de unidades físicas e revisão de processos com uso de ferramental digital, oferta ilimitada de nossos serviços de telemedicina (Saúde na Tela) para nossos beneficiários, entre outros. Certamente muitas das nossas medidas serão mantidas.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
Ainda não é possível mensurar todos os impactos advindos desta crise, no entanto, acreditamos no enorme potencial do mercado de seguros e também na solidez da operação da SulAmérica. Nós, empresas e profissionais do mercado segurador, temos um papel extremamente relevante na sociedade, que é oferecer segurança e proteção, e acredito que haverá uma tendência de valorização dos produtos de seguros e de um comportamento de prevenção. Além disso, o mercado segurador mostrará resiliência e se reinventará, tornando-se ainda mais digital e consultivo.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
Este é um momento para cuidarmos de nós mesmos e de nossas famílias, com paciência, calma e perspectivas de um futuro positivo. A pandemia vai passar e dias melhores virão.
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HELDER MOLINA
PRESIDENTE DA MAG SEGUROS

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
As pessoas estão despertando cada vez mais sobre a importância de contar com um planejamento financeiro para os riscos sociais aos quais cada um de nós está exposto. A situação em que estamos vivendo hoje trouxe a discussão sobre a importância da proteção. Acredito que vamos ter uma mudança de comportamento da população de uma sociedade que não se preocupa com o futuro para uma sociedade previdente.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
A palavra proteção nunca teve tão em voga. Isto certamente está impactando o mercado de seguro de vida e potencializará este ramo durante e pós-pandemia. Aqui na MAG Seguros, projetamos manter o crescimento de dois dígitos em 2020, resultado que tem sido nossa realidade nos últimos dez anos.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
O mercado de seguro tem um duplo papel econômico. O primeiro deles é o suporte financeiro para as famílias. Isso reflete não apenas no poder de compra destas pessoas, mas, principalmente, na manutenção e na subsistência de inúmeras famílias. Neste contexto, sem dúvida alguma, o mercado de seguro de vida é um grande aliado a esta nova cultura e terá pela frente muitas oportunidades de crescimento.
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JOSÉ ADALBERTO FERRARA
PRESIDENTE DA TOKIO MARINE

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou? 
O primeiro deles é que, sem dúvida, a função social do seguro, de proteger a vida e o patrimônio de pessoas e empresas, ficou ainda mais evidente. O segundo foi perceber o quão atualizada tecnologicamente está a nossa indústria, mostrando a pujança do seguro em suporte ao crescimento do nosso País. Em tempo recorde, colocamos praticamente todos os nossos colaboradores em home office, disponibilizando integralmente os canais digitais e permitindo que os corretores continuem prestando serviços de excelência.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
A forma como trabalhamos vai se sustentar cada vez mais na tecnologia, e veremos mudanças irreversíveis em nossas estratégias, prioridades e comunicação. Graças a todas as ferramentas e facilidades tecnológicas que as seguradoras têm disponibilizado aos corretores, como a plataforma Broktertech, da Tokio Marine, os conceitos de espaço e limite territorial de prospecção de negócios deixam de existir.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?|
Tenho plena confiança de que sairemos dessa situação mais fortalecidos. Esta crise vai passar, e eu posso garantir que a Tokio Marine continuará oferecendo ferramentas que aumentem a capilaridade da atuação de corretores e assessorias, além de soluções de excelência que protejam a vida e o patrimônio das pessoas e empresas.
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LUCIANO SNEL  
PRESIDENTE DA ICATU SEGUROS

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
Hoje temos a convicção do quanto nossa transformação digital e os investimentos realizados em tecnologia ao longo dos anos permitiram que pudéssemos seguir firmes em nossas atividades, com equipes trabalhando remotamente e mantendo 100% a prestação dos serviços. Neste cenário, onde as pessoas estão naturalmente mais preocupadas com sua proteção e a de sua família, tem sido fundamental manter todas as entregas com a mesma qualidade.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
Ainda é cedo para traçar cenários, mas já é possível enxergar a busca por proteção com um sentido ainda mais amplo. Na Icatu, a pandemia fortaleceu a importância do nosso propósito, que é garantir que pessoas e famílias estejam financeiramente protegidas e assistidas em todas as fases de suas vidas, sobretudo nos momentos mais difíceis.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
Estamos vivendo dias intensos, mas sempre cuidando do que mais importa: pessoas. As que acreditam em nós para a realização do seu sonho futuro e as que acreditam e precisam de nós no presente.
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LUIS GUTIÉRREZ
PRESIDENTE DA MAPFRE

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
Que precisamos sempre estar prontos para mudanças e adaptações. Além disso, a pandemia está sendo um grande acelerador de futuros. Vimos o trabalho remoto se tornar realidade para 100% da companhia em menos de uma semana. Com isso aprendemos que é possível fazer diferente, que podemos repensar nossos padrões antigos. Este novo cenário também trouxe novas necessidades do consumidor, que precisaram ser pensadas de forma muito mais ágil pelo mercado segurador.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
Temos a expectativa de dar continuidade à operação e na manutenção de carteiras, acompanhando e apoiando nossos corretores e parceiros, e, sobretudo, seguir prestando um serviço de alta qualidade, transmitindo total segurança aos nossos clientes. Um estudo promovido pela MAPFRE Economics, o Panorama Econômico e Setorial, mostrou que o Brasil seguirá a tendência mundial de queda no PIB entre – 2,7% a – 9,9%. No entanto, nossos estudos também mostram que há bastante espaço de crescimento do mercado segurador brasileiro, uma vez que o país ainda não alcançou sua maturidade, como nos Estados Unidos e Europa.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
Essa crise irá passar, apesar de todas as dificuldades enfrentadas. Esse momento deixou claro a importância de termos mais empatia, cuidado com o próximo e agirmos juntos como sociedade. Unidos, conseguiremos superar esse momento de maneira eficaz e dar mais relevância ao papel social das soluções desenvolvidas pelo mercado segurador.
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MURILO RIEDEL
PRESIDENTE DA HDI SEGUROS

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
A importância de estarmos preparados e antever situações. É claro que não poderíamos imaginar que uma pandemia estava por vir, mas, na HDI, nos últimos anos, temos trabalhado intensamente em digitalização de processos e inovações que vão além da formulação de produtos. Entre diversos benefícios, nos foi proporcionada uma mudança para o home office extremamente rápida e eficiente, com o funcionamento permanecendo nos mesmos níveis de produtividade.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
A ampliação do uso dos canais digitais por clientes e corretores é algo que vai ficar, sem dúvida. Nossa experiência na HDI mostrou isso: somente na primeira semana de maior contenção da população no Brasil, os acionamentos via WhatsApp dos chamados de assistência triplicaram, e os avisos digitais de sinistros ultrapassaram 60% do total.  

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
Esse momento reforçou um pilar muito importante para a HDI: o humano. Tomamos todas as medidas de segurança, cuidamos de nossas equipes e reforço do nosso apoio a clientes e corretores, além de doações para hospitais e equipes médicas. A mensagem que quero deixar, então, é para que cuidem de si e de suas famílias, ajudando também o próximo. Temos ao nosso alcance tecnologias bastante eficientes para realizarmos nossos trabalhos remotamente. O mercado segurador é resiliente e os corretores de seguros são essenciais nesse contexto.
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ROBERTO SANTOS
PRESIDENTE DA PORTO SEGURO

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
O cenário de distanciamento social forçou as pessoas e as empresas a se reinventaram, como na construção de novos planos, sem perder a essência dos objetivos e das estratégias. Identificamos a necessidade de proteger as pessoas, e colocamos em prática um plano de home office integral para 95% da companhia. Conseguimos embarcar a tecnologia para que a operação funcionasse exatamente da mesma maneira, além de criarmos um Comitê de Crise que atua como o ponto focal de nossa comunicação.

2.  A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
Os negócios de seguros e serviços apresentam maior resiliência e as pessoas tendem a manter a proteção em tempos de incerteza, mas a questão econômica deve afetar o poder de compra da classe média, especialmente em bens duráveis, que são afetados pela dinâmica mais restritiva do mercado de crédito. Devemos acelerar o desenho e lançamento de novos produtos e coberturas, de forma a garantir que a Porto Seguro se adapte às necessidades e possibilidades dos diferentes segmentos da sociedade.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
Ainda estamos nos reinventando a fim de buscar alternativas para o contato, o trabalho e novos caminhos que virão. Precisamos ser fortes e construir novas pontes com base na solidariedade e no amor, através da união das pessoas, poder público e privado e estado.

Sindsegnne tem nova diretoria

Imagem: Pixabay

O Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) tem uma nova diretoria que estará atuando deste ano até 2022. À frente da presidência está o executivo Ronaldo Dalcin, superintendente Comercial Varejo Nordeste da Tokio Marine, com mais de 20 anos de atuação na área. Fortalecer ainda mais a cultura do seguro na região e difundi-la amplamente em todos os segmentos da sociedade estão entre os objetivos da nova gestão.

“O ecossistema de seguros tem observado grandes mudanças e novas gerações estão adentrando nosso mercado, com variados perfis de consumo”, analisa Dalcin, completando que o setor tem observado aumento na procura nos últimos meses por causa da pandemia do coronavírus, principalmente para os seguros de saúde, de vida e também para os seguros contra riscos cibernéticos, já que muitas empresas precisaram se adaptar rapidamente ao teletrabalho e às novas ferramentas tecnológicas.

Com sede no Recife, o Sindsegnne atua nos estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas, Acre, Roraima, Amapá e Rondônia.