Empresa implementa endosso de redução do Limite Máximo de Indenização no Seguro Agro Safras

Sempre atenta às necessidades do produtor rural, Seguradora determina que se houver inadimplência, valor do LMI será reduzido de forma proporcional com a manutenção da vigência do seguro

 

 

A Tokio Marine Seguradora incluiu recentemente um benefício inovador no Seguro Agro Safras, direcionado aos produtores rurais, cooperativas de produtores, revendas de insumos, instituições financeiras e fundos de investimento. A partir de agora, o produto passa a oferecer o endosso de redução do Limite Máximo de Indenização (LMI), caracterizado como o valor total que o sinistro pode acarretar em pagamento ao beneficiário, de acordo com as cláusulas previstas na apólice do seguro.

Com a mudança, caso o Segurado esteja em débito com o pagamento de suas parcelas, ao invés do corte na vigência da cobertura, haverá a redução do valor segurado ou LMI. Com isso, evita-se que o produtor fique descoberto pelo período contratado inicialmente, pensando no seu plantio, transplante ou poda, até a colheita. Com esta novidade no Agro Safras, o Cliente não perde a cobertura, o que demonstra o cuidado da Tokio Marine em protegê-lo, adequando seus produtos para atender às demandas do campo.

“Desenvolvemos as melhores soluções para que os produtores agrícolas tenham mais tranquilidade e segurança, mesmo quando enfrentam eventos climáticos adversos. Apesar de o Brasil não registrar fenômenos extremos, como furacões e tornados, ainda assim enfrenta situações típicas de países tropicais, que afetam as plantações, como seca, excesso de chuva, granizo, geada e variação excessiva de temperatura, que são cobertos por esse tipo de seguro. Por isso, nosso papel é estar à frente das necessidades dos nossos Clientes e ajudá-los no momento em que mais necessitam”, pontua Joaquim Neto, Superintendente de Produtos Agro da Tokio Marine.

Atualmente, apenas 20% dos produtores rurais possuem seguros agrícolas no Brasil. E diante das ocorrências climáticas cada vez mais severas, fica ainda mais evidente a importância da contratação de uma proteção. “Os produtores agrícolas em todo o país têm sido bastante impactados pelo clima, que este ano danificou lavouras e prejudicou a safra de inverno. E isso, obviamente, também afetou o orçamento dos empresários. Por isso, nosso papel é avaliar estas situações e verificar possibilidades de ajudá-los na continuidade dos seus negócios”, finaliza Joaquim Neto.

Aposentadoria: como planejar financeiramente o futuro

Em webinar promovido pelo Insper, especialistas da Bradesco Vida e Previdência debateram os desafios para manter a qualidade de vida após o fim do ciclo de trabalho

 

O fenômeno da longevidade é uma das grandes mudanças sociais e econômicas que têm provocado, em escala mundial, reflexões sobre a importância de constituir uma reserva financeira consistente para garantir qualidade de vida no futuro. Nesse contexto, o planejamento da aposentadoria diz respeito não apenas à questão do envelhecimento, mas também ao papel da educação financeira na construção dessa reserva de longo prazo.

O assunto foi tema do webinar “Planejamento da aposentadoria – etapas e desafios”, promovido na última quarta-feira, 8/9, pelo Insper, com a presença de Bernardo Castello, diretor da Bradesco Vida e Previdência, e Maria Flávia Munhoz, gestora do Departamento de Desenvolvimento de Mercado e Novos Negócios da empresa. O encontro teve a mediação de Ricardo Rocha, professor de Finanças do Insper.

Bernardo Castello iniciou o bate-papo destacando que, de modo geral, o Brasil ainda não tem a cultura do longo prazo consolidada.

“Viemos de um período longo de hiperinflação, no qual o salário perdia o poder de compra rapidamente. As pessoas eram estimuladas a consumir de todas as formas, com crédito barato. Os gastos sempre foram vistos como ‘aquilo que cabe no bolso’, o que não é correto do ponto de vista do planejamento, e essa percepção se perpetuou por gerações”, afirmou.

Na mesma direção, Maria Flávia observou que é muito raro as pessoas aceitarem postergar o consumo, principalmente o público jovem. Por isso, segundo ela, é fundamental facilitar o acesso à educação financeira, com o objetivo de estimular a prática do planejamento e a visão de longo prazo, tendo em vista a formação de uma reserva capaz de preservar a renda no momento da aposentadoria. Embora a maturidade seja uma etapa que possibilite o desenvolvimento de novas atividades profissionais – lembrou a gestora da Bradesco Vida e Previdência -, os gastos com saúde, por exemplo, tendem a aumentar, exigindo um reforço para a manutenção do padrão de vida.

“Nessa jornada, a Previdência Privada e o Seguro de Pessoas são instrumentos fundamentais para complementar o orçamento, além de atenderem a outras finalidades, como planejamento sucessório e tributário. E é importante ressaltar que podem ser iniciados em qualquer idade. Nunca é tarde para começar, mas, quanto mais cedo, melhor”, frisou Maria Flávia.

Dentre as principais vantagens dos planos de Previdência Privada, ambos os especialistas destacaram a flexibilidade, que permite ao participante efetuar aportes a qualquer momento, alterar o regime de tributação do plano e os beneficiários, além de aumentar ou diminuir o valor da contribuição.

Muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre as principais diferenças entre o Seguro de Vida e um plano de Previdência VGBL. Bernardo Castello esclareceu que o VGBL é um plano de acumulação, no qual o cliente aporta recursos com o objetivo de formar uma reserva. Dentro desse plano, porém – explicou o diretor da Bradesco Vida e Previdência -, é possível contratar um Seguro de Vida, de forma que parte do que é aportado destina-se ao pecúlio e parte vai para o VGBL.

“O segurado também tem a possibilidade de fechar os contratos de maneira independente. O Seguro de Vida, por exemplo, é uma excelente opção para cobrir eventuais imprevistos, pois garante estabilidade financeira. De toda forma, o mais indicado é combinar os dois planos, aliando a reserva de longo prazo à cobertura de emergência para uma situação inesperada, como uma doença grave” .

Lembrando que “é sempre melhor prevenir do que remediar”, Maria Flávia orientou os clientes a avaliar criteriosamente as opções de planos, sejam de Previdência ou Seguro de Vida, que mais se ajustam às suas necessidades, e revisar suas prioridades sempre que possível.

“Hoje, temos a certeza de que longevidade e felicidade caminham juntas, mas certamente demandam planejamento financeiro. O mais importante é aproveitarmos isso em vida e deixarmos um legado para quem amamos”, concluiu a gestora.

Confira a webinar: Canal do YouTube Insper

Seguros de automóvel ganham nova cobertura adicional para proteção contra buracos

Novidade conta com franquia atrativa para problemas causados aos pneus e rodas, e também, facilidade de acionamento via canais digitais da seguradora 

 

Causados pelo desgaste diário do trânsito ou resultado de chuvas intensas, os buracos são um dos maiores inimigos dos automóveis. É raro encontrar um motorista que não tenha tido prejuízo ao passar com o carro em trechos esburacados. Pensando nisso, a HDI Seguros está lançando a nova cobertura adicional Proteção Contra Buracos, que poderá ser encontrada pelos segurados dentro dos produtos de automóvel da HDI.

Com franquia de apenas R$ 120,00, a novidade garante ao cliente alto nível de qualidade no serviço prestado a custos que cabem no seu bolso, tudo isso com a garantia da rede de oficinas referenciadas da Autoglass, parceira da HDI na prestação desse serviço. O cliente ainda terá a praticidade de poder acioná-la por meio dos canais digitais da HDI, como Aplicativo do Segurado. Esse é um serviço de cobertura para proteção de roda e pneu, e caso a suspensão seja danificada, essa também será reparada. O serviço pode ser acionado nos casos de danos gerados por impactos acidentais em objetos cortantes e/ou contundentes, tais como guias, blocos de sinalização de pista, buracos, desníveis acentuados de pontes, pedras, vidros etc.

“Estamos cientes dos problemas das ruas e estradas no nosso país e que os motoristas enfrentam diariamente. O que seria apenas um susto pode virar uma série de problemas prejudiciais ao veículo, por isso pensamos em uma solução que cabe no bolso dos nossos segurados e cobre itens importantes para o bom desempenho do veículo”, diz Marcelo Moura, Diretor de Automóvel e Massificados da HDI Seguros.

A cobertura Proteção Contra Buracos pode ser acionada em casos em que o dano é iniciado no pneu ou na roda. Nesse caso, serão considerados os seguintes danos:

• pneu – troca em caso de ruptura, rasgo ou deformação da parede lateral do pneu;

• roda – troca em caso de trincas/quebras no aro da roda ou ainda a pintura dela em casos de arranhões superficiais;

• suspensão – amortecedores, molas, braço oscilante, pivô e barra estabilizadora – em caso de troca dos itens de suspensão, estarão cobertos pisto, calota, alinhamento, balanceamento, molas, braço oscilante, pivô, batente e tirante da barra estabilizadora, desde que tenham sido afetados no evento que causou o dano à roda ou ao pneu.

Riscos incalculáveis

Solange Beatriz Palheiro Mendes é diretora executiva da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg

 

Conquistas benéficas para a sociedade devem ser preservadas. Se atualmente o setor segurador brasileiro é líder no segmento na América Latina e ocupa o décimo terceiro lugar no ranking mundial dos seguros, com demanda anual representando cerca de 6,7% do PIB e lastro que garante os riscos da ordem de R$ 1,5 trilhão – o que corresponde perto de 23,5% da dívida pública nacional – isso é um reflexo do desenvolvimento, amadurecimento e profissionalização do setor que protege riscos de milhões de brasileiros.

Mas nem sempre foi assim. Há poucas décadas, as antigas entidades de mútua ofertavam supostos seguros e planos de previdência que, sem a devida responsabilidade financeira, causaram prejuízos para cidadãos de boa-fé. Com a modernização e a regulamentação do setor de seguros, parecia que esses falsos seguros ficariam de vez no passado. Contudo, essas “associações” permanecem e agora investem massivamente em marketing, patrocinando até times de futebol, para convencer os incautos a aderir à chamada proteção veicular – um mercado paralelo, por não ter regulação – e que acumula centenas de ações civis públicas movidas pelo órgão regulador e fiscalizador do setor de seguros, a Superintendência de Seguros Privados (Susep).

O estado de Minas Gerais é considerado o principal polo de criação das associações automotivas no País, avanço esse tão expressivo que já chama a atenção da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). Está claro que a redução da renda das famílias, as dificuldades para entender o que é seguro e o que proteção veicular e os preços irreais são fatores que favorecem o mercado irregular no País.

O Poder Judiciário considera a prestação do serviço de proteção automotiva aberta a um grupo indiscriminado de pessoas sem amparo na legislação atualmente vigente.

Ainda assim, a proteção veicular reúne aproximadamente 700 associações e cooperativas com cerca de 4,5 milhões de associados. Isso significa dizer que, quase diariamente, surge uma nova associação no país. Tal situação já se espalha também para diversos ramos, como vida, residencial e outros. Essa capilaridade das associações amplia o potencial de prejuízos, não só restrito ao consumidor, mas também a fornecedores, como oficinas mecânicas, que também estão entre aqueles que se queixam da falta de pagamento pelos serviços prestados.

Por não ter garantias, não reconhecer os direitos do consumidor, não ter transparência, não pagar tributos, não ser fiscalizada e ser juridicamente reconhecida pela ilegalidade, o setor segurador acompanha com atenção os projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional sobre a regulação dessas associações. E para esclarecer dúvidas, disponibilizou informações essenciais para a população no site seguroautosim.com.br . Seguro é um assunto sério e, por isso, precisa ter os riscos calculados com rigor técnico para servir corretamente à sociedade

Tokio Marine expande benefícios do produto Aluguel

Seguradora agora oferece opções para indenização e realiza uma série de melhorias no seguro

(Foto: Marcelo Goldman, Diretor Executivo de Produtos Massificados da Tokio Marine)

 

Atendendo a demanda de mercado que buscava por um produto mais flexível, a Tokio Marine lançou recentemente novas modalidades do Seguro Fiança Locatícia (Aluguel) com indenizações de 12, 18 e 24 vezes o valor do aluguel, além de manter o produto atual que prevê até 30 aluguéis. Dentre as novidades estão a redução da lista de documentos para os casos em que há necessidade de análise manual (apenas comprovante de renda e CPF serão exigidos) e a redução do tempo de constituição do CNPJ de três para dois anos, em contratos de locação PJ.

O produto ainda conta com o Limite Máximo das coberturas adicionais como encargos mensais, multa moratória, danos ao imóvel, pintura, sem dependência da cobertura principal, um diferencial da Tokio Marine. Adicionalmente, a companhia implantou recentemente a oferta de endosso da apólice em casos de cancelamento e correção de cobrança.

Entre as vantagens que o Seguro Fiança Locatícia da Tokio Marine oferece está a análise de crédito automática, que permite o retorno on-line com a agilidade exigida pelo mercado imobiliário. A avaliação para assinatura da apólice é possível com alguns dados básicos de identificação, do contrato de aluguel e informações sobre renda e uso do imóvel.

Outro diferencial é o envio e a assinatura eletrônica de documentos, que agilizam todo o processo e colaboram para otimizar o trabalho dos Corretores de Seguros. “Essas facilidades trazem melhorias para o fechamento de mais negócios. Além disso, o sistema de cotações do Seguro Aluguel possui portais exclusivos, que podem ser integrados aos sites dos Parceiros para ampliar as possibilidades de vendas”, explica Marcelo Goldman, Diretor Executivo de Produtos Massificados da Tokio Marine.

Esse seguro pode ser contratado tanto para imóveis residenciais quanto comerciais, e tem abrangência para todo o País. “O Seguro Fiança Locatícia é uma garantia da continuidade da locação, caso ocorra algum imprevisto, e o Corretor de Seguros desempenha um papel muito importante de identificar, com o segurado, as coberturas e assistências que atendam às suas necessidades”, pontua o diretor.

SulAmérica lança seu primeiro fundo de previdência ESG: o JGP 70

Produto terá exposição de até 70% em renda variável e considera critérios ambientais, sociais e de governança na escolha de ativos

 

 

Referência na adoção de critérios ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG, na sigla em inglês) na gestão de investimentos, a SulAmérica lança agora o seu primeiro fundo com esta temática em previdência complementar. O SulAmérica Prev JGP 70 ESG FIC FIM é fruto de uma parceria com a JGP, outra gestora que também considera o filtro ESG na escolha de ativos e gestão dos recursos.

O fundo vai alocar 95% de seu patrimônio líquido em cotas de fundos de investimento, podendo chegar até 70% em exposição em renda variável e 30% em renda fixa, que voltou a ganhar atratividade na carteira do investidor com as recentes altas da taxa Selic e a perspectiva de que este cenário siga evoluindo até o fechamento do ano.

A expectativa do produto é render 32% do CDI + 68% da Bovespa. A taxa de administração é de 1,40% e máxima de 1,55% ao ano, com taxa de performance de 20% do que exceder o benchmark. O aporte inicial ou portabilidade é de R$ 10 mil e, para movimentações futuras, o valor mínimo obrigatório é de R$ 200. A adesão se dá por meio de um corretor ou corretora de seguros.

“O mercado financeiro tem amadurecido o debate sobre ESG e este é um produto que reforça nosso compromisso nesta área. Assim como nós, da SulAmérica, a JGP Gestão de Recursos também enxerga o ESG como um diferencial competitivo e estratégico, além de mitigador de riscos no cenário das empresas investidas. A ideia é construirmos juntos um fundo de previdência que potencialize este mercado”, afirma Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica.

A SulAmérica Investimentos é uma das maiores assets independentes do Brasil e uma das primeiras, ainda em 2009, a se tornar signatária dos Princípios para o Investimento Responsável, rede apoiada pela Organização das Nações Unidas (ONU) com mais de 3.000 signatários em mais de 50 países, que representam mais de US$ 100 trilhões em ativos administrados, visando a estruturar um sistema financeiro global eficiente e sustentável.

Programa de estágio da HDI Seguros oferece vagas para segundo ciclo de contratação

Oportunidade é voltada para jovens com previsão de formatura de janeiro de 2023 a dezembro de 2023 

 

A HDI seguros – a 4ª maior seguradora no ramo empresarial, a 5ª maior em Automóveis e a 6ª em Residencial – está com 22 vagas abertas para o segundo ciclo de seu programa de estágio. As oportunidades são voltadas para jovens das regiões de São Paulo (SP), Blumenau (SC), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Ribeirão Preto (SP), Joinville (SC), Uberlândia (MG), Salvador (BA) e Vitória (ES).

As inscrições estão abertas até dia 06 de outubro, para candidatos que tenham previsão de formatura de janeiro de 2023 a dezembro de 2023. As áreas contempladas pelo programa de estágio são Operações Técnicas, Remuneração e People Analytics, Marketing, Sinistro Salvados, Comercial, Jurídico, Qualidade de Serviços, Projetos TI, Processos e Projetos de Produtos, TI Controle Operacional, Analytics e Investimentos.

Entre os benefícios oferecidos pela seguradora, estão assistência médica, Gympass, vale-refeição, vale-transporte, fretado (para a região de SP), folga no aniversário, desconto nos produtos HDI, descanso remunerado e seguro de vida, além de os estagiários contarem com dress code casual e trabalho remoto. O programa tem previsão de início em 18 outubro.

A HDI Seguros é uma empresa Humana, Digital e Inovadora que valoriza pessoas que identificam e solucionam problemas, lideram a mudança concretizando novas oportunidades, são criativas buscando novas perspectivas para o negócio e praticam a colaboração agindo com empatia e atuando de forma produtiva com o time.

As inscrições são feitas por meio do site  http://www.redecidada.org.br/estagionarede/ .

Companhia amplia assistência Médico na Tela dos produtos individuais de Vida e Previdência para cônjuges e filhos

Serviço não possui custo adicional e já está disponível aos clientes

 

 

Com foco em promover soluções integradas de cuidado e proteção, a SulAmérica passou a oferecer também aos familiares dos clientes de Vida e Previdência das categorias individuais o benefício Médico na Tela, serviço de telemedicina disponível 24h por dia, sete dias por semana. Na prática, isso significa que os cônjuges e filhos dos titulares destes produtos passam a contar com teleconsultas e, caso necessário, podem obter prescrições médicas, sem nenhum impacto financeiro. O atendimento é realizado por chamada de vídeo com médicos plantonistas de forma prática, rápida e segura.

Pioneirismo

Com a novidade, que entrou em vigor desde 30 de agosto, a SulAmérica será a primeira seguradora a possibilitar o benefício aos dependentes sem custo adicional. “Fomos os primeiros a oferecer a assistência de telemedicina para clientes individuais de Previdência. Agora, ao incluir cônjuges e filhos dos beneficiários não só de Previdência como de Vida, mostramos nosso compromisso com a entrega de Saúde Integral, por meio de uma gama de soluções que tem como objetivo aumentar o cuidado e a proteção às pessoas”, descreve o diretor de Vida e Previdência da SulAmérica, Victor Bernardes.

Entenda a jornada

Para utilizar o benefício, os clientes dos produtos individuais de Vida e Previdência devem preencher o formulário disponível no site sulamericavida.docway.com.br com os dados dos dependentes. Depois, para realizar a consulta, basta ligar na Central de Atendimento (0800 726 4935) para checar a elegibilidade por meio do CPF e passar por uma triagem de uma equipe de saúde, na qual será direcionado à especialidade médica necessária. O paciente recebe, então, um link de acesso do Médico na Tela por e-mail e SMS.

Tokio Marine é a vencedora do Prêmio Estadão Finanças Mais, na categoria Seguro Auto

Companhia conquista o primeiro lugar pela quarta vez, devido ao desempenho relevante na carteira de Automóveis

 

A Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do País, celebra pela quarta vez o reconhecimento de líder no País na categoria Seguros Auto do Prêmio Estadão Finanças Mais, que premia as empresas com melhor desempenho financeiro, com base na avaliação quantitativa e qualitativa da consultoria Austin Rating. Além dos títulos de 2017, 2019 e 2020, a Companhia foi a segunda colocada do ranking de 2018. Dessa maneira, figura em todas as edições da premiação.

Marcelo Goldman, Diretor Executivo de Produtos Massificados da Tokio Marine, atribui o sucesso da carteira de Automóveis a um investimento consistente da Companhia na diversificação de seu portfólio, que atende a diferentes perfis de contratação. “É muito gratificante figurar, mais um ano, entre as empresas vencedoras do Prêmio Estadão Finanças Mais. Esse reconhecimento é fruto do constante investimento da Companhia em novidades que tornam o mix de produtos bastante diversificado, adequado às necessidades de diversos perfis de Clientes, com foco em manter sempre o padrão de excelência da Tokio Marine”, comemora Goldman.

O diretor ainda destaca que a premiação também é resultado do relacionamento da companhia com seus Parceiros de Negócios e dos diferenciais no atendimento implementados durante o último ano. “Um exemplo disso é que, recentemente, facilitamos a abertura do aviso de sinistro e o acionamento dos serviços de assistência por meio do canal digital, o que agiliza o processo, mediante o envio de fotos. Disponibilizamos também a comunicação do Corretor com a Companhia via WhatsApp, criamos a carteirinha digital e estamos revendo o Aplicativo e o Portal do Cliente, tornando-os mais fáceis e amigáveis”.

Outra novidade foi a ampliação dos recursos digitais, com a possibilidade de realização de vistorias on-line, em caso de sinistro. A Tokio Marine também lançou um novo conceito de cotação para toda a linha de produtos Auto, por meio do Auto + Simples, que possibilita que a contratação dos produtos seja feita de forma muito mais ágil, com a redução pela metade dos campos para cotação.

“Nosso objetivo é desburocratizar e facilitar o entendimento do seguro pelo consumidor final. Com apenas dez informações, o Auto + Simples apresenta as opções mais adequadas ao bolso do Segurado, em poucos segundos. Isso traz maior comodidade ao Corretor e ao Cliente”, pontua Goldman.

Além disso, a companhia ampliou a aceitação no segmento de automóveis, ao incluir a modalidade de veículos blindados. A novidade atende a um público de alta renda e vai ao encontro do aumento de vendas desse tipo de veículo. Em seu amplo portfólio de produtos, a Tokio Marine oferece ainda o Seguro Auto, Auto Clássico, Auto Roubo, Auto Roubo + Rastreador, Seguro para Motocicletas, além de produtos específicos para Frotas, Caminhões e Utilitários de Carga.

O ranking Estadão Finanças Mais é realizado pelo jornal, em parceria com a Austin Rating, e apresenta uma radiografia das instituições líderes do setor financeiro do País. São analisadas 15 categorias, de acordo com o segmento de atuação. Por meio de uma metodologia exclusiva de análise profunda dos principais indicadores de cada segmento, a publicação aponta as empresas com melhor desempenho.

Insurtech de seguro de vida WinSocial cresce 428% em faturamento primeiro semestre de 2021

 

A pandemia causada pela covid-19 despertou a atenção de muitos brasileiros sobre a importância de um planejamento financeiro e isso é ainda mais evidente entre as pessoas que possuem comorbidades para o coronavírus, como é o caso da diabetes.

A WinSocial, insurtech de seguro de vida para pessoas com diabetes, vem em um crescimento exponencial, tendo registrado em 2020 um aumento de 488% em novas vendas de seguro de vida, em comparação com 2019. Nos primeiros seis meses deste ano, a startup ampliou seu faturamento em 428%, em relação ao mesmo período do ano passado.

“Sabemos que as pessoas estão mais conscientes sobre o futuro e pensando cada vez mais em deixar algo para seus dependentes, caso falte. E em um grupo como o de diabéticos, que já são acostumados a se cuidarem, esse senso de planejamento fica cada vez mais latente. É muito bom saber que estamos dando a eles oportunidade de ter um seguro de vida, uma vez que é um público não tão bem aceito nos modelos de negócios tradicionais”, completa Rafael Rosas, diretor da WinSocial.

West Cargo transporta gratuitamente cerca de 67 milhões de vacinas contra Covid-19 com suporte da Alper e da Sompo Seguros

Planejamento logístico envolveu treinamento de motoristas e uso de procedimentos específicos para manter a qualidade dos imunizantes e a segurança nas operações de transporte de carga

 

A West Cargo, líder nacional em transporte rodoviário aduaneiro, estabeleceu uma parceria estratégica com a Alper Consultoria em Seguros e com a Sompo Seguros para garantir segurança, agilidade e eficiência nos processos de embarque, transporte e desembarque de cargas de vacina contra Covid-19. A empresa integrou os esforços em prol da imunização da população e faz todo o transporte das cargas de forma totalmente gratuita. Aproximadamente 67 milhões de doses já foram transportadas do Instituto Butantan, em São Paulo (SP), até o local de armazenamento do Ministério da Saúde, localizado nas adjacências do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), de onde é distribuído para todo o Brasil por meio do Plano Nacional de Imunização.

“A West Cargo já tem a vocação de primar pela responsabilidade social. Logo, quando tivemos conhecimento da possibilidade de transportar a vacina que, acima de tudo, tem o propósito de salvar vidas, não pensamos duas vezes em aderir à iniciativa. E a melhor maneira de fazer isso foi nos valendo de nossa expertise e contribuir com a doação do serviço estratégico de transporte”, observa Aluísio Barbaru, gerente de Planejamento Executivo da West Cargo. “Mesmo com a proposta de doação do serviço, por se tratar de uma carga altamente sensível, nossa proposta foi submetida ao processo seletivo coordenado pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio do qual foram avaliadas todas as licenças necessárias de caráter sanitário, bem como a qualificação térmica dos veículos refrigerados. Após a aprovação, ressaltamos internamente a relevância de nosso papel no processo de imunização da população brasileira e cada colaborador está totalmente engajado nesta nobre missão”, ressalta.

Para tornar toda operação logística ainda mais segura e eficiente, bem como para atender às exigências legais de movimentação de cargas, a West Cargo contou com a parceria da Alper Consultoria em Seguros, corretora que atua há mais de dez anos no segmento, e da  Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, para garantir a cobertura securitária da operação de transporte de cada dose de vacina contra Covid-19 transportada.

“Foi um esforço conjunto por meio do qual efetuamos um rigoroso estudo de riscos de toda a operação logística envolvida para estabelecer os índices e limites de cobertura mais adequados. Nossa equipe também mantém contato constante com a equipe da West Cargo para acompanhar o andamento dos embarques”, considera André Valgas, diretor Comercial da Alper Cargo, divisão da Alper especializada em seguro de Transporte.

“Ficamos muito felizes em agregar a expertise da Sompo, que tem posição de liderança em seguro de Transporte no mercado brasileiro, para contribuir com a operação de transporte de vacinas contra Covid-19”, destaca Adriano Yonamine, diretor de Transporte e Auto Frota da Sompo Seguros. “Estabelecemos com a West Cargo e com a Alper, um fluxo de trabalho para agilizar ainda mais as chamadas ‘liberações de embarque’, que são documentos emitidos pela seguradora antes de cada embarque. Esses documentos é que confirmam que a carga a ser transportada tem a cobertura securitária”, explica o executivo.

“A Alper e a Sompo nos deram um suporte simplesmente extraordinário e se mostraram parceiras essenciais que jamais mediram esforços para participarem dessa nobre missão que é o transporte das vacinas”, avalia Kelly Martins, gerente Administrativa Executiva da West Cargo. “Ambas têm uma participação irretocável nesse processo, pois jamais se furtaram de contribuir pelo sucesso até então conquistado. Podemos afirmar, sem sombra de dúvidas, que a Alper e a Sompo serão lembradas como duas instituições responsáveis por salvar vidas ao término da pandemia, que logo chegará”, conclui.

 

Expertise

A disponibilidade de vacinas é aguardada por pessoas em todo o Brasil. Para garantir que a carga chegue ao seu destino e contribua para minimizar os riscos de contágio pela Covid-19 e consequente fim da pandemia, é necessário planejamento. A West Cargo conta com uma Divisão Farma, que integra profissionais especializados, equipamentos próprios e autorizações da ANVISA para transporte de medicamentos.

A equipe de motoristas da empresa tem um papel essencial nessa operação. “Cada motorista teve um treinamento especial para as medidas de segurança inerentes a esse momento de pandemia, bem como no manejo do veículo para que, embora fossem respeitados os limites de velocidade, o transporte pudesse acontecer da maneira mais ágil possível, pois cada segundo pode representar uma vida salva”, afirma Kelly Martins.

“Já somos referência no mercado no que tange a direção defensiva. Nesse caso específico contamos também com a escolta realizada pela Polícia Rodoviária Federal durante toda a movimentação da carga”, complementa Barbaru. “A West Cargo é conhecida no mercado pela eficiência de transporte de medicamentos e, por isso, ficamos bem confortáveis para a missão de distribuir a vacina”, conclui.

Além disso, a empresa implementou uma série de procedimentos específicos para manter a qualidade dos imunizantes. Um deles é que um farmacêutico e uma técnica de segurança do trabalho acompanham cada transporte integralmente (full time), do embarque ao descarregamento. O uso de medidores de controle de temperatura interna do baú e de timer para monitorar o tempo da porta aberta estão entre as ferramentas essenciais. Outro ponto importante é que os baús são esterilizados antes de cada viagem para que não haja qualquer possibilidade de contaminação. No quesito segurança, é feito um check list dos sensores (de porta, painel, desengate, variação de temperatura, grade de janela, velocidade e baú) e atuadores (travas eletrônicas de baú ou de quinta roda, sirene, bloqueio de ignição ou combustível, entre outros), bem como da parte mecânica e níveis de combustível antes de cada embarque. Em complemento à escolta policial, o transporte é monitorado via satélite.

Seguro de vida individual ou coletivo: qual a melhor opção?

Entenda as diferenças entre as modalidades e saiba como escolher a mais adequada para cada situação

 

A principal vantagem do Seguro de Vida Individual é ser feito sob medida, de acordo com o interesse, o estilo de vida e as particularidades de cada pessoa. É uma opção adequada para quem deseja proteger financeiramente a si ou a seus dependentes. Um recurso ideal para profissionais autônomos e liberais, que pode ser utilizado para proteção em eventualidades como acidentes pessoais, afastamento temporário do trabalho ou mesmo doenças graves, como forma de apoio financeiro de gastos com hospitais, remédios e tratamentos, entre outros.

Nessa modalidade, o segurado deve solicitar o apoio do corretor de seguros para avaliar aspectos importantes do contrato. O profissional é o mais indicado para fornecer informações precisas sobre a cobertura do produto e, principalmente, apontar o que não está incluso. Além das coberturas, existem diversos tipos de assistências, como Cesta Natalidade, para atender às primeiras necessidades do bebê, Assistência PET, para cães e gatos, e – no caso do seguro Vida Viva, da Bradesco Vida e Previdência – o serviço Palavra de Médico, que oferece atendimento pela rede referenciada, com diferentes especialidades e especialistas brasileiros e internacionais.

Benefícios do Seguro de Vida Coletivo

O Seguro de Vida em Grupo é indicado para empresas que buscam proporcionar proteção a seus funcionários. Com valor atrativo e acessível, a proteção pode ser paga diretamente pela empresa ou pela associação ou sindicato a que a empresa pertença.

Bernardo Castello aconselha que o segurado procure se informar sobre os benefícios incluídos no seu contrato. “Vale lembrar que essa modalidade também traz segurança aos familiares. Caso ocorra algum incidente com o beneficiário, por exemplo, o seguro dará o suporte necessário, conforme a cobertura ou assistência contratada.”, reforça.

Tenho um seguro de vida coletivo. Ainda assim, preciso contratar o individual?

“Em geral, o Seguro de Vida em Grupo absorve eventuais convenções coletivas, de acordo com a empresa em que o segurado trabalha. Por exemplo, é estipulado um pacote fechado de coberturas, muitas vezes equivalente a um determinado número de salários do empregado. Em caso de desligamento, o funcionário perde o seu seguro. Já a modalidade individual é uma opção mais flexível e personalizável, o que ajuda a ampliar a cobertura e a escolher uma proteção mais completa, capaz de fazer frente às suas necessidades de ordem financeira”, pontua o diretor da Bradesco Vida e Previdência.

Além disso, Bernardo Castello destaca que o Seguro de Vida Coletivo não cobre, por exemplo, o diagnóstico de uma doença grave, que geralmente requer tratamento diferenciado. “Já a modalidade individual contempla essa possibilidade e pode ser contratada para toda a família, complementando uma apólice coletiva que eventualmente o segurado já possua”, conclui.

Regras para contratação de Seguro Auto mudam nesta quarta (1º)

A convite do Sindsegnne, presidente da Comissão de Automóvel da FenSeg esclarece as principais alterações e fala das expectativas para o mercado

 

Entra em vigor, a partir desta quarta-feira, 1º de setembro, a Circular nº 639/2021, da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que altera as regras e critérios para a operação do Seguro Automotivo no Brasil. De modo geral, a nova norma simplifica e flexibiliza o produto voltado para veículos automotivos, que é uma das principais modalidades do país, tendo arrecadado, apenas no primeiro semestre deste ano, mais de R$17 bilhões em prêmios, e visa a inclusão e a ampliação de acesso para a população, possibilitando o desenvolvimento do mercado.

Mas na prática, o que muda para consumidores, corretores e seguradoras? A convite do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), o presidente da Comissão de Automóvel da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Walter Pereira, esclarece algumas questões. “Destacamos alguns pontos importantes da Circular 639/2021, entre eles a possibilidade de contratação do seguro de Responsabilidade Civil Facultativa em nome do condutor, sem a vinculação com um veículo específico”, aponta.

O executivo também destaca que, com as novas regras, haverá a possibilidade de formatação de combos de coberturas, abrangendo diferentes situações de risco para o veículo, de forma isolada ou combinada, e ainda será possível ofertar o produto com atendimento exclusivo em rede referenciada, até então vedada para o segmento de automóveis.

“Por exemplo, o cliente poderá contratar a cobertura apenas para roubo ou a combinação com incêndio e colisão. Isso ocorre a partir do entendimento da Susep de que o consumidor pode ter interesse em fazer um seguro mais específico para sua realidade”, completa o presidente. Segundo ele, a FenSeg vê com otimismo e satisfação a Circular 639/2021, pois ela vem para trazer inovação e competitividade ao mercado.

“Com normas mais flexíveis, fica aberto o caminho para ampliar a base de segurados, com a criação de novos produtos mais ajustados às necessidades do consumidor. As novas regras também são benéficas para os corretores, que devem contar com incremento no portfólios das seguradoras”, aponta. Hoje, em todo o Brasil, pouco mais de 30% da frota circulante de veículos possui algum tipo de cobertura securitária. Então o potencial de crescimento é considerável.

Apesar de começar a valer a partir do dia 1º de setembro,  as seguradoras terão até 180 dias para se adequarem às novas regras da Susep. Os contratos de Seguro Auto que já estão em vigor permanecem inalterados.

Tokio Marine registra crescimento de 14,8% no primeiro semestre de 2021

Produção chegou a R$ R$ 3,54 bilhões em Prêmios Emitidos

A Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do País, demonstra a força e a resiliência de sua atuação no Brasil com os resultados positivos alcançados no primeiro semestre de 2021. Entre janeiro e junho, a Companhia registrou R$ 3,54 bilhões em Prêmios Emitidos, ante R$ 3,08 bilhões do mesmo período de 2020, o que representa um crescimento de 14,8%.

Além do destaque para o crescimento da Companhia, outro importante marco do semestre foi a evolução do mercado no qual a Tokio Marine atua (sem Saúde, Previdência e Capitalização), que apresentou aumento de 16%, reforçando que a indústria de seguros está reagindo bem aos efeitos da crise provocada pela pandemia de Covid-19.

Assim como em 2020, quando o segmento de Produtos Pessoa Jurídica da Companhia teve um desempenho histórico, com uma produção de R$ 2 bilhões, nos seis primeiros meses deste ano a carteira novamente apresentou resultados bastante expressivos. Neste período, os produtos de Responsabilidades – Total, por exemplo, cresceram 227,5%.

Esta atuação levou a Tokio Marine a alcançar, em junho, a liderança no mercado brasileiro em Linhas Financeiras, que reúnem os produtos D&O, E&O e Cyber. Outros números bastante relevantes foram os de Riscos Nomeados, que cresceram 84,5%; e Transportes, 61,5%, com destaques para o Transporte Nacional e o RCT.

“O balanço do primeiro semestre de 2021 consolida a Tokio Marine como uma Companhia multiprodutos que se mantém firme em seu compromisso de prover as melhores soluções em seguros para a manutenção das atividades das empresas e a proteção das pessoas no País”, destaca o Diretor de Finanças e Administração, Daniel Dibe.

No segmento de Produtos Massificados, mesmo em um cenário marcado pela forte concorrência e pelos efeitos da crise sanitária, a Tokio Marine manteve a estratégia e também registrou desempenhos relevantes no primeiro semestre.

A carteira de Automóvel (sem Garantia Estendida Auto) cresceu 3,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Os demais produtos da carteira também tiveram resultados positivos, como Fiança Locatícia, com crescimento de 42,3%; Residencial, 17,5%; e Condomínio, 10,9%.

A performance da Tokio Marine no semestre foi sustentada pelo suporte de TI, com a ampliação da oferta de canais e recursos digitais, como a realização de vistorias e inspeções remotas, com o objetivo de proporcionar melhor experiência aos Parceiros de Negócios e Consumidores e, sobretudo, maior segurança diante da necessidade de isolamento social.

“Para atender às exigências dos Clientes por comodidade, rapidez e segurança, e garantir novos negócios aos Corretores e Assessorias, a Companhia lançou, em junho, uma nova etapa da Vistoria Digital de Sinistros, com um sistema ainda mais ágil e automatizado. Outra iniciativa para agregar valor à experiência dos nossos públicos foi a inclusão do PIX como mais uma opção de pagamento”, destaca Dibe.

A Tokio Marine ainda manteve seu relevante papel quanto à responsabilidade social. Em mais uma demonstração de seu compromisso com a sociedade, a Companhia contribuiu para a inauguração da nova ala da UTI Pediátrica do Hospital Central da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, realizada em fevereiro.

Diante do balanço do semestre, a Seguradora mantém as perspectivas positivas quanto ao resultado de 2021. “Seguimos com bastante otimismo em relação ao comportamento do mercado de seguros como um todo. Temos muita confiança de que podemos manter esse crescimento de dois dígitos e contribuir para a recuperação econômica”, finaliza Daniel Dibe.

Seguro de vida para autônomos: por que contratar?

Contar com uma renda mensal é um dos maiores desafios do trabalho autônomo. Especialista esclarece por que o seguro é um item indispensável para o planejamento financeiro desses profissionais

O cenário extremamente desafiador da pandemia da Covid-19 provocou grandes transformações na dinâmica do mercado de trabalho. Em busca de se adaptarem a essa nova realidade, muitos profissionais passaram a atuar como autônomos e freelancers à procura de uma nova fonte de renda, o que dificulta o acesso ao seguro-desemprego tradicional.

De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), a taxa de informalidade no mercado de trabalho atingiu 40,0% da população ocupada no trimestre encerrado em maio, ou 34,7 milhões de trabalhadores informais. No trimestre anterior, a taxa havia sido 39,6% e, no mesmo trimestre de 2020, 37,6%. O número de trabalhadores por conta própria (24,4 milhões) subiu 3,0% frente ao trimestre móvel anterior (mais 720 mil pessoas) e 8,7% (mais 2,0 milhões de pessoas) na comparação anual.

 

Nesse contexto, Bernardo Castello, diretor da Bradesco Vida e Previdência, explica como utilizar o Seguro de Vida como forma de seguro-desemprego privado.

 

A importância do planejamento financeiro

O primeiro passo para a organização financeira do profissional autônomo é calcular a média de gastos e rendimentos no mês. Mesmo que os valores não sejam muito precisos, é importante ter uma previsão de recursos que possam compensar a ausência temporária de um salário fixo. Nessa planilha, é importante categorizar a necessidade pessoal e familiar para lidar assertivamente com os imprevistos. “Imagine que você fique impossibilitado de exercer seu trabalho por conta de um acidente. Nesse caso, ter uma reserva de emergência ajuda muito, mas se você for o provedor da família, arcando com despesas como a educação e a saúde dos filhos, por exemplo, o impacto financeiro pode ser significativo. Nessa situação, o Seguro de Vida entra como um aliado, provendo o suporte necessário até que você esteja apto a retomar suas atividades”, explica Bernardo Castello.

Prevenção que garante estabilidade

O Seguro de Vida é um investimento que assegura tranquilidade financeira para profissionais liberais e autônomos, como motoristas de aplicativo, empreendedores digitais, personal trainers, terapeutas, dentre outros. Há coberturas para Doenças Graves, Despesas Médico-Hospitalares e Diárias por Internação. Existem também coberturas diferenciadas como o serviço Palavra de Médico, do seguro Vida Viva da Bradesco Vida e Previdência, que possibilita o atendimento em diversas especialidades por especialistas brasileiros e internacionais, podendo ser contratado individualmente ou na modalidade de plano para toda a família.

Cobertura para Doenças Graves

O diretor da Bradesco Vida e Previdência chama atenção especial para a proteção oferecida pela cobertura de tratamento para Doenças Graves do Seguro de Vida, que apresentou crescimento de 19% entre 2020 e 2021, de acordo com dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados). “Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), a projeção para cada ano do triênio 2020-2022 é de que ocorrerão 625 mil novos casos de câncer. Com os recentes avanços da medicina em casos de diagnóstico precoce, o valor contratado pelo Seguro de Vida pode proporcionar uma resposta mais rápida ao tratamento, ao prover despesas que, muitas vezes, não são cobertas pelos planos de saúde e aprovado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), ou até mesmo auxiliar em um atendimento que eventualmente não possa ser prestado com agilidade pelo SUS”, esclarece Castello.

Revise permanentemente o plano contratado

“O segredo é avaliar, a cada seis meses ou um ano, se as coberturas e assistências contratadas ainda atendem seus objetivos. A maioria das pessoas tende a se acomodar com o plano, mas, com o tempo, isso pode gerar uma sensação de “falsa proteção”. Por isso, é fundamental contar com o apoio de um corretor de seguros, especialista ideal para auxiliar na escolha da proteção certa para o seu momento de vida e até mesmo para esclarecer eventuais dúvidas em casos de sinistro”, reforça Bernardo Castello, diretor da Bradesco Vida e Previdência.

Debate sobre os novos rumos do seguro de vida

A MAG Seguros foi uma das participantes no Programa Falando Seguro, apresentado no canal do YouTube do SindsegNNE. O debate, idealizado pelo Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de Pernambuco (Sincor-PE), teve como pauta os novos rumos do seguro de vida na pandemia e pós pandemia. A live contou com a participação de Junio Silva, superintendente Comercial da MAG Seguros e conselheiro do Sindsegnne, Carlos Valle, presidente do Sincor-PE, Cláudia Cândido, corretora de seguros, e Carlos Harten, advogado e presidente da Comissão Nacional de Direito Securitário da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB. O debate foi mediado por Mário Neto, âncora da rádio CBN Recife.

 

A pandemia causada pela Covid-19 impactou todos os mercados, incluindo o de seguro de vida. Em março de 2020, a MAG Seguros foi a primeira companhia brasileira de seguros de vida a garantir a cobertura de morte e invalidez permanente em decorrência de Covid-19. Esta decisão foi baseada em estudos da nossa área técnica em conjunto com os parceiros de resseguro, refletindo o compromisso dos nossos acionistas com o propósito da seguradora. “Nunca se perguntou tanto sobre seguro de vida. Esse aumento traduz a importância do tema e do crescimento do mercado”, explica Silva.

 

Durante o bate-papo, foi enfatizada a agilidade e o preparo das companhias para lidar com esse cenário bastante incomum. Todas as ações e entregas foram pensadas para um atendimento rápido, estando próximo aos clientes e corretores parceiros. A celeridade teve o objetivo de honrar os compromissos, para que as famílias pudessem ser atendidas e orientadas da melhor maneira possível. Além disso, os funcionários estavam preparados para, principalmente, acolher os clientes, em um momento de sensibilidade e insegurança.

 

Com as atenções voltadas para o seguro de vida, a expectativa é de um contínuo aumento do mercado. Há um enorme potencial de crescimento do segmento no país, principalmente no mercado de Risco. A sociedade brasileira está passando por uma transformação cultural acelerada, no seu entendimento da importância e do valor da proteção financeira. “Com isso, devemos estar preparados para operar num mercado ‘condenado a crescer’, porque ainda é muito pequeno quando comparado ao de outros países”, enfatiza Junio.

 

Por último, os presentes falaram sobre as novas tendências do setor, ampliação e concorrência. “Somente 15% do nosso público tem acesso a uma apólice de vida. Existe um campo de oportunidades no mercado e precisamos estar preparados para atuar como consultores e apoiar nosso cliente durante toda a jornada”, finaliza o superintendente.

 

Para conferir a live:

Cresce procura por Seguro Residencial no Ceará

A arrecadação deste seguro no estado chegou a R$ 27 milhões no acumulado de janeiro a maio deste ano

 

A pandemia e a necessidade de ficar mais tempo em casa aumentou a percepção de grande parte da população sobre a importância de outros produtos do ramo de seguros. É o caso do Seguro Residencial, proteção que ganhou força em resposta à necessidade do isolamento social. No Ceará, segundo dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), a arrecadação deste produto chegou a R$ 27 milhões no acumulado de janeiro a maio deste ano, registrando aumento de 28,4%. A alta dos Seguros Residenciais não é um fenômeno exclusivo do Ceará, mas o estado teve um crescimento superior ao do Brasil.

“Com a pandemia, nossas residência passaram do status de local onde descansamos e aproveitamos o tempo com a família para, também, de espaço onde trabalhamos, estudamos e nos divertimos. Isso trouxe a necessidade de cuidarmos mais do que possui mais significado pra gente, e durante a pandemia essa necessidade foi se tornando cada vez mais visível, afinal, nunca estivemos tanto em nossas casas. Isso de fato influenciou no aumento da procura pelo Seguro Residencial”, opina Raul Souza, executivo da área de seguros e representante do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne).

Ele afirma ainda que, quem buscou informações sobre o produto, descobriu que, apesar do que muitos ainda acham, o valor do Seguro Residencial não é alto e tem um custo-benefício considerável. “Esse é um mito que precisa ser desconstruído rapidamente para que possamos proteger e cuidar ainda mais das nossas casas. Hoje, o Seguro Residencial custa em média 0,02% do valor do imóvel e o pagamento ainda é facilitado pelas seguradoras. Se colocarmos na ponta do lápis, custa quase o mesmo, ou até menos, do que chamar uma única vez um chaveiro, por exemplo”, explica.

A flexibilização da cobertura, de acordo com perfil do contratante, é outro diferencial do Seguro Residencial. Na cobertura básica, é garantida a indenização pelos danos sofridos por incêndio e explosão na estrutura e nos bens do segurado. “Uma das coberturas que está em alta de contratação é a de danos elétricos, afinal, nossos equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos estão sendo utilizados com mais frequência e isso vem trazendo uma sobrecarga nas redes elétricas, podendo causar curtos-circuitos, queimando equipamentos e até danificando a rede elétrica doméstica. Esta proteção garante o reparo dos equipamentos afetados por um desses eventos”, completa Raul Souza.

Segundo o executivo, outra cobertura adicional ao Seguro Residencial e que está em alta é a de Responsabilidade Civil Familiar (RC Familiar). “Com ela, o segurado ganha uma proteção 24h em todo território nacional, dentro do limite contratado e dos riscos cobertos, para ele, sua família e até seu pet, caso algum deles cause danos corporais ou materiais a terceiros de forma não intencional e que possa gerar uma indenização”, afirma.

Também é possível contratar o Seguro Residencial com cobertura e serviços para usos preventivos (limpeza de caixa d’agua, por exemplo), emergenciais (chaveiro, encanador, eletricista, etc), entre outros. “O mais indicado é sempre procurar um corretor de seguros de confiança, que vai analisar o perfil do cliente e encontrar a seguradora que disponha do produto que atenda suas necessidades da melhor forma, formatando uma apólice que o manterá seguro em qualquer circunstância”, finaliza Souza.

Contratação de cobertura para bicicletas aumentou 25% no primeiro semestre de 2021

Na semana do Dia Nacional do Ciclista, comemorado em 19 de agosto, os números da seguradora reforçam a preferência do brasileiro pelas bikes na hora de se locomover pela cidade 

 

micromobilidade, ou seja, o uso de transportes leves e individuais como bicicletas para trajetos curtos chegou para ficar, e quem quer possuir um equipamento de qualidade para se locomover precisa estar atento às soluções disponíveis no mercado para proteger seu investimento. Na HDI Seguros, os clientes podem contar com a Assistência Bike, disponível dentro do Seguro Residencial oferecido pela companhia, para garantir a segurança do equipamento. Para a semana do Dia Nacional do Ciclista, comemorado em 19 de agosto, a seguradora fez um levantamento e apurou que, no primeiro semestre de 2021, a contratação desse tipo de serviço registrou um crescimento de 25% em relação ao ano anterior. Já em todo o ano de 2020, o aumento foi de aproximadamente 125%.

“Estamos assistindo a uma mudança importante na forma como o brasileiro faz sua jornada diária e como ele está cada vez mais aberto a alternativas que tragam mais comodidade e segurança”, diz Jefferson Silvestrin, Superintendente de Produtos Massificados da HDI Seguros. Ele também observa a chegada de novos perfis que procuram o produto: “Além daqueles que querem uma forma de se locomover diariamente para o trabalho evitando o transporte público, temos o segurado que, para garantir sua saúde e a realização de exercícios diários com segurança, escolheu a bike como forma de atividade física ao ar livre”.

Além da cobertura contra roubo da bicicleta dentro da residência segurada, a empresa também oferece dentro do Seguro Residencial a cobertura específica para Roubo/Furto de Bicicleta Fora da Residência, com limite máximo de indenização de R$ 10 mil por bicicleta, – que garante ao cliente a proteção contra danos ou perdas materiais causadas por roubo ou furto de bikes, inclusive as elétricas, ocorrido fora do local de risco, contemplando também a proteção dos acessórios. Na categoria Completo do Seguro Residencial, a HDI também oferta diversas assistências para o equipamento, como troca de pneus, conserto de corrente e manutenção de freios, além de montagem da bicicleta e remoção inter-hospitalar, em caso de acidente ou agressão em decorrência de roubo.

Programa Falando Seguro debate os novos rumos do Seguro de Vida

Idealizado pelo Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de Pernambuco, o programa será transmitido ao vivo pelo Youtube do Sindsegnne

 

 

O Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) recebe, na próxima segunda-feira (23), às 20h, em seu canal no Youtube, a terceira edição do programa “Falando Seguro”, idealizado pelo Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de Pernambuco (Sincor-PE). Com mediação de Mario Neto, âncora da rádio CBN Recife, o bate-papo irá debater o tema “Novos rumos do Seguro de Vida na pandemia e pós-pandemia”.

Participam da conversa o presidente do Sincor-PE, Carlos Valle; Junio Silva, conselheiro do Sindsegnne; Marco Antônio Gonçalves, presidente do conselho consultivo do grupo MAG Seguros; e Carlos Harten, advogado e presidente da Comissão Nacional de Direito Securitário da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB.

No evento, os participantes irão esclarecer as dúvidas mais frequentes sobre o Seguro de Vida, que vem registrando uma procura crescente desde o início da pandemia, no início de 2020. “Muitas pessoas ainda não têm clareza sobre o que é este seguro e como ele é importante para a proteção familiar, principalmente quando nos deparamos com situações como a pandemia, que evidenciou para muitos a fragilidade da vida”, explica Carlos Valle.

A transmissão do programa “Falando Seguro” será aberta ao público e gratuita. Para participar, basta acessar: https://www.youtube.com/watch?v=KTtDVpdu0V0

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Oferecer seguro de vida pode ajudar pequenas e médias empresas a reter talentos

 

Reter bons profissionais tem sido um desafio para as companhias. Apesar de o mercado disponibilizar, cada vez mais, pessoas com formação – técnica ou superior –, existe também a necessidade de o indivíduo ter características que se encaixem com as buscadas por uma empresa.

Dessa forma, contar com um bom pacote de benefícios pode ser um diferencial na retenção de talentos ou no momento da contratação de um colaborador, sendo que o seguro de vida pode ser uma estratégia para ajudar nesse sentido, uma vez que oferece coberturas que podem ser usufruídas ainda em vida.

O HDI Vida PME – fruto da parceria entre a HDI Seguros e a Icatu, voltado para pequenas e médias empresas – é um exemplo de como esse tipo de produto pode ser essencial em diversas situações. Entre as vantagens, disponibiliza cobertura por invalidez permanente total ou parcial por acidente, com pagamento de indenização ao segurado ainda em vida, em caso de acidentes que o impossibilitem de trabalhar. O HDI Vida PME também possibilita a inclusão automática do cônjuge e dos filhos do segurado.

“O seguro de vida protege a renda do segurado em casos inesperados até que ele consiga se reequilibrar financeiramente e o auxilia a ter uma vida mais digna. Em momentos delicados, além do apoio emocional, é reconfortante saber que teremos condições financeiras para seguir em frente. Isso também é um ponto positivo para o empreendedor que contrata o serviço para o seu pacote de benefícios, uma vez que mostra preocupação com o colaborador e também pode ajudar a reter talentos”, diz Mauricio Galian, Vice-presidente Técnico da HDI Seguros.

Além dessas vantagens, o HDI Vida PME oferece assistências que podem ser usadas em vida, como o Kit Natalidade – que oferece, em caso de nascimento de filho(a), uma cesta com produtos higiênicos e alimentícios para a mãe e para o bebê – e também a Cesta Básica – com as opções de gêneros alimentícios ou crédito em cartão, nos valores de R$ 120, R$ 160 ou R$ 180. Se a cobertura for contratada, o beneficiário receberá, mensalmente, durante 12 meses, uma cesta com gêneros alimentícios ou recarga no cartão, em caso de morte do segurado.

Atenção na hora de proteger seu veículo

É importante entender as diferenças entre Seguro Automotivo e Proteção Veicular para não cair em armadilhas

 

Muitas pessoas ainda não compreendem bem ou até mesmo desconhecem as diferenças entre o Seguro Automotivo, ofertado por empresas seguradoras, e a chamada “proteção veicular”, que funciona por meio de associações cooperativas. No entanto, é preciso atenção, pois a falta de conhecimento sobre o assunto pode acabar transformando a tranquilidade em dor de cabeça.

As associações que oferecem “proteção veicular” consistem em grupos de pessoas que se unem para ratear os custos de sinistros que, porventura, aconteçam com seus veículos, quer sejam roubos, batidas, etc. O modelo de operação dessas cooperativas se baseia no pagamento de mensalidades fixas e cobrança de um valor adicional variável que se destina a cobrir as indenizações ocorridas no período anterior, caso o “caixa” da associação não seja suficiente para arcar com tudo. Ou seja, não há previsibilidade do valor a ser pago mensalmente.

“Além disso, se os associados não quiserem ou não puderem realizar essas contribuições adicionais, o resultado pode ser a falência e o fechamento da cooperativa, sem a responsabilização de quem quer que seja, já que essas entidades, até o presente momento, não são regidas por leis nem têm suas atividades fiscalizadas”, explica Ronaldo Dalcin, presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne). O executivo reforça que são muito comuns os casos de pessoas que tiveram seus carros batidos ou roubados e estão há meses aguardando a indenização, sem garantias de que vão recebê-la.

“Diferente das empresas seguradoras que oferecem os seguros automotivos, as cooperativas não contam com a supervisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep), entidade ligada ao Ministério da Fazenda que regula e fiscaliza o setor de seguros. Por isso, elas não precisam atender às mesmas exigências de proteção ao consumidor feitas às seguradoras, como manter reservas financeiras para honrar os pagamentos, independentemente da quantidade de sinistros, e pagar a indenização integral em até 30 dias”, registra Dalcin.

Soma-se a isso o fato de que, como os clientes são considerados associados dessas cooperativas, e não consumidores de fato, eles não têm seus direitos garantidos pelo Código de Defesa do Consumidor. “É o famoso barato que sai caro. Por isso, antes de adquirir uma proteção para seu veículo, é muito importante pesquisar, conferir se a empresa que está oferecendo o produto é registrada na SUSEP e, principalmente, consultar um corretor de seguros de confiança, que é a pessoa mais capacitada para indicar as coberturas e seguradoras que melhor atendam às necessidades do cliente”, finaliza Ronaldo.

A influência da inovação no mercado de seguros

Wendell Barros – Diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne)

 

Existem vários fatores que ditam a necessidade do investimento em inovação no mercado segurador, porém, na minha opinião, o mais importante deles é o consumidor. Nosso público está cada vez mais exigente e consciente de suas reais necessidades, ampliando seu conhecimento através da grande disponibilidade e facilidade de informações, além de buscar soluções personalizadas e adequadas a sua realidade. Isso exige de todo o ecossistema o desenvolvimento de produtos, processos, serviços, canais de comunicação e relacionamento que atendam a esta demanda.

Observamos o reflexo disso na evolução de diversos players do mercado, tais como seguradoras que investiram em desenvolvimento de processos digitais, a exemplo de consultas médicas virtuais, telemetria, processos de vistoria e sinistros de forma digital, desenvolvimento de aplicativos, inteligência artificial nos canais de comunicação e criação de novos modelos de negócios.

No mesmo caminho, os corretores de seguros estão investindo cada vez mais em sistemas de gestão de negócios, ferramentas de apoio à comercialização, como multicálculo, aperfeiçoando o relacionamento com clientes pelos mais diversos canais de comunicação, quer seja com as redes sociais ou com a utilização de leads para captação de novos negócios. Além disso, estão sempre em busca de atualização com capacitação através de ambientes digitais, eventos com lideranças e entidades de mercado e visitas virtuais através de ferramentas de videoconferência.

Os órgãos reguladores, por sua vez, promoveram mudanças regulatórias significativas, como a necessidade de controle, manuseio e utilização de dados por meio da LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados. Assim como o atual processo de desenvolvimento do Open Insurance, que pretende, entre suas inovações, o compartilhamento de dados entre seguradoras e terceiros e o frequente surgimento de novas startups, conhecidas como Insurtechs.

Esses são apenas alguns exemplos da inovação do mercado segurador, que influenciam a maneira de se relacionar com clientes, a adequação de processos e utilização da tecnologia como suporte. Uma curiosidade é que observo uma forte evidência de desenvolvimento de profissionais que no passado utilizaram equipamentos como telex, polaroids e máquinas de escrever e hoje armazenam dados em nuvem.

Entendo que a inovação é fator preponderante para o contínuo crescimento do setor, assim como a certeza de que todos que fazem parte desse mercado têm a necessidade de aprender sempre, pois para acompanhar as inovações precisaremos, cada vez mais, de profissionais capacitados. Afinal, como disse Alvin Toffler, “o analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender e reaprender”.

SulAmérica realiza aporte em fundo de venture capital para investimento em startups de saúde

Fundo de venture capital será o primeiro independente focado em saúde no Brasil e a SulAmerica fará parte dessa rede

 

 

Fortalecendo ainda mais sua estratégia de inovação aberta e de fomento a novas soluções e tecnologias de saúde, a SulAmérica realizará um aporte em um novo fundo de investimentos para alavancar negócios de healthtechs e startups de empreendedores no setor de saúde no Brasil.

A SulAmerica continuará investindo, nos próximos 10 anos, no ecossistema de startups com o objetivo de ampliar o acesso e melhorar a saúde no Brasil. A esse movimento, somam-se outros investimentos já feitos em empresas como a Docway – que já realizou mais de 1 milhão de teleconsultas e na qual a SulAmérica tem 85% de participação. A companhia mantém, ainda, parcerias com healthtechs como a Memed, para prescrição médica digital, e uma joint venture com a Sharecare no Brasil, para jornadas de orientação médica telefônica e de programas de gestão de saúde, além de ter adquirido 25% da Órama, plataforma digital de investimentos com destacado crescimento e que tem o propósito de democratizar o acesso a investimentos de qualidade.

“Este investimento no fundo da Aggir Ventures Health faz parte da estratégia da SulAmérica de promover inovação em saúde. Queremos nos posicionar cada vez mais próximos do ecossistema de startups e healthtechs pois acreditamos que a tecnologia viabiliza e acelera nosso propósito de melhorar a vida das pessoas e aumenta nossa eficiência na gestão de saúde integral”, explica o CEO da SulAmérica Ricardo Bottas.”

Criado pela Aggir Ventures Health, o fundo de R$100 milhões é o primeiro veículo de venture capital independente focado no setor de saúde do Brasil e reúne um grupo seleto de investidores especializados em saúde e tecnologia. A SulAmérica é uma investidora institucional do fundo.

A criação do fundo tem como objetivo fomentar teses de investimento em diversas verticais, como gestão em saúde, saúde mental, doenças crônicas, telemedicina, senior care, oncologia, oftalmologia, entre outras. A Aggir Ventures tem foco na alavancagem das healthtechs em estágios Seed e Series A e conta com um grupo de especialistas com competências complementares para adotar um modelo de gestão hands-on, aportando capital e experiência nas empresas investidas.

Tokio Marine pretende dobrar o alcance do seguro para motocicletas em 2022

Seguradora também ampliou os serviços de assistências e aceitação de modelos do seguro para motocicletas

 

Após um ano do lançamento do seguro para motocicletas, a Tokio Marine comemora os resultados positivos que o produto tem apresentado. No período, a Seguradora registrou aproximadamente 100 mil motos seguradas em sua carteira, e tem como meta atingir 200 mil itens no próximo ano.

Para comemorar o bom desempenho, a Companhia ampliou os benefícios do produto, que além das coberturas básicas contra colisão, incêndio, roubo e furto, e Assistência 24h e Responsabilidade Civil (RCV-F), passa a incluir assistências para faróis, lanternas e retrovisores.

O seguro para motos da Tokio Marine conta ainda com o diferencial em que, ao realizar uma cotação, disponibiliza duas opções de cobertura de forma automática: compreensiva ou Indenização Integral, o que torna o produto bastante competitivo para a comercialização pelos Corretores de Seguros. De acordo com Luiz Padial, Diretor de Automóvel da Tokio Marine, a Indenização Integral prevê cobertura exclusivamente para sinistros que configurem perda total, fator bastante valorizado pelo público atendido por esse seguro.

“Além de já contemplar motocicletas novas e usadas, o produto passará a aceitar motos de até 6 anos de uso, para modelos de até 400cc, e 10 anos nos modelos acima de 400cc, além da inclusão de novas montadoras, como Kymco, Royal Enfield e Ducati”. “Estamos muito felizes com o desempenho do seguro para motos no decorrer do último ano. Nossas expectativas são dobrar o alcance desse seguro, que tem trazido um novo público para o mercado, o que colabora para a competitividade, novas oportunidades aos Corretores de Seguros e para a cultura do seguro na sociedade”, comenta Padial.

MAG Seguros debate sobre a importância do Planejamento Sucessório

 

Além da dor do luto que inúmeras famílias enfrentam quando perdem um ente querido, as pessoas ainda têm que lidar com as diversas burocracias de um inventário. Fora os transtornos que a sucessão patrimonial pode causar aos herdeiros, existem despesas adicionais com impostos e obrigações legais que param todo o processo, e é fundamental estar preparado financeiramente para momentos como esses.

 

Por isso, a MAG Seguros, companhia de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, busca sempre reforçar a importância das ferramentas de planejamento sucessório, em especial o seguro de vida e a participação ativa na distribuição de bens após o evento de morte. Na última semana, a empresa reuniu especialistas no 8º episódio do Bate Papo na Web para debater o assunto. O webinar teve a mediação do superintendente Regional, Leandro Fortunato, e a participação dos convidados líderes das unidades de Uberlândia, Gabriel Ivo, e Amanda Riffel, de Blumenau.

 

O Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) é uma das principais despesas que cercam a cessão de patrimônio. Por isso, é preciso encontrar meios para driblar dessas cobranças de forma lícita. Algumas medidas são muito adequadas e devem complementar esses planejamentos, tais como seguro de vida, plano de previdência privada, conta conjunta, fundos imobiliários, testamento e transmissão do patrimônio em vida.

 

No seguro de vida, por exemplo, o prêmio não entra no inventário e, portanto, não há incidência do ITCMD. Assim, a transferência de valores passa ser mais rápida e menos complicada. Já para pessoa jurídica, os sócios também podem contratar uma apólice, favorecendo a própria empresa ― que adquire as cotas dos herdeiros do executivo falecido e providencia a redistribuição. “Quem ama protege e se eu posso proteger minha família com um planejamento bem feito, por que não fazer? O seguro de vida, por exemplo, proporciona liquidez e dá acesso a recursos para restabelecer a vida das pessoas que amo”, completa Ivo.

 

Com relação aos planos de previdência privada, por eles não precisarem passar por inventários, estão isentos do imposto. Por isso, são opções inteligentes para proteger os herdeiros de gastos extras, por apresentar regras flexíveis. No entanto, é essencial analisar detalhadamente as propostas disponíveis no mercado, já que existem condições diferentes.

 

Os fundos imobiliários, por sua vez, atendem a famílias que possuem muitos imóveis. Os herdeiros recebem cotas e podem negociá-las para ter acesso aos recursos financeiros e permitem venda ou locação, com a consequente distribuição dos rendimentos entre os favorecidos.

 

Por fim, é possível ter conta corrente conjunta, em que filhos e cônjuges podem movimentar parte dos valores sem a necessidade de autorizações especiais. Testamento, que garante o destino dos bens de acordo com o desejo do titular, mas não elimina o inventário. E transmissão do patrimônio em vida, com cláusulas que garantam a manutenção dos poderes dos sucedidos de forma vitalícia ou até uma data previamente determinada.

 

Para conferir a live:

Tokio Marine lança programa social para jovens em situação de abrigo

Projeto Sementes do Brasil oferece aos adolescentes qualificação e direcionamento para o mercado de trabalho

 

Para fomentar os pilares de diversidade e inclusão, a Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do País, lança o projeto Sementes do Brasil, cujo objetivo é facilitar o ingresso no mercado de trabalho de jovens com idades entre 15 e 18 anos em situação de abrigo. O projeto, com foco em ações de sustentabilidade e empregabilidade, começa neste mês de agosto com a oferta de aulas de capacitação e mentoria para os jovens.

Nesta primeira iniciativa, foram selecionados 20 adolescentes residentes de abrigos na cidade de São Paulo, que receberão computadores para acompanhamento das aulas on-line. A Companhia também disponibilizará ajuda de custo mensal de meio salário mínimo para cada jovem e necessidades específicas para os abrigos participantes, como cestas básicas, internet e produtos de limpeza.

“Temos convicção de que o futuro do Brasil passa, necessariamente, pela educação. Por isso, estamos com uma expectativa extremamente positiva em relação ao Sementes do Brasil. Seremos uma rede de apoio a esses adolescentes, para que eles possam ser inseridos no mercado de trabalho e vislumbrar uma melhoria efetiva de vida, uma vez que muitos, após os 18 anos, precisam sair dos abrigos e muitas vezes ir morar nas ruas”, argumenta o Diretor Executivo de Estratégia Corporativa da Tokio Marine, Masaaki Itakura.

O programa conta com aulas semanais, com duas horas de duração, que serão ministradas por instituições de ensino criteriosamente escolhidas. Além disso, haverá uma hora semanal de mentoria para os jovens, ministrada por Colaboradores da Tokio Marine que se inscreveram voluntariamente para participar e apoiar o desenvolvimento dos adolescentes.

Com previsão de término em novembro, as aulas abordarão temas como educação financeira; autoconhecimento; orientação vocacional; diversidade e inclusão; introdução à tecnologia e inovação; e orientações para o desenvolvimento de currículo profissional. Durante o projeto, os jovens também terão lições sobre imagem pessoal e corporativa, atualidades e noções básicas de Seguros. O programa também dará orientações sobre a funcionalidade de programas como Teams, Outlook, Excel, Word e Power Point.

Ao final do programa, os jovens serão encaminhados à Techmail, para participar de processos seletivos para vagas de Jovens Aprendizes na Tokio Marine ou em outras Seguradoras. Posteriormente, a Companhia planeja direcionar os participantes para vagas no Contact Center ou em posições abertas de assistentes. “Na Tokio Marine, acreditamos que o Capital Humano é nosso ativo mais valioso, por isso, nossos esforços estão sempre voltados para oferecer oportunidade de desenvolvimento, além de fomentar a qualidade de vida, o equilíbrio e o protagonismo, dentro e fora do ambiente de trabalho. Estaremos preparados para receber estes jovens talentos”, destaca Masaaki Itakura.

Médico se envolve em fraude de seguro milionário e vira réu

 

De acordo com o portal Metrópoles, oito integrantes de uma associação criminosa especializada em simular acidentes com lanchas e carros de luxo foram indiciados pela Polícia Civil (PCDF) e denunciados pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). As investigações sobre a ação do bando ocorrem no âmbito da operação Navio Fantasma, da Divisão de Repressão a Roubos e Furtos (DRF). O grupo foi denunciado por associação criminosa e estelionato.

O cirurgião plástico Wilian Pires está entre os denunciados. Segundo as investigações da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri), o médico forjou o incêndio que destruiu duas lanchas de luxo que, juntas, somariam o valor de R$ 2 milhões. Em um dos casos, Pires incendiou um barco de 50 pés propositalmente, segundo as investigações. A lancha foi queimada em 11 de dezembro do ano passado, por volta das 20h, às margens do Lago Corumbá, em Caldas Novas (GO).

O cirurgião teria assinado o seguro do barco e se declarado como proprietário. Logo em seguida, com a ajuda de comparsas, simulou o incêndio para receber o dinheiro. Os valores seriam perto de R$ 800 mil. Em outra situação, o total referente ao sinistro ficou em de R$ 1,2 milhão, após uma nova embarcação ser incendiada de forma proposital.

Segundo o diretor da Corpatri, delegado André Leite, a atuação desse tipo de grupo desestabiliza o mercado segurador, que precisa se valer de recursos pagos por clientes honestos para compensar o prejuízo. “E isso repercute, necessariamente, no aumento dos valores de seguro para a população do Distrito Federal, que acaba suportando o prejuízo”, disse.

Ainda de acordo com o Metrópoles, nas redes sociais, Wilian Pires, que se apresenta como especialista em lipoaspiração de alta definição e mamoplastia de aumento, faz questão de ostentar uma rotina de luxo, com muitas viagens ao exterior. Sempre na companhia de mulheres, o médico também compartilha com seus seguidores passeios de barco e comemorações em restaurantes badalados da capital federal e em locais paradisíacos, como Fernando de Noronha.

Segundo o diretor da DRF, delegado Fernando Cocito, o envolvimento de embarcações nesse tipo de golpe afasta as empresas de seguro do mercado náutico, pois não há condições de suportar o risco. E isso repercute diretamente na capital federal, que possui a quarta maior frota náutica do país – são 52 mil embarcações no Lago Paranoá.

“Ressalta-se que se trata de associação criminosa armada, que, além de forjar acidentes automobilísticos e aquáticos, comercializou, em desacordo com a lei, pelo menos 11 fuzis calibre 5.56, de uso restrito, ainda não localizados”, ressaltou.

(Fonte: Portal CQSC)

MAG Seguros reúne atleta do nado artístico e sua avó em vídeo emocionante

 

A MAG Seguros, companhia de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, contou a história da atleta do nado artístico, Maria Clara Lobo, e da sua avó, Ana Maria Lobo. Maria Clara é, atualmente, uma das principais atletas da sua modalidade e conheceu o esporte pela sua avó. Ana Maria é uma veterana no esporte e foi a maior incentivadora da neta. A ação celebrou o dia dos Avós, comemorado no último dia 26.

No vídeo, as duas relembram momentos que passaram juntas nas competições internacionais. Além disso, falaram sobre a dedicação e o amor que ambas sentem pelo esporte. “Nosso objetivo foi trazer uma homenagem mostrando todo amor, compreensão e carinho passados de avó para neta. Além de destacar o valor inestimável do legado da família Lobo para o nado artístico” explica Mirella Lavrini, superintendente de Marca e Comunicação da MAG Seguros.

A MAG Seguros tem forte relação com o esporte. Além de patrocinar os esportes olímpicos do Flamengo, a companhia também patrocina há anos a Copa Intelbras do Brasil e tem parceria com diversos clubes por meio da oferta de cobertura de seguro de vida para atletas e sócios torcedores.

 

Assista aqui a homenagem:

 

Programa Falando Seguro debate os riscos, obrigações e direitos dos condomínios

Idealizado pelo Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de Pernambuco, o programa será transmitido ao vivo pelo Youtube do Sindsegnne e falará sobre a importância do Seguro Condomínio

 

O Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) recebe, nesta quarta-feira (28), às 20h, em seu canal no Youtube, a segunda edição do programa “Falando Seguro”, idealizado pelo Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de Pernambuco (Sincor-PE). Com mediação de Mario Neto, âncora da rádio CBN Recife, o bate-papo irá debater o tema “Condomínios: riscos, obrigações e direitos”.

Participam da conversa o presidente do Sincor-PE, Carlos Valle; o vice-presidente do Sindsegnne, Rinaldo Lima; o tenente coronel Augusto, do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Pernambuco (CBM-PE); Márcio Gomes, presidente do Sindicato da Habitação de Pernambuco (SECOVI-PE); e o vereador do Recife Alcides Teixeira.

No evento, os participantes irão esclarecer as dúvidas mais frequentes sobre o seguro para condomínios, comerciais, residenciais ou mistos, sejam eles verticais ou horizontais, que tem sua obrigatoriedade garantida no Código Civil brasileiro pela Lei nº 13.777, de 2018. “Muita gente pensa que não, mas são vários os riscos aos quais os condomínios estão sujeitos e ter essa proteção traz segurança para todos, sendo a garantia da sua contratação uma obrigação dos síndicos”, explica Carlos Valle.

A transmissão do programa “Falando Seguro” será aberta ao público e gratuita. Para participar, basta acessar o canal do Sindsegnne no Youtube (www.youtube.com/SindsegNNE), inscrever-se e ativar as notificações para receber alertas sempre que um novo vídeo for publicado.

“Que seguro é esse?” estreia no Canal CNseg no YouTube amanhã

Um novo programa estreia na grade do Canal CNseg no YouTube, no próximo dia 27. “Que seguro é esse?”, apresentado pelo Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, reunirá especialistas para detalhar o funcionamento e as regras dos produtos disponíveis no mercado.

Aderente ao Programa de Educação em Seguros da CNseg, a estreia tratará do seguro de Responsabilidade Civil (RC), apresentando as principais características das cinco modalidades disponíveis: RC de Administradores, RC Profissional, RC para Riscos Ambientais, RC de Riscos Cibernéticos e RC Familiar. Todos cobrem danos causados a outras pessoas.

O primeiro programa terá como convidados o Diretor-Executivo da Federação Nacional de Seguros (FenSeg), Danilo Silveira, e o Coordenador da Comissão de seguros de Linhas Financeiras da FenSeg, Gustavo Galrão. A partir do dia 27, o programa estará disponível no Canal CNseg.

O compromisso da CNSEG com a responsabilidade histórica

Documento emitido em 16 de março de 1972 pela Yorkshire, seguradora responsável pela indenização do condomínio do Edifício Andraus, com a lista das empresas instaladas, das seguradoras responsáveis pelas indenizações e a estimativa dos prejuízos

 

Há 70 anos a Confederação Nacional de Seguros – CNseg é testemunha ocular da evolução do mercado segurador brasileiro e partícipe de momentos icônicos da sua história. As memórias, a trajetória e o legado da Confederação foram reunidos no Centro de Documentação e Memória do Mercado Segurador – CEDOM, demandado pelo modelo de governança corporativa adotado pela CNseg, em 2011, na gestão do então presidente Jorge Hilário Gouvêa Vieira, teve seu processo de criação iniciado durante o mandato de Marco Antonio Rossi, no ano de 2014.

O Centro de Documentação e Memória do Mercado Segurador nasceu com a missão de ser um centro de referência sobre a história do setor e um importante canal de aproximação entre o mercado de seguros e a sociedade, e desde a sua criação vem desenvolvendo importantes ações que materializam o compromisso da CNseg com a sua responsabilidade histórica. Conceito que, segundo Paulo Nassar, presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) “[…] leva em conta as responsabilidades comercial, legal, ambiental, cultural, social e política num contexto sistêmico, relacionado às atividades humanas. Para a empresa responder à sociedade com legitimidade, é preciso que seja vista tendo por base uma linha do tempo, na qual se possa fazer uma análise atitudinal e se perceba a energia dinâmica que transita entre passado futuro, que permite entender o presente e inferir quais impactos serão gerados” (NASSAR, 2012, p.368).

Foi nesse sentido que Solange Beatriz Mendes, em entrevista concedida ao CEDOM, em 06 de julho de 2016, destacou o importante papel do CEDOM — um dos projetos voltados ao mercado segurador desenvolvido quando esteve à frente da Diretoria Executiva: “O Centro de Documentação e Memória é um resgate da história do setor de seguros, um setor importante, um setor que merece ter sua história registrada [..]” (MENDES, 2016).

O projeto de implantação do CEDOM teve início em agosto de 2014, com o tratamento de acervos de valor histórico captados pela Biblioteca Luiz Mendonça. Este trabalho contou com a expertise de consultoria técnica e com a participação de membros da equipe interna de comunicação.

Entre os documentos que receberam tratamento técnico especializado destacam-se as coleções Revista de Seguros e Revista do IRB, além de obras sobre aspectos históricos e jurídicos do seguro, documentos textuais, fotográficos, audiovisuais e peças tridimensionais que retratam a história institucional da CNseg. Em 2016, o CEDOM deu início ao trabalho de digitalização de acervos com o objetivo de perenizar e facilitar o acesso à memória do setor. Além de centenas de itens audiovisuais e fotográficos, o CEDOM digitalizou 376 edições da Revista de Seguros e mais de 400 artigos do ilustre jornalista Luiz Mendonça.

Paralelamente às atividades de tratamento e digitalização de acervos, o CEDOM deu início ao mapeamento e à captação de documentos nas Federações que compõem a CNseg, em arquivos da cidade do Rio de Janeiro, nas seguradoras, e em instituições representativas do setor. Mais de 15 instituições foram contatadas pela equipe do CEDOM, que esteve pessoalmente no Arquivo Nacional, na Biblioteca Nacional, na Associação Comercial do Rio de Janeiro, na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Arquivo Histórico do Itamaraty, no CPDOC da FGV e nas seguradoras SulAmérica, Bradesco Seguros, Mongeral e Prudential, tendo sido muito bem recebida por estas instituições.

Entre os documentos mapeados destacamos a Apólice da Companhia Mútua de Seguro de Vida dos Escravos, localizada na Biblioteca Nacional. Datado de 06 de agosto de 1860, o documento assegura a Antônio Pereira Borges o valor “em que foi estimado a preta Josefina de nação crioula” (COMPANHIA MÚTUA…, 1860). No Arquivo Nacional foram referenciados um curioso processo sobre a falsificação de apólices no início do século XX (1908-1909) e uma apólice de seguro de navio negreiro (1831-1838).

As apólices mapeadas refletem a mentalidade de uma época em que escravos eram “considerados mercadorias e tinham seguros contratados por seus proprietários por danos durante o transporte ou por morte natural nos engenhos”, afirma a CNseg (CNSEG, 13 de maio de 2019). O trabalho de recuperação de registros que retratam um período tão sombrio da história do Brasil é isento de saudosismos, e se atém à reconstituição da evolução de carteiras de seguros no país.

Outro registro que merece destaque é a apólice de vida do grande poeta e cronista brasileiro Carlos Drummond de Andrade, emitida pela Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais, em 27 de maio de 1931, quando o beneficiário contava com a tenra idade de 28 anos. Localizada no acervo da Fundação Casa de Rui Barbosa, a apólice foi referenciada na base de dados do CEDOM e pode ser acessada mediante prévia autorização dos herdeiros de Drummond.

Além da evolução de carteiras de seguros, também compõem a linha de acervo do CEDOM: as contribuições do seguro para o desenvolvimento econômico e social do Brasil, sinistros que marcaram época e geraram pontos de inflexão na atividade seguradora, marcos regulatórios do setor, e estratégias inovadoras voltadas à difusão da cultura do seguro. Estes temas têm orientado não só a captação de acervos como também a produção dos conteúdos que são veiculados no Portal do CEDOM.

O lançamento do Portal do CEDOM, em 25 de julho de 2016, tornou público o trabalho integrado de pesquisa, mapeamento e captação de acervos, e produção de conteúdo, que vinha sendo desenvolvido desde 2014. O site também reúne entrevistas exclusivas com personalidades e profissionais do mercado segurador que testemunharam diferentes conjunturas e fatos relevantes da história contemporânea do seguro, e pode ser consultado através do endereço: cedom.cnseg.org.br.

No campo de contribuições do seguro para o desenvolvimento do país foram levantados registros sobre a participação do mercado segurador na construção de grandes obras de infraestrutura, como por exemplo, a construção de Brasília, que teve todos os riscos de vida e ramos elementares cobertos pela seguradora Equitativa. Além de enriquecer o acervo do CEDOM, os documentos levantados embasaram a escrita do destaque “O seguro conquista o coração do Brasil”, que integra a série “70 anos da CNseg” lançado neste ano.

Também foram referenciadas na base de dados do CEDOM fotografias e matérias de época sobre a participação do mercado segurador na construção da Ponte Rio-Niterói e da maior hidrelétrica do mundo – a Usina Hidrelétrica de Itaipu. O CEDOM recebeu ainda uma doação de valor inestimável do Sr. João Gilberto Possiede: a cópia da apólice de seguro garantia feita pela Bamerindus Companhia de Seguros ao Consórcio Itaipu Eletromecânico – CIEM, em 1978.

Após amplo trabalho de investigação, a equipe técnica do CEDOM também localizou a Escritura de Constituição da Fundação Getúlio Vargas no 17º Ofício de Notas da cidade do Rio de Janeiro. O documento que descreve a contribuição do setor para a criação da FGV foi digitalizado com o patrocínio da CNseg e colocado à disposição de pesquisadores de todo o Brasil através do banco de dados do CEDOM.

As pesquisas sobre a vertente de grandes sinistros revelam que se não fosse a solidez do mercado segurador muitos empreendimentos nacionais poderiam não ter sobrevivido às fortes intempéries. O acervo reúne registros do incêndio da fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campo, em 1970, além de comprovantes originais das indenizações pagas pelo incêndio do Edifício Andraus, ocorrido em 24 de fevereiro de 1972, no centro de São Paulo.

Os dois episódios tiveram ampla repercussão na imprensa. O incêndio da Volkswagen foi classificado pelo jornal Correio da Manhã como “um dos maiores incêndios já registrados na história de São Paulo” (INCÊNDIO…, 1970). Já a Revista Manchete afirmou que “jamais em toda a América do Sul um desastre causou tanto prejuízo” (O INCÊNDIO…,1971). Estas pesquisas foram consolidadas no destaque “Seguro: Proteção eficaz contra riscos que ameaçam empresas no Brasil”, que também integra a série “70 anos da CNseg”.

O acervo reúne ainda registros do primeiro contrato firmado entre a Petrobras e o mercado segurador brasileiro, após o primeiro blow out na plataforma Enchova em 1984. Na ocasião, a Petrobras admitiu que até aquele momento não havia contratado seguro para os seus empreendimentos. A revelação gerou grande repercussão no mercado de seguros, e o pronunciamento da Fenaseg no Boletim Informativo nº 777 ganhou as páginas de jornais de todo o Brasil:

Todo o patrimônio está sujeito a risco de perda, suscitando na administração empresarial dois tipos de opção: a transferência desse risco, através do seguro, a quem melhor possa absorvê-lo ou a adoção do autosseguro, que é bancar o risco, assumi-lo por conta própria. Entre as duas opções não há que hesitar, tal a racionalidade que está impregnada a escolha do seguro (JORNAL DO COMMERCIO, 24 de agosto de 1984).

Ao todo, foi segurado um patrimônio da ordem de 4,5 bilhões de dólares, compreendendo: 7 plataformas de produção, 49 plataformas de produção de médio porte e 12 sistemas flutuantes de produção. O risco foi assumido por todas as seguradoras que operavam no ramo, tendo como líder a Bamerindus Companhia de Seguros. O que excedeu a capacidade do mercado segurador brasileiro foi colocado no exterior pelo IRB.

Poucos meses após o início da vigência do contrato, a plataforma Enchova sofreu o segundo incidente e foi consumida pelo fogo. Graças à cobertura do seguro, a Petrobras recebeu uma indenização de mais de 300 milhões de dólares. “Bom para a Petrobras, que pagou menos para ter seu patrimônio garantido. Bom para o país, que economizou divisas”, afirmou o anúncio do Comitê de Divulgação Institucional do Seguro – Codiseg, veiculado no Jornal do Brasil em 31 de maio de 1988. O levantamento destes e de outros registros de marcos relevantes do setor são alvo de pesquisas constantes da equipe do CEDOM.

No campo da difusão da cultura do seguro, o CEDOM tem se voltado ao regaste de campanhas publicitárias que contribuíram para tornar o seguro mais conhecido da população. A inserção do seguro nas novelas Dancin’ Days e Vale Tudo, que foram ao ar pela Rede Globo em 1978 e 1988, respectivamente, foram rememoradas pelo destaque que marcou o aniversário da CNseg no mês de junho, intitulado “CNseg completa 70 anos”.

O texto também destaca as campanhas publicitárias da Fenaseg que foram prestigiadas com o Prêmio Colunistas – “Ser útil à Sociedade. O pensamento que une as empresas de seguro” (1979), “Incêndio” (1982), “São Pedro” (1983), “Escoceses” (1993), “Robauto” (1995) e “O que você tem, você mantém” (1997) – uma iniciativa da Associação Brasileira dos Colunistas de Marketing e Propaganda – Abracomp. O portal do CEDOM também conta com uma série de destaques que reconstituem a evolução do Marketing do seguro desde o século XIX, quando os anúncios eram divulgados no formato de classificados, passando pelo surgimento dos primeiros anúncios ilustrados, e chegando aos dias atuais, com campanhas publicitárias que superam sucessivos recordes de criatividade e bom humor.

Atualmente o acervo do Centro de Documentação reúne mais de 164 mil itens documentais e o investimento na digitalização do acervo tem rendido bons frutos. Durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) a equipe técnica do CEDOM pôde dar continuidade aos trabalhos em curso de forma remota, com direito à ampliação do escopo de atividades. No começo do ano foram iniciadas pesquisas voltadas à criação da Galeria de Presidentes da CNseg e à estruturação de dossiês de personalidades do setor. A série de dossiês foi aberta com “A trajetória de Antonio Carlos de Almeida Braga”, uma homenagem ao grande Braguinha, que faleceu em 12 de janeiro, deixando um enorme legado de contribuições ao mercado segurador.

O CEDOM também acaba de iniciar uma nova série de depoimentos que tem como fio condutor a trajetória dos depoentes selecionados, o significado dos 70 anos da CNseg, o impacto da pandemia no mercado de seguros e as perspectivas para o pós-pandemia.

Em entrevista recente concedida ao CEDOM o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, reafirmou a importância de registrar os avanços, as potencialidades e até mesmo os fracassos e deficiências do setor para a consolidação do aprendizado civilizatório. Para ele, a promoção de maior incentivo à preservação da memória no país pode contribuir para que o Brasil alcance patamares ainda maiores de desenvolvimento. (CORIOLANO, 2021).

CNseg lança folder institucional 2021

CNseg – Confederação Nacional das Seguradoras reuniu os dados do mercado de seguros e lançou o seu folder institucional 2021. A forma visual apresentada ajuda a entender, de maneira fácil, a importância estratégica dos seguros para o Brasil.

Na composição do mercado, temos 123 seguradoras, e mais de 93 mil corretores de seguros. Em saúde, 969 operadoras de planos e seguros privados de assistência, cobrindo quase 25% da população brasileira. A demanda anual de seguros representa cerca de 6,7% do PIB, e o lastro que garante os riscos é da ordem de 1,5 trilhão, o que corresponde a perto de 24% da dívida pública do Brasil.

São números grandiosos, que nos colocam como líderes na América Latina. (Fonte: CNseg)

Emenda que propõe regularizar associações de proteção veicular é rejeitada na Câmara dos Deputados

Julgada como inconstitucional, Emenda 162 da Medida Provisória nº 1.040/2021 está agora em tramitação no Senado Federal. A proposta é considerada danosa para os Direitos dos Consumidores

 

Após ser considerada inconstitucional pelo Plenário da Câmara dos Deputados, a Emenda 162, disposta na Medida Provisória nº 1.040/2021, e que propõe a regularização das atividades exercidas pelas Associações de Proteção Veicular, entidades que até o momento operam à margem da lei, segue agora para a avaliação do Senado Federal. A expectativa é que os senadores sigam o posicionamento dos deputados na rejeição à emenda, já que a proposta é considerada danosa para os Direitos dos Consumidores.

 

O deputado federal Augusto Coutinho, que é membro das Comissões do Trabalho, Desenvolvimento Econômico e Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados, foi um dos parlamentares contrários à aprovação da Emenda 162, já que as mudanças na legislação não iriam impor as mesmas regras as quais as empresas seguradoras já se submetem, promovendo não só uma concorrência desleal, como também deixando o consumidor brasileiro ainda mais exposto ao risco de ficar sem o seu patrimônio e sem a indenização, como já vem acontecendo com frequência no país. “Nosso mandato também é pautado pela defesa dos interesses consumidor e do mercado. Ao defendermos essa matéria, nós damos mais segurança ao cidadão em adquirir seguros mais eficazes, e, ao mesmo tempo, damos condições mais justas ao mercado de seguros”, afirma o deputado Augusto Coutinho.

 

Isso porque as associações e cooperativas que oferecem a proteção veicular ou outras proteções patrimoniais operam sem a existência de contratos. Além disso, os clientes são considerados associados e não consumidores dessas empresas, encontrando dificuldades de obter seus direitos por meio do Código de Defesa do Consumidor.

 

Segundo Ronaldo Dalcin, presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), a Emenda 162 da MP 1.040 também não obriga as associações a constituírem reserva técnica financeira para honrar seus pagamentos, nem a recolherem impostos como as empresas seguradoras já fazem. “A expectativa do setor segurador e daqueles que prezam pela manutenção dos direitos conquistados pelos consumidores até o momento é que os senadores, como representantes do povo, entendam a extensão dos danos que a aprovação da Emenda 162 pode trazer, mantendo a visão já posta pelos deputados de que a proposta é inconstitucional”, frisa Dalcin. Tramitando em regime de urgência, a Medida Provisória nº 1.040/2021 tem até o dia 09 de agosto deste ano para ser deliberada.

Tokio Marine inova e amplia aceitação para veículos blindados no Seguro Auto

Corretores de seguros podem fazer todo o processo de cotação, envio de documentos e contratação on-line

Em busca constante pelo atendimento às necessidades de diversos perfis de segurados, a Tokio Marine passa a aceitar a modalidade de veículos blindados nas apólices de Seguro Auto. A novidade atende um público de alta renda e vai ao encontro da queda do custo de blindagem, que atualmente chega a 40% do valor total do veículo.

A aceitação de veículos blindados também possibilita maior autonomia aos Corretores de Seguros, que podem fazer todo o processo de cotação, envio de documentos e contratação on-line. “Isso traz mais agilidade ao dia a dia dos nossos parceiros de negócios e colabora para que possam focar na ampliação de suas carteiras e em um atendimento consultivo aos segurados”, destaca Luiz Padial, Diretor de Automóvel da Tokio Marine.

Além disso, a novidade torna ainda mais completo o amplo portfólio de produtos da Carteira de Automóvel da Tokio Marine. A Seguradora atende todos os veículos e consumidores de automóveis de passeio, assim como pick-ups, motos e caminhões, com soluções para todos os bolsos.

Com ampla aceitação e presença principalmente nos grandes centros, um diferencial do seguro para essa modalidade de veículos é a flexibilidade da contratação de cobertura de blindagem, além da cobertura exclusiva para vidros blindados. “Estamos fincando a bandeira de aceitação de blindados e já notamos uma boa receptividade do produto pelos segurados e pelos Corretores de Seguros”, pontua Padial.

Presidente da CNseg traça panorama do Setor Segurador em programa de TV da Assembleia Legislativa de Sergipe

 

O presidente da CNseg, Marcio Coriolano, participou, nesta terça-feira, 12, da abertura de uma série jornalística sobre seguros, apresentada pelo programa Além da Pauta, da Tevê da Assembleia Legislativa de Sergipe (TV Alese). A série diária será apresentada até quinta-feira, tratando de diversos aspectos do setor de seguros.

No encontro, Marcio Coriolano destacou a abrangência do seguro na vida das empresas e das pessoas, avaliou a retração ocorrida nos meses iniciais da pandemia, decretada em março do ano passado, a reação da contratação de coberturas a partir de junho, e algumas modalidades que se descolaram do baixo crescimento do setor ocorrido no ano passado (1,2% de alta, depois de uma expansão de 12,2% ocorrida em 2019), casos esses dos seguros de Saúde, de Vida, Residencial e Habitacional, entre outros ramos. Outras modalidades começam a dar saltos, como o de riscos cibernéticos, a linha de Responsabilidade Civil,

Marcio Coriolano reconheceu que o mercado convive com crescimento de fraudes, mas assinalou que algo mais preocupante que sua incidência é a expansão da concorrência abusiva gerada pelas empresas de proteção veicular.

Para ele, a presença delas é ainda mais danosa do que a fraude, porque tais associações se apresentam como seguradoras, inclusive apropriando-se do seu jargão técnico, sem ter os atributos que operar em conformidade com a legislação de seguros e com as regras prudenciais.

Hoje, há um crescimento superlativo de ações civis públicas – perto de 500 – que tentam barrar a ação irregular da proteção veicular, que avança porque a Susep e Procons não têm instrumentos adequados para coibir a atuação.

 

Matéria do jornal O Globo mostra que proteção veicular é vendida como seguro, mas não é bem assim…

Proteção veicular é vendida como seguro, mas não é: entenda os riscos e as diferenças entre os produtos

Segmento não tem regulação e desde 2015 já existem 353 ações civis públicas sobre o tema

Por LUCIANA CASEMIRO
Dezesseis entidades do setor de seguros, encabeçadas pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), promovem uma campanha de alerta sobre os riscos da proteção veicular. Vendida por associações como se fosse seguro, a proteção veicular é mais barata do que o serviço tradicional, mas não oferece as mesmas garantias.
Site (www.seguroautosim.com.br), vídeos e cartilha – com um comparativo entre o seguro de automóveis e a proteção veicular – fazem parte do material desenvolvido pelo setor para alertar os brasileiros sobre as diferenças entre os dois produtos.
Considerado um mercado paralelo, por não ter regulação, o segmento acumula, desde 2015, 353 ações civis públicas movidas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão responsável pelo controle e fiscalização do mercado de seguros, em parceria com o Ministério Público Federal (MPF).
Segundo a Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção Contra Riscos Patrimoniais (AAAPV), há 2.500 sociedades mútuas no país, que movimentaram R$ 7,2 bilhões em 2020, com cobertura para cerca de 5,3 milhões de veículos.
Durante a pandemia, segundo a Associação Brasileira de Procons (Procons Brasil), aumentaram as reclamações contra a proteção veicular.
– Acho que o aumento das queixas está diretamente relacionado à perda de renda das famílias e à busca de alternativas mais baratas. Quando os problemas acontecem, no entanto, há resistência das associações em cumprir o que determina o Código de Defesa do Consumidor, sendo difícil firmar acordos. E, quando eles acontecem, nem sempre são horados – relata Filipe Vieira, presidente da Procons Brasil.

RISCO DE NÃO RECEBER

Danilo Silveira, diretor executivo da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), lembra que a proteção veicular começou nos anos 1980 entre caminhoneiros, em Minas Gerais. De lá para cá, as associações não somente massificaram a atuação, como ampliaram o leque de ofertas para ramos como vida, previdência e residencial. E alerta:
– Na proteção veicular, não há transferência de risco ou gestão de risco. E o próprio associado que assume sua proteção. Ele assina um contrato de responsabilidade mútua e divide o risco com os demais associados. Em caso de prejuízo, é feito um rateio entre todos. Na prática, o pagamento de indenização dependerá do caixa da entidade, o que significa um futuro incerto. Além da mensalidade fixa, há um valor variável, destinado a cobrir as indenizações, se o caixa da associação não for suficiente.
Para Ricardo Morishita, especialista em Direito do Consumidor e professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), a questão em discussão é a falta de informação.
– O consumidor não tem informação suficiente. Compra pelo que vê e reclama daquilo que não viu. Há três riscos: não receber a indenização, ter que pagar mais do que o previsto e, se tudo der errado, a dificuldade de ter a quem reclamar. A mútua pode existir, mas com características muito definidas, tanto quanto o associativismo, como restrição geográfica. Ao vender massivamente, essas instituições descaracterizam ambos. O caminho é a regulação- diz.
A regulação também é o caminho defendido por Mareio Coriolano, presidente da CNseg:
– O que propomos não é que deixem de existir, mas que haja um regramento. A solução seria uma regulação como a feita para os planos de saúde, em 1998, que tem regras proporcionais. Para um plano de autogestão, por exemplo, a exigência é diferente daquela feita a grandes operadoras. Antes da lei, o setor de saúde sofria o mesmo problema – lembra o executivo.
Há vários projetos em tramitação no Congresso Nacional sobre a regulação do segmento. O mais adiantado é o PLP 519/2018. Para Raul Canal, presidente da AAAPV, que representa cerca de 300 associações, seriam necessários ajustes para que a lei atendesse as entidades do setor.
A agência ingressou como amicus curiae em todas as ações em curso na Justiça e diz estar conversando com a Susep e o MPF, em busca de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que defina regras claras.
Canal afirma que a AAAPV orienta que as associações sigam o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e restrinjam a atuação a pequenos grupos de pessoas. Ele ainda acrescenta:
– Se houver alguma indução ao erro, que leve o público a confundir a proteção veicular com o seguro, a divulgação é retirada do ar pelo nosso Tribunal de Ética.

DESREGULAMENTAR É OPÇÃO

Igor Lourenço, diretor da Susep, diz que a agência reguladora atua em duas frentes: uma é a de repressão ao que o mercado denomina de “marginal”; a outra é a desregulamentação do setor, permitindo que as seguradoras lancem produtos mais baratos para concorrerem com esse mercado paralelo.
– A desregulamentação permite a oferta de produtos mais simples, mais baratos, atraindo pessoas que não poderíam adquirir o produto tradicional. Diminui o gap de preço em relação à proteção veicular. O importante é que as pessoas comuniquem à Susep quando tiverem problemas e verifiquem se estão negociando com uma seguradora sempre que tiverem dúvidas – ressalta Lourenço.

Entenda algumas diferenças

  • Pagamento:
    O seguro tem um valor anual, que pode ser dividido em 12 meses, o chamado prêmio. Na proteção veicular, há uma parcela fixa e uma variável, que dependerá do caixa da associação para arcar com suas obrigações e exigir o rateio.
  • Indenização:
    No seguro, a indenização é certa, eo prazo máximo para pagamento é determinado pela Susep. Na proteção veicular, não há garantia de recebimento do valor integral da indenização. pois depende do caixa da associação, podendo o pagamento ser parcelado.
  • Risco:
    No caso do seguro, o risco é todo da empresa. Quando se fala em proteção veicular, o associado compartilha esse risco, ou seja. há um rateio de prejuízos.

Código de Defesa do Consumidor (CDC):

  • Algumas associações dizem que o CDC não se aplica à proteção veicular. o que especialistas contestam, pois a venda massificada descaracteriza o caráter associativista dessas instituições.
  • Fiscalização:
    O setor de seguros é fiscalizado pela Susep. A proteção veicular não tem regulador, mas o setor tem uma agência de adesão voluntária. Para se associar, há regras, como cumprimento de código de ética e criação de fundo de reserva.
  • A quem reclamar:
    Em caso de problema com uma seguradora ou uma associação que comercializa proteção veicular, deve-se fazer queixa à Susep e ao Procon.Há casos que vão parar na polícia e na Justiça.

Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/protecao-veicular-vendida-como-seguro-mas-nao-entenda-os-riscos-as-diferencas-entre-os-produtos-25101773 (Fonte: CNseg)

Organização e Planejamento de Vendas é o tema do próximo webinar da MAG Seguros

Na próxima segunda-feira (12), a MAG Seguros, companhia de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, reunirá experts para compartilhar seus conhecimentos e debater técnicas de vendas. Estarão presentes Ana Cristina Portella, gerente comercial da seguradora, Ari Ruys, superintendente Regional SP/Sul, e Rodrigo Moscoso, superintendente de Previdência Pública e Instituídos. A live será transmitida no canal do Youtube da seguradora, a partir das 17 horas.

A jornada de uma venda de seguro de vida é mais ampla do que oferecer e produto e é preciso saber organizar e planejar essa ação de forma assertiva. A pandemia mudou a forma como trabalhamos e o contato com o cliente ficou à distância de um clique. Isso reduziu barreiras e empoderou os consumidores.

O webinar é parte do programa criado pela seguradora, o ‘Bate-papo na Web’, que tem como objetivo apoiar e trazer informação aos corretores parceiros de forma interativa e dinâmica para apresentar oportunidades de mercado, novidades de portfólio e debater o segmento com os principais especialistas da companhia.

Para assistir ao webinar, basta acessar o canal Youtube da seguradora:

https://www.youtube.com/watch?v=i18MdTf82G4

Valmir Rodrigues é o convidado do Programa Seguro deste domingo

Executivo participa de bate-papo com o apresentador Boris Ber

 

Neste domingo, 11 de julho, o Programa Seguro recebe Valmir Rodrigues. O bate-papo, comandado pelo Corretor e Apresentador Boris Ber, vai ao ar pela TV Gazeta, às 20h30. Na conversa, os dois falam sobre a trajetória do executivo, que este ano anunciou sua aposentadoria, depois de 30 anos de serviços prestados à Tokio Marine. Entre os destaques da conversa, Valmir detalha como ficará a estrutura de atendimento comercial aos Corretores e Assessorias que trabalham com a Seguradora após sua saída.

Durante a entrevista, Valmir Rodrigues fala também sobre sua experiência como gestor; investimentos da Companhia em pessoas, treinamentos e tecnologia; o trabalho com os Corretores de menor porte para a adaptação às ferramentas tecnológicas e os desafios das Assessorias de Seguros, que representam 30% da carteira de Automóvel da Seguradora.

Outros temas abordados são a entrega de soluções que atendam cada vez mais às necessidades dos Corretores de Seguros e os novos hábitos de consumo dos Segurados, a estrutura comercial de atendimento aos Parceiros com a aposentadoria do executivo e o legado que sua gestão deixa para a Tokio Marine e para o mercado de seguros. “Participar do Programa Seguro é sempre uma boa oportunidade de disseminar a importância do nosso segmento e, dessa vez, também foi uma oportunidade de agradecer ao mercado e aos Corretores de Seguros pela parceria dos últimos 30 anos”, afirma Rodrigues.

O Programa Seguro, que, em função da Covid-19, está sendo gravado a distância, em formato de videoconferência, busca levar aos profissionais da área e aos consumidores em geral informações sobre produtos e serviços relacionados à proteção de sua vida e de seu patrimônio.

Serviço: Programa Seguro

Data: 11 de julho de 2021

Horário: 20h30

TV Gazeta

Webinar discute as oportunidades e desafios trazidos pela flexibilização dos normativos de seguro

 

Em mais uma parceria, o Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindsegnne) e o Sindicato das Seguradoras da Bahia, Sergipe e Tocantins (Sindseg BA/SE/TO) promovem, no dia 14 de julho, às 11h, o webinar “Flexibilização dos Normativos de Seguro: Desafios e Oportunidades para o Setor”. O evento contará com a presença do presidente e do diretor executivo da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antônio Trindade e Danilo Silveira, respectivamente.

Com mediação de Ronaldo Dalcin, presidente do Sindsegnne, e Alexandro Barbosa, presidente do Sindseg BA/SE/TO, o webinar irá debater as recentes mudanças e seus impactos para o mercado segurador, como a ampliação do potencial de coberturas das apólices. Novos normativos permitem a criação de produtos mais simplificados, o que, na prática, pode significar muitos benefícios quanto ao custo final do seguro para o consumidor.

Precursora dessas mudanças, a Circular 621 – que estrutura o marco regulatório para seguros de Danos e Massificados e sancionada recentemente pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) – assim como a Resolução CNSP 407, voltada para Grandes Riscos e em processo de tramitação – são objetos de atenção das seguradoras e corretores de seguros, atualmente.

“A intenção principal deste evento é fazer jus às funções de ambos os sindicatos, que incluem ajudar na disseminação e fortalecimento da cultura de seguros no país, e manter informados os agentes do nosso ecossistema, assim como os consumidores, sobre as mudanças que impactam o segmento segurador”, afirma Ronaldo Dalcin.

Alexandro Barbosa complementa falando sobre a importância de reunir, no webinar, expoentes do mercado para enriquecer o debate. “Estaremos muito bem amparados pela avaliação técnica do presidente e diretor executivo da FenSeg para esclarecer essas novas dinâmicas do nosso segmento. A ideia é que todos os participantes possam esclarecer duas dúvidas, dar opiniões e debater junto conosco”, explica.

O webinar “Flexibilização dos Normativos de Seguro: Desafios e Oportunidades para o Setor” será transmitido via Zoom. Os interessados em participar devem realizar a inscrição previamente pelo link https://bit.ly/3qOkldA, preenchendo os dados solicitados para receber as instruções de acesso à sala no dia do evento.

Questões climáticas, sociais e ambientais passam a ser exigidas no gerenciamento de risco das instituições financeiras

Por Marcio Coriolano – Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg

 

Em 7 de abril o Banco Central abriu consulta pública sobre as formas de aprimorar o gerenciamento de riscos sociais, ambientais, e ainda climáticos físicos e riscos climáticos de transição, este último relacionado ao processo de uma economia de baixo carbono. É um grande passo para avançar na direção de novos modelos que incorporem a agenda ASG nas organizações. A proposta inclui estes riscos no gerenciamento dos demais já tradicionais do Sistema Financeiro Nacional: riscos de crédito, de mercado, de liquidez e operacionais. A consulta fica aberta até 5 de junho.

A nova Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC) está prevista para execução em duas fases – divulgação ao público externo e fortalecimento da estrutura de governança – e traz, entre outras inovações, o monitoramento da reputação das instituições reguladas pelo BC, exigindo novas estruturas de governança específicas ao tema. Outro fator a ser medido será o impacto da concentração em setores econômicos ou regiões geográficas mais suscetíveis aos danos relacionados.

A revisão de normativos que considerem esses aspectos nas operações é tendência internacional de reguladores do sistema financeiro, incluindo Susep. A elaboração de uma Política de Responsabilidade Socioambiental para o setor de seguros e de normativos voltados para o aprimoramento da gestão de riscos ASG (Ambiental, Social e Governança) fazem parte do plano de regulação da autarquia ainda para 2021. A expectativa é que as empresas passem a incorporar essas dimensões no planejamento estratégico de longo prazo, evidenciando perante a seus stakeholders – comunidade interna, fornecedores, clientes entre outros – a sua contribuição para a agenda de desenvolvimento sustentável.

A recente modernização do marco regulatório de microsseguros, proposta pela Susep, está alinhada a uma política internacional muito difundida entre supervisores do sistema financeiro. Além de tornar o modelo de negócios mais atrativo, incentivando as empresas do setor a se debruçar sobre esse segmento, o novo marco regulatório reitera o peso que a contribuição do microsseguro tem para o aspecto Social da tríade ASG, sobretudo em tempos de pandemia como os que estamos vivendo.

Segundo informações da rede de especialistas internacionais, Microinsurance Network – MiN, “imprevistos” como eventos catastróficos decorrentes de mudanças climáticas passarão a ser cada vez mais frequentes nos próximos anos. O impacto financeiro desses eventos será mais severo em países emergentes e crítico para a população economicamente vulnerável desses países.

Num plano mais restrito, um imprevisto como a perda de bens materiais decorrente de incêndios ou alagamentos, por exemplo, causam desequilíbrio nas contas das famílias de menor renda. O papel do microsseguro é suprir a lacuna, contribuindo para o equilíbrio e para organização financeira, uma vez que essa parcela da sociedade é a mais impactada com esses imprevistos.

Cliente protegido, sociedade segura

Ronaldo Dalcin, presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne)

 

Certamente, enquanto consumidor, você já teve a experiência de adquirir uma geladeira para sua residência, não é mesmo? Essa jornada passou por algumas etapas: seleção de três ou quatro modelos para pesquisa (por vezes, indicado por um parente ou amigo), comparativo de custo x benefício, análise do impacto no orçamento mensal e escolha do local para a compra, que pode ser baseada em uma percepção positiva anterior, inclusive no que se refere a ter uma boa consultoria de um vendedor. Escrevo isso com propriedade, pois recentemente fiz uma aquisição desse tipo para meu lar, confirmando que passei por todos esses estágios, com a certeza e segurança de estar adquirindo um bem que atende as minhas expectativas.

Bem, e por que trago esse exemplo para fazer uma analogia com o mercado segurador? Porque as etapas são semelhantes: você precisa, primeiramente, escolher um corretor de seguros de confiança que discutirá alternativas para o seu perfil e as suas necessidades, compondo um lote de propostas amparadas por seguradoras oficiais para que você analise e chegue à apólice de sua preferência. Escolhendo um corretor e uma seguradora, você estará amparado nas condições contratuais e protegido por um ambiente regulado que respeita integralmente os direitos do consumidor.

Voltando ao exemplo da geladeira, pergunto: você pensaria em adquirir esse bem se não soubesse a procedência? Se não tivesse a segurança de que ele atenderia suas expectativas? Se soubesse que o valor da parcela poderia ser diferente daquele que foi acordado inicialmente? Ou se não houvesse o cumprimento da garantia legal, tampouco o prazo de entrega do bem? Eu tenho certeza que não.

Essas são questões básicas que também podem ser trazidas à análise para aquisição de uma apólice de seguro. E se você não soubesse exatamente qual seria o valor da parcela durante a vigência do contrato? E se não houvesse garantia de que o valor da franquia seria fixo neste período? E mais: sem compromisso de prazo para pagamento de uma indenização ou até mesmo garantia de que você venha a recebê-la? Mais uma vez afirmo: se você tivesse ciência desses riscos, nunca deixaria de procurar uma seguradora e um corretor.

Ter nossas expectativas frustradas, de fato, é muito ruim. Esse sentimento acontece justamente em um momento de extrema necessidade: quando temos um carro roubado, por exemplo. Se você adquiriu sua apólice junto a uma seguradora, pode ficar tranquilo. Você tem a garantia contratual e legal do recebimento dessa indenização. A segurança em confiar seus bens a uma seguradora e a um corretor são fatores primordiais para a sua proteção e da sua família.

Os números do setor de seguros confirmam esse fato. Somente no Amapá, no período compreendido entre janeiro e março desse ano, foram feitas indenizações no valor de mais de R$150 milhões. Esse montante, por si só, demonstra o tamanho dessa indústria e o quanto temos lastro financeiro para fazer frente a absolutamente todas as indenizações pelas quais estamos responsáveis.

Seguro Empresarial garante proteção do negócio em cenários adversos

 

O recente incêndio que destruiu uma loja de embalagens na Feirinha do Tabuleiro, em Maceió, felizmente sem deixar vítimas, mas causando muitos danos materiais, liga o alerta para a importância de pequenos e médios empresários investirem em proteções que garantam a recuperação do patrimônio diante de eventos imprevisíveis como este ou até mesmo de ações da natureza, de terceiros com más intenções e cenários econômicos desfavoráveis. No mercado, são muitas as opções de Seguros Empresariais ofertados por seguradoras sérias e com coberturas que atendem as necessidades de cada negócio.

“Diante de uma situação como esta do incêndio na loja de embalagens, o proprietário do estabelecimento, caso este estivesse segurado, teria seu prejuízo financeiro minimizado, já que a cobertura básica de um Seguro Empresarial compreende danos materiais causados por incêndios, amparando tanto a estrutura física quanto as mercadorias atingidas”, explica Fagner Risso, representante do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) em Alagoas.

Segundo o especialista, além da cobertura para acidentes com fogo, incluindo também quedas de raios e explosões, o Seguro Empresarial oferece proteções básicas contra subtração de bens e mercadorias, em caso de assalto ou arrombamento da empresa segurada, cobrindo mercadorias, máquinas, equipamentos e a destruição causada ao imóvel; contra danos elétricos, garantindo a reposição de aparelhos e instalações elétricas danificadas por curto-circuito, variação de energia ou queda de raio; e de Responsabilidade Civil, que garante o reembolso das despesas com danos causados a terceiros dentro do estabelecimento comercial.

“Estas são as proteções básicas mais procuradas pelos clientes ao contratarem um Seguro Empresarial, porém existem coberturas adicionais diversas que incluem vendavais, quebra de vidros, vazamentos de tubulações, danos morais, lucros cessantes, etc. Isso sem falar em serviços de assistência que podem ser incluídos na apólice e podem ser utilizados sem a necessidade de um ‘sinistro’, como reparos e manutenções, limpeza e instalações, segurança e vigilância, transporte e guarda de móveis e diversos outros”, completa Fagner. No entanto, ele alerta que ainda existe uma ideia preconcebida de que, justamente por garantir tantas proteções, o valor de contratação de um Seguro Empresarial é alto, o que pode afastar os empresários dessa segurança.

“O valor de um seguro sempre é calculado de acordo com as características e necessidades de quem está adquirindo a proteção. Então, para chegarmos ao valor de um seguro para uma empresa, diversos fatores são avaliados, como localização, construção, atividade, valor em risco, etc. No geral, o custo de uma proteção para uma empresa de pequeno a médio porte vai variar entre R$900 e R$2.500 anuais. Com as facilidades de pagamento oferecidas pelas seguradoras, esse custo fica diluído, tornando-se ainda mais acessível para o pequeno empresário”, explica Risso.

O mais importante é que o empreendedor busque um corretor de confiança que poderá avaliar o seu negócio e encontrar a seguradora que disponha do produto que atenda suas necessidades da melhor forma, formatando uma apólice que o manterá seguro em qualquer circunstância.

Fórum reúne notáveis para pensar o fomento do mercado de seguros

 

Um fórum totalmente independente, que reúne profissionais e executivos de diferentes segmentos do mercado, foi criado por seis lideranças do setor para pensar os rumos que devem ser seguidos para que se alcance um desenvolvimento sustentado e de longo prazo da atividade de seguros no Brasil. Três meses após sua instalação formal, o Fórum Mário Petrelli de Fomento do Mercado de Seguros, Previdência, Capitalização e Resseguros Privados, já conta com 19 membros e deve a chegar a 30, limite imposto pela ata de criação. “Formamos um grupo eclético, cada um cooperando em mais de uma área específica, seja na distribuição, inovação, resseguro, comunicação. Não há o objetivo de substituir ou confrontar qualquer entidade ou órgão que já exista, mas complementar esse trabalho e discutir o fomento e como podemos desenvolver e fazer o mercado evoluir”, afirma o presidente do Conselho Consultivo da MAG Seguros, Marco Antônio Gonçalves, um dos criadores do Fórum, ao lado dos presidentes da Fenacor, Armando Vergilio; do Sincor-SP, Alexandre Camilo; do Conselho Administrativo e do CEO da MAG Seguros, Nilton Molina e Helder Molina; e do vice-presidente da Fenacor, Robert Bittar.

Ele revelou que a ideia do fórum surgiu em setembro de 2020, em uma conversa entre os fundadores sobre os possíveis efeitos da pandemia no mercado e outras questões relevantes, como a Resolução 382. “Chegamos à conclusão de que era preciso aproveitar este momento para discutir o papel importante do mercado de seguros, o fomento e o desenvolvimento do setor de forma diferente do que as entidades já fazem”, acrescentou.

Gonçalves destacou a importância de o fórum ser integrado por profissionais de diferentes áreas, todos com profundo conhecimento do mercado e que podem colaborar para o debate e a formulação de propostas.

Outro ponto importante enfatizado por ele é que não há, no fórum, o propósito de protagonizar ações junto aos órgãos reguladores. A ideia é “criar propostas para abrir caminhos. “Podemos desenvolver uma proposta e apresentar tanto para a CNseg ou a Fenacor ou direto para a Susep”, acentuou.

Já os critérios para a seleção de participantes são simples. Os convidados sempre serão pessoas físicas, não importando se representam uma empresa ou entidade, que tenham o mesmo propósito e conhecimento para ajudar no debate das questões mais relevantes para o setor em debate no fórum.

Esses nomes deverão ser recomendados por, pelo menos, três membros já inscritos e aprovados pelo Comitê Executivo – temporariamente formado pelos seis membro fundadores – e pela maioria simples dos membros efetivos que compõem o Fórum.

Marco Antônio Gonçalves permanecerá como coordenador desse Comitê, até que seja eleito o colegiado definitivo.

 

Vejam quem são os 19 membros do Fórum (por ordem alfabética)

1.           Alexandre Milanese Camilo

2.           Antonio Penteado Mendonça

3.           Ariel Couto

4.           Armando Vergílio dos Santos Junior

5.           Boris Ber

6.           Gustavo Roberto Vieira Doria Filho

7.           Helder Molina

8.           João Elísio Ferraz de Campos

9.           Joaquim Mendanha de Ataídes

10.         Jose Adalberto Ferrara

11.         Lucas de Castro Santos

12.         Luciano Snel Correa

13.         Marcelo Blay

14.         Marco Antônio Messere Gonçalves

15.         Nilton Molina

16.         Paulo Eduardo Botti

17.         Pedro Pereira de Freitas

18.         Ricardo Iglesias Teixeira

19.         Robert Bittar

O poder da empatia

Por Patrícia Campos, diretora de Gente e Gestão da MAG Seguros

 

Empatia é uma palavra muito conhecida e falada, porém, pouco entendida na sua totalidade e praticada. Mais do que se colocar no lugar do outro, é, de fato, ter disposição para ‘calçar seus sapatos’, isso significa deixar seus interesses e temas de lado para entender como o outro está lendo o mundo a partir das vivências dele.

A prática, nem sempre fácil de ser incorporada no dia a dia, favorece tanto o âmbito pessoal quanto profissional, pois abre portas para entendermos a perspectiva alheia, o que pode gerar uma conexão verdadeira, favorecendo que o outro exponha questões pessoalmente importantes. Trazendo para o mundo dos negócios, quando recebemos um vendedor em nossa casa, conseguimos facilmente perceber quando ele só quer fazer a venda e cumprir a meta e quando ele está buscando entender nossas necessidades. Existe uma diferença muito grande e perceptível entre oferecer um produto e estar interessado no que o cliente tem a externar. Com a pandemia, esse contato migrou para o mundo virtual e o cliente se tornou ainda mais empoderado, já que com um simples clique ele pode desligar a vídeo chamada. Com isso, o papel do corretor de seguros precisa ser, ainda mais, o de consultor, trazendo todo seu conhecimento dos serviços para as reais necessidades das pessoas.

Nós, da MAG Seguros, temos a missão de apoiar o corretor em seus negócios e assisti-los no processo de venda. Por isso, é tão importante reforçarmos boas práticas para incrementar as estratégias desse profissional. Frente a essa nova realidade, eles devem ouvir com ainda mais interesse e interagir genuinamente com seus clientes. Dessa forma, irá entender o que impacta a vida daquela pessoa e seus objetivos para, a partir daí, personalizar seus produtos, apresentando as melhores soluções.

A conexão gerada a partir da prática da empatia faz com que o consumidor se sinta valorizado e confie em quem está oferecendo os serviços como um especialista – que calce os sapatos do seu cliente enquanto interage com ele.

Para isso, uma dica fundamental: deixe de lado as frases prontas e se adapte ao cenário que está sendo trazido naquele momento. É importante sempre frisar que o cliente é o centro de todo o processo e deixá-lo falar primeiro é um passo fundamental para alcançar uma posição empática. Imagine só oferecer um seguro de vida desenhado para profissionais autônomos para um aposentado? Provavelmente, a venda não será concluída e um importante contato será perdido, mesmo que, dentro de casa, tenhamos um outro produto que se adequaria aos seus ensejos. Portanto, antes de apresentar qualquer serviço, ouça os objetivos da pessoa com quem está falando para, só depois, partir para a venda.

A partir do momento em que você entende as questões apontadas pelo cliente, apresentar soluções efetivas para seus problemas e argumentos que condizem com o perfil dele se torna mais fácil. O vendedor mostra que entende os desafios e tem os melhores recursos para apoiá-los – criando uma relação de confiança. Afinal, o contato não é apenas para vender e bater metas e, sim, para trazer um benefício mútuo.

MAG Seguros promove webinar para debater o ‘Segurança Exclusiva’

Na próxima segunda-feira (21), a MAG Seguros, companhia de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, irá realizar um webinar com especialistas da companhia para falar sobre seu produto Segurança Exclusiva, voltado para profissionais que atuam na área de segurança. Para debater o tema, estarão presentes Luiz Carlos Marques Junior, superintendente Comercial da empresa, Ari Ruys, superintendente Regional SP/Sul e Adilson Bueno, corretor parceiro de São Paulo. A live acontecerá no canal do Youtube da seguradora, às 17 horas.

O Segurança Exclusiva é um seguro de vida que garante o pagamento de uma indenização ao próprio segurado ou aos seus beneficiários, na ocorrência de eventos cobertos pelas garantias contratadas.

O webinar faz parte de uma ação em que a MAG Seguros promove um espaço aberto para apresentar mais informações sobre o seu portfólio, bem como diferenciais e oportunidades de negócios para os corretores, tornando a oferta aos clientes mais assertiva.

Para conferir, basta acessar o canal Youtube da seguradora: https://www.youtube.com/watch?v=OIF6hG6TmQk

Conheça o novo canal da CNseg no YouTube

Reformulação faz parte da nova estratégia da Confederação de presença e atuação nas redes sociais

 

A CNseg apresenta hoje, 21 de junho, a reformulação de seu canal no YouTube (www.youtube.com/c/canalcnseg), – que agora se chama “Canal CNseg” -, como parte da nova estratégia da Confederação Nacional das Seguradoras de presença nas redes sociais.

Além de um novo projeto gráfico para a página do canal, a reformulação envolveu a adequação dos vídeos já publicados, de modo a serem mais curtos e contarem com edições mais dinâmicas, conferindo um ritmo mais fluido ao conteúdo. A reformulação também contou com uma “Otimização para os Mecanismos de Busca” (SEO, na sigla em inglês), adaptando as tags, títulos e descrições dos vídeos para que sejam mais facilmente encontrados.

A mudança está alinhada à missão da CNseg, que tem, entre os seus objetivos, disseminar a cultura do seguro no País. Os conteúdos divulgados pela Confederação em vídeos são importantes ferramentas para contribuir na superação desse desafio.

O YouTube é, atualmente, o segundo site mais acessado no Brasil e no mundo, com 2 bilhões de usuários ativos, em grande parte, jovens, entre 18 e 34 anos, evidenciando a importância dessa plataforma para a comunicação da CNseg. Uma tendência que se observa em todas as faixas etárias é a utilização, cada vez maior, de conteúdos audiovisuais na busca por informações. Segundo levantamentos, 78% das pessoas assistem vídeos online semanalmente e, desse total, 55% assistem vídeos diariamente.

A reformulação do canal da Confederação no YouTube acontece após a reformulação das páginas da CNseg no Facebook (pt-br.facebook.com/CNseg/) e no LinkedIn (br.linkedin.com/company/cnseg), ocorridas em 2000, e do lançamento da marca no Instagram (@cnseg_oficial), em fevereiro deste ano.

Acesse agora mesmo o “Canal CNseg”, inscreva-se, compartilhe os vídeos, deixe o seu “joinha” e ajude a levar a ainda mais longe a mensagem da importância da proteção dos produtos e serviços oferecidos pelo setor segurador, tão importante para a preservação de vida, saúde e patrimônio de milhões de pessoas e empresas em todo o Brasil.

Riscos da proteção veicular é tema da primeira edição do “Falando Seguro”

Programa idealizado pelo Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de Pernambuco será transmitido ao vivo pelo Youtube do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste

 

O Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) recebe, no dia 30 de junho, às 20h, em seu canal no Youtube, a primeira edição do programa “Falando Seguro”, idealizado pelo Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de Pernambuco (Sincor-PE). Com mediação de Mario Neto, âncora da rádio CBN Recife, o bate-papo irá debater o tema “Proteção veicular não é seguro”.

Participam da conversa o presidente do Sincor-PE, Carlos Valle; o presidente do Sindsegnne, Ronaldo Dalcin; Gustavo Dória, gestor do CQCS – Centro de Qualificação do Corretor de Seguros, a maior comunidade de profissionais de seguros do Brasil; Danyelle Sena, gerente de fiscalização Procon Pernambuco; e Lucas Vergílio, corretor de seguros e deputado federal por Goiás.

“A questão da proteção veicular ainda traz muitas dúvidas para a população. Recebemos diversos relatos e consultas de pessoas que pensavam estar bem seguradas, mas na hora da necessidade descobriram que não tinham contratado um seguro de uma empresa séria, mas sim uma proteção veicular ofertada por associações cooperativas, que trazem pouca ou até mesmo nenhuma garantia para o cliente. Infelizmente, por falta de conhecimento, muitos só descobrem isso quando já foram lesados”, explica Carlos Valle.

Segundo o presidente do Sincor-PE, o evento realizado no canal do Sindsegnne visa dar luz à questão, a partir do debate com profissionais experientes do mercado de seguros e autoridades no assunto, inclusive no que diz respeito à legislação atual. “Esperamos, durante a conversa, esclarecer para as pessoas de forma definitiva quais são as diferenças entre seguro e proteção veicular e os riscos de se fazer uma escolha errada”, completa.

A transmissão do programa “Falando Seguro” será aberta ao público e gratuita. Para participar, basta acessar o canal do Sindsegnne no Youtube (www.youtube.com/SindsegNNE), inscrever-se e ativar as notificações para receber alertas sempre que um novo vídeo for publicado.

Tokio Marine inclui afastamento ocupacional entre coberturas do Seguro de Vida Individual

Seguradora passa a oferecer Diárias por Incapacidade Temporária (DIT), além de opções de contratação de cobertura para LER, DORT e LTC

 

A Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do País, está sempre em busca de coberturas e serviços que fortaleçam a relevância do Seguro de Vida na proteção pessoal, financeira e familiar da sociedade brasileira. Por isso, a partir deste mês de junho, a Seguradora passa a oferecer nos produtos Vida Individual Homem e Mulher a cobertura para Diárias por Incapacidade Temporária (DIT). A novidade garante um complemento à renda do Segurado diante de imprevistos decorrentes de acidente ou afastamento para tratamento de doença.

“É mais uma cobertura que busca oferecer qualidade em vida e comodidade ao dia a dia dos nossos Clientes. A DIT apoia o Segurado em momentos de afastamento do trabalho ocasionado por uma doença ou acidente. Ela permite que tanto o Segurado quanto seus familiares se concentrem apenas na recuperação, enquanto a Seguradora oferece o apoio financeiro necessário para que superem este momento inesperado”, explica Nancy Rodrigues, Diretora de Seguros de Pessoas da Tokio Marine.

A DIT pode ser contratada por profissionais autônomos ou com vínculo CLT, que estejam enquadrados entre as 1.326 ocupações profissionais disponíveis no produto. O Segurado também poderá complementar a contratação incluindo as doenças ocupacionais, tais como Lesão por Esforços Repetitivos (LER), Distúrbios Osteomusculares relacionados ao Trabalho (DORT), Lesões por Traumas Cumulativos (LTC) e Hérnia. Além dos produtos Vida Homem e Mulher, a cobertura de DIT também estará disponível no Seguro Acidentes Pessoais, mas neste produto a cobertura será somente por Acidente.

Com a inclusão da DIT a Tokio Marine amplia ainda mais o rol de coberturas disponíveis no produto, tornando-o robusto e completo, já que oferece também ampla cobertura para Doenças Graves, abrangendo até 25 patologias, uma das maiores do mercado.  Disponibiliza ainda a proteção para DMHO, que diz respeito às Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas decorrentes de acidentes; e cobertura flexível para funeral, cujo capital contratado pode variar entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, entre várias outras coberturas disponíveis para cotação.

A Companhia também foi pioneira na oferta do serviço de orientação médica à distância, e recentemente ampliou ainda mais este benefício que se tornou essencial, especialmente, nos dias atuais. Com o benefício, diante de uma indisposição ou mal-estar que apresente sintomas de baixa complexidade – como febre, gripe, dor de garganta, dor de cabeça, náuseas, alergias, entre outros -, o Segurado e dois outros usuários previamente indicados por ele podem utilizar o aplicativo Einstein Conecta, com atendimento 24h e acesso a médicos de um dos principais hospitais do País.

“Nós investimos em uma série de diferenciais para que nossos produtos possam sempre oferecer as melhores opções de proteção aos nossos Clientes. Percebemos que esta é a estratégia mais acertada não só para atender as demandas dos Segurados, mas também para apoiar nossos Corretores com as melhores oportunidades de vendas”, conclui Nancy Rodrigues.

Helder Molina, CEO da MAG Seguros, discute inovação para o mercado de seguros em live da ENS

 

Inovação na prática, esse foi o tema principal da live promovida pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), que contou com a participação de Helder Molina, CEO da MAG Seguros. Durante o debate, o executivo explicou as estratégias da empresa centenária para se manter sempre ativa e atual, além de trazer as perspectivas para o mercado.

Segundo o executivo da MAG Seguros, o mercado de seguros é tradicional e precisa ter uma regulação forte, já que os clientes podem ficar até os 100 anos dentro da seguradora. “Com isso, a tendência é que os players se movimentem mais lentamente, mas não acredito que isso seja o que os reguladores querem, pois há um desejo iminente de serem provocados com novas ideias”, completa. Helder lembrou da criação da Comissão de Inovação da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e do Sandbox Regulatório.

Nele, a MAG foi a única seguradora a ter uma insurtech aprovada, a Simple2u. A nova empresa, que será lançada em breve, marcará a entrada da companhia no mercado de Ramos Elementares, comercializando produtos que vão além de Vida e Previdência, contando com seguro de acidentes pessoais e cobertura residencial, tudo isso on demand. “O cliente vai poder escolher como e quando usar as coberturas, manualmente ou de forma automática, pelo site ou aplicativo. Isso é uma forma de empoderarmos os consumidores”, explica Helder.

O papel dos corretores também foi levantado. Helder lembrou quando a companhia lançou a primeira loja online do mercado para que eles pudessem fazer vendas online, há cerca de oito anos atrás. Ao todo, foram 700 e-commerces que transformaram a forma de oferecer os produtos. “Sabemos da importância de se ter um profissional desses na última milha e isso não será diferente com a Simple2u. Nós estamos trazendo mais um produto para que eles ampliem seu portfólio”, afirma o CEO.

Durante a conversa, Helder também falou sobre o papel das insurtechs para ajudar as companhias tradicionais a se modernizarem. Sob o guarda-chuva da MAG Seguros, há a WinSocial, que oferece seguro de vida para públicos que não são contemplados pelos portfólios existentes, como diabéticos. O executivo apontou algumas ferramentas como o futuro do segmento, incluindo inteligência artificial e machine learning, que já são usadas internamente no pagamento de benefícios e na geração de leads.

Em pauta estiveram ainda o Open Insurance, que possibilita que empresas do setor compartilhem dados dos usuários mediante autorização prévia, e os impactos da pandemia no segmento, tanto na gestão das equipes, quanto na percepção dos brasileiros sobre a importância de se planejarem a longo prazo.

A live “Inovação no Setor de Seguros – Experiência de Mercado” faz parte da programação da ENS para celebrar o mês de aniversário de 50 anos. Ao longo de junho, a escola apresentará outros debates com a participação de profissionais do mercado. Para assistir à conversa na íntegra, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=xAlMwQ2Gv2s

 

MAG Seguros traz dicas de vendas para seus corretores durante webinar

 

A MAG Seguros, companhia de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, em sua missão apoiar os corretores em seus negócios, elencou algumas dicas para incrementar as estratégias de vendas e ajudar o dia a dia desse profissional tão importante no mercado de seguros. Para compartilhar essas dicas e discutir sobre o assunto Rodrigo Cunha, gerente de Produtos da MAG Seguros, Luís Miguel Duarte, superintendente regional Norte/Nordeste, e Luciana Paulain, gerente Comercial Manaus da companhia estiveram presentes em um webinar focado na Linha Bem-Estar da corretora, na última segunda-feira (24).

Em primeiro lugar, o vendedor precisa se colocar no lugar do cliente, demonstrando empatia, entendendo suas necessidades e, assim, conscientizá-lo da importância do produto de acordo com seu perfil. Para isso, também é válido apresentar dados de pesquisas científicas que comprovem sua argumentação e histórias/relatos reais que levem esse cliente à reflexão da necessidade do serviço oferecido.

Outro ponto essencial é ter total domínio do serviço oferecido, evidenciando seus diferenciais frente aos serviços semelhantes e as características mais atrativas de acordo com o perfil e planos futuros do cliente

Para conferir o bate-papo, basta acessar o canal Youtube da seguradora.

Allianz Saúde oferece cotação e emissão personalizada na ponta para até 199 vidas

Com agilidade e autonomia, corretores têm dados e valores do PME 50 disponíveis após navegação em apenas duas telas

 

Para otimizar o trabalho dos corretores, a Allianz Seguros simplificou o processo de cotação e emissão do Allianz Saúde – PME 50. O novo sistema oferece agilidade e autonomia aos parceiros, que conseguem, em apenas duas telas, obter um cálculo personalizado sem tabela fixa e com preço na ponta. Esses são diferenciais de mercado da Allianz quando a oferta envolve entre 50 e 199 vidas. Karine Barros, diretora executiva de Negócios Corporativos e Saúde, conta como funciona o cotador.

“Esta é uma novidade exclusiva que atende a demandas dos corretores parceiros da Allianz. No novo sistema, eles têm acesso às informações e valores, podendo obter uma proposta e até emitir a apólice em questão de minutos, de maneira independente. Com isso, esperamos ampliar e fortalecer ainda mais a carteira de Saúde voltada às pequenas e médias empresas, sempre com o apoio de nossos parceiros”, afirma Karine.

Para realizar o processo de cotação do PME50, os corretores precisam informar somente quantas vidas serão seguradas, quais regiões serão atendidas, se há distribuição por gênero e faixa etária e qual o modelo de coparticipação escolhido pela empresa. Após selecionar e preencher esses campos, os planos e cálculos de prêmio e comissionamento são disponibilizados em tela. “A partir dessa plataforma, os parceiros não terão que aguardar o processo de análise e subscrição, otimizando o seu trabalho e impulsionando os negócios”, explica Matthias Kuehn, diretor de Saúde.

Os parceiros que já atuam com o seguro Saúde da Allianz podem procurar o time Comercial para mais informações e iniciar os treinamentos para uso do novo sistema.

Endeavor aposta em inovação aberta em programa de aceleração

 

A Endeavor, rede global formada pelos empreendedores e empreendedoras à frente das scale-ups que mais crescem no mundo, abre inscrições para a segunda edição do Scale-Up Endeavor B2B Enterprise, um programa que irá acelerar 12 scale-ups que possuam soluções que atendam demandas de grandes empresas brasileiras de qualquer segmento. As inscrições para a iniciativa, que tem patrocínio Gold da C&A e patrocínio Silver da Mag Seguros, podem ser feitas na página do programa até o dia 28 de julho de 2021https://endeavor.org.br/scaleup/b2b 

O programa busca negócios B2B Enterprise: Automação de Gestão de Processos, LegalTechs, Cyber Security, HRTechs, Financial Services e outros. As scale-ups precisam ter modelo de negócio sólido e validado, operação robusta para escala acelerada e foco na velocidade de execução e escalabilidade.

“Grandes empresas de todo o mundo têm despertado para o fato de que ecossistemas abertos e colaborativos geram mais inovação e crescimento para todos os envolvidos. E nós acreditamos que as scale-ups são elementos chaves da construção desses ecossistemas do futuro por causa da velocidade em resolver problemas complexos, do modelo de negócios escalável e do mindset de inovação”, diz Victor Xavier, Gerente de Aceleração de Negócios na Endeavor. “Temos bons exemplos de empresas da nossa rede que estão fazendo isso. A Gupy, por exemplo, está transformando a maneira como são feitos processos seletivos no Brasil ao levar agilidade e praticidade para o trabalho de recrutadoras e recrutadores”, completa Xavier.

 

Como o programa funciona?

 

Durante os cinco meses de aceleração, de agosto a dezembro de 2021, os empreendedores e empreendedoras serão acompanhados por uma mentora ou mentor individual para ajudá-los nos principais desafios de crescimento do negócio.

O programa também oferece meetups com as maiores referências em empreendedorismo, como Alexandre Apendino, da TOTVS; Daniel Pires, da Cortex; Cassio Bobsin, da Zenvia; Cristina Palmaka (SAP); Edson Rigonatti, da Astella; Juliana Tubino, da RD Station; e Maíra Gracini, da Zendesk.

Além disso, as scale-ups selecionadas poderão navegar pelas empresas parceiras e com executivos e executivas da C&A com oportunidade de geração de negócios.

“Para a C&A, patrocinar e participar ativamente de programas de aceleração nos conecta, ainda mais, ao universo de open innovation, além de contribuir para aceleração da nossa estratégia de negócios, chamada C&A Fashion Tech. Nossa meta e ambição é potencializar a digitalização e omnicanalidade da C&A, a fim de nos tornar a empresa de moda digital, que mais entende a cliente brasileira, com lojas físicas e muita conexão emocional. Participar, pelo segundo ano consecutivo, de um projeto em parceria com a Endeavor nos coloca, portanto, mais perto deste objetivo, já que trabalharemos mais uma vez lado a lado com start-ups e scale-ups voltadas para o nosso negócio”, diz Alexandre Costa, Gerente de Produtos e de Open Innovation da C&A Brasil.

“A MAG Seguros é uma companhia de mais de 185 anos. Entendemos que apenas é possível ter esta longevidade tendo um propósito muito claro e inovando. É nosso papel promover constantemente a inovação, seja dentro da empresa junto aos nossos colaboradores, corretores e parceiros, ou por meio de parcerias como o patrocínio a este programa. Isto nos permite estar sempre conectados a novas ideias, promovendo o desenvolvimento de iniciativas que contribuem diretamente para o desenvolvimento e eficiência do nosso negócio”, explica Renata Loyola, superintendente de Gestão da Inovação.

Até hoje, o Programa Scale-Up Endeavor já acelerou ativamente mais de 2.000 empreendedores e empreendedoras de mais de 1.000 empresas em programas por todo o Brasil. Mais da metade das empresas aceleradas em 2020 cresceu a taxas de 75% ou mais, com uma receita agregada de R$ 4.4 bilhões. Já passaram pela aceleração scale-ups como Rocket Chat, Accountfy, Squid, Hash, Flash, Digibee e Nuveo.

Em 2020, a Endeavor realizou 24 programas de aceleração, o que resultou em mais de 200 scale-ups aceleradas, 28 grandes organizações impactadas pelo contato com a cultura de inovação e agilidade de empresas em alto crescimento, e mais de 70 negócios gerados entre as corporações e scale-ups.

“Para mim foi uma oportunidade muito grande de aprendizado e relacionamento. O nível dos mentores e dos debates que tivemos contribuíram muito para a minha formação como empreendedor. Conversar com quem já fez e compartilhar os desafios deveriam ser coisas que todos os empreendedores deveriam buscar em suas jornadas”, afirma Rodrigo Bernardielli, CEO e co-founder da Digibee. “Além do impacto pessoal, o programa da Endeavor apresentou a Digibee a grandes empresas as quais fecharam negócios conosco logo após o programa. As sessões nos trouxeram também o conhecimento que nos faltava para criar processos escaláveis, gerenciar melhor nossas finanças e conquistar o mercado de uma forma estruturada. Isto sem falar no uso da marca Scale-Up Endeavor que nos trouxe tanta credibilidade”, completa Bernardielli.

 

SERVIÇO 

Programa Scale-Up Endeavor B2B Enterprise 

Inscrições até 28 de julho em https://endeavor.org.br/scaleup/b2b

Com patrocínio Gold da C&A o programa de aceleração busca por 12 negócios B2B Enterprise nos segmentos: Automação de Gestão de Processos, LegalTechs, Cyber Security, HRTechs, Financial Services e outros.

Seguradora torna processo 100% digital e aprimora a experiência do Segurado

Nova Vistoria Digital de Sinistros da Tokio Marine reduz o tempo para autorização de reparos

 

A Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do País, está sempre atenta ao desenvolvimento de tecnologias e ferramentas que possam garantir novos negócios a seus Corretores e Assessorias e atender as exigências dos Clientes por comodidade, rapidez e segurança. Desta forma, a companhia lança, em junho, uma nova etapa da Vistoria Digital de Sinistros, com um sistema ainda mais ágil e automatizado. Com a novidade, os sinistros da Carteira de Automóvel ganham um sistema integrado de notificação e orçamentação, que permite que as solicitações de reparos sejam avaliadas e aprovadas pela Seguradora no mesmo dia do envio das fotos.

“A Vistoria Digital já corresponde a 20% das avaliações de sinistros automóvel realizadas hoje pela Companhia, por meio de um sistema próprio de ajustamento de reparos feito com base em imagens enviadas pelo Segurado. O que nossa área de tecnologia desenvolveu agora foi uma conexão entre esse sistema e a nossa estrutura de orçamentação baseada em um modelo de Inteligência Artificial. Com isso, ganhamos escala na avaliação dos danos e adicionamos ainda mais agilidade ao processo de autorização de reparos”, afirma Adilson Lavrador, Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros da Tokio Marine.

O sistema desenvolvido pela área de tecnologia da Tokio Marine elimina a necessidade de agendamento e deslocamento para a vistoria presencial, permitindo que o Segurado disponibilize todas as informações para a elaboração do orçamento e autorização do reparo em um processo seguro, realizado à distância. Após a ocorrência do sinistro, o Cliente ou o Corretor encaminha as imagens do automóvel danificado por meio de um link transmitido por SMS ou WhatsApp pela Seguradora assim que é acionada. Ao acessar o sistema, o usuário realiza a captura de imagens do veículo, seguindo a orientação dos quadros que aparecem na tela do celular. As informações vão direto para o sistema de avaliação que, em algumas horas, autoriza o reparo.

“Nossos investimentos em tecnologia têm como prioridade o desenvolvimento e a criação de soluções ágeis que facilitem a vida dos nossos Corretores e Clientes. Queremos simplificar a comunicação entre o Cliente e a Tokio Marine, principalmente nos momentos em que ele mais necessita. A Vistoria Digital de Sinistros é mais um canal para facilitar essa aproximação”, explica o Diretor.

A novidade também representa um forte argumento de vendas para o Corretor de Seguros, que cada vez mais se depara com um perfil de Cliente conectado, exigente e ávido por soluções digitais “Estamos aqui para apoiar nossos Parceiros de Negócios sempre com o desenvolvimento de soluções e produtos de excelência, capazes de atender os novos nichos de mercado e as demandas específicas dos consumidores”, conclui Adilson Lavrador.

MAG Seguros conquista cinco categorias na 18ª edição do Prêmio Segurador Brasil

A MAG Seguros, companhia de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, recebeu, neste mês, cinco prêmios na 18ª edição do Prêmio Segurador Brasil. A empresa foi reconhecida nas categorias Melhor Desempenho (conglomerados com faturamento acima de R$ 2,5 bilhões), Destaque de Maior Crescimento de Vendas – Prestamista, Liderança – Eventos Aleatórios, Destaque de Liderança no ramo Doenças Graves e, por fim, Marketing 10 por sua campanha do Galo de Ouro, que todo ano premia os mais bem sucedidos corretores e vendedores.

A premiação avalia e reconhece as seguradoras que apresentaram os melhores desempenhos em diversas áreas, levanto em conta tanto os resultados gerais, quanto por ramos específicos, incluindo Previdência Privada, Capitalização e Resseguros Locais, além de Liderança de Mercado e Maior Crescimento de Vendas. “É um prêmio muito importante para nós da MAG Seguros, pois reforça nossa estratégia de sermos uma empresa inovadora, referência de confiança e solidez para nossos clientes”, celebra Alfeo Marchi, diretor de Mercado da seguradora.

Para conferir a cerimônia na íntegra, acesse: https://premioseguradorbrasil.com.br/

Tokio Marine destaca benefícios da proteção do Seguro de Vida em websérie

Em homenagem aos Corretores, Seguradora reforça os benefícios do produto para a Saúde e Qualidade de Vida

A Tokio Marine apresenta mais uma etapa da sua campanha institucional A Tokio Resolve o que precisa pra você Resolver o que importa com o lançamento do filme “Surpresas da Vida”. Este é o quarto episódio da websérie criada pela Seguradora para celebrar o papel do Corretor de Seguros e reforçar a importância da proteção do Seguro em diversas situações cotidianas.

O vídeo destaca o seguro Vida Individual por meio da história de um jovem chef de cozinha que deixa sua cidade em busca de um sonho. Em um gesto de amor e cuidado, ele decide contratar um Seguro de Vida para sua mãe, que torce por seu sucesso em sua cidade natal. A história demonstra a importância do apoio do Corretor na contratação e suporte ao Segurado. O profissional acaba se aproximando do Cliente após um imprevisto que leva o rapaz à utilização da indenização por diária hospitalar. O que poderia ser apenas mais uma relação de negócios, os aproxima e se transforma em uma grande amizade.

“Nosso objetivo com esta abordagem é fazer com que nossos Segurados e suas famílias não o relacionem somente a doenças e à morte, mas que também possam aproveitar os benefícios do Seguro para garantir uma melhor qualidade de vida ao longo do tempo. Além de tangibilizar esses benefícios que se refletem em saúde e qualidade de vida para nossos Clientes, a websérie também nos permite dar o devido destaque ao trabalho consultivo do Corretor e sua enorme relevância para a ampliação da cultura do Seguro no País”, afirma Flávio Otsuka, Diretor de Estratégia de Crescimento e Marketing da Tokio Marine.

Desde 2019 a campanha de mídia da Seguradora reforça o posicionamento de “marca resolvedora” e foca no Corretor de Seguros, seu principal Parceiro de Negócios em todo o País, bem como na flexibilidade dos produtos de seu portfólio. Além do episódio Surpresas da Vida, já estão disponíveis os vídeos Presente de Família, sobre o Seguro Aluguel; Parceiros por Acidente, que contempla o Seguro Automóvel e Doce Amizade, a respeito da importância do Seguro Empresarial.

Assista o vídeo clicando aqui.

Seguro Residencial oferece coberturas específicas para imóveis de uso não habitual

Casas de veraneio ou campo também precisam de proteção

Seguro Residencial oferece coberturas específicas para imóveis de uso não habitual

As férias de janeiro estão chegando e muitas pessoas, nesta época, se programam para viajar e passar uma temporada em suas casas de veraneio. É neste período, inclusive, que a procura pelo Seguro Residencial para imóveis na praia ou no campo registra aumento, porém ainda é comum existirem dúvidas sobre a contratação desta proteção.

É fato que esses casas, que são mais utilizados durante as temporadas de verão ou inverno, acabam ficando mais suscetíveis a problemas e imprevistos, por estarem desocupados durante a maior parte do ano. E por mais que se tenha um caseiro, algumas situações podem fugir do controle e trazer muita dor de cabeça.

“Assim como no Seguro Residencial para imóveis habituais, a proteção para casas de praia ou campo resguarda o contratante de possíveis prejuízos decorrentes de roubos ou furtos, incêndio, explosão e fumaça, além das coberturas adicionais que podem ser incorporadas à apólice”, explica Carlos Wendell, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne).

A depender do pacote contratado, o seguro pode garantir ainda assistência 24h, serviços hidráulicos, elétricos e indenizações. “É preciso ficar atento e contratar uma proteção que atenda às necessidades do imóvel. O corretor de seguros é a pessoa mais indicada para fazer esta indicação. Ele vai avaliar as características da residência, como seu tipo de construção e tempo de uso, além da região onde está localizada para garantir que a cobertura seja adequada à realidade do cliente”, completa Wendell.

São essas características, também, que vão determinar o preço do seguro. Porém, ao contrário do que muitos possam pensar, o custo é acessível. Existem apólices que chegam a custar, em média, apenas 0,1% do valor do imóvel. “Ou seja, você investe pouco e garante uma proteção extra para sua família e seu patrimônio”, finaliza.

Sindsegnne recebe Roberto Santos em live sobre o papel do corretor de seguros

O corretor como protagonista da jornada do cliente será o tema central debatido no encontro

No dia 10 de dezembro, às 11h, o Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindsegnne), em continuidade ao projeto “Palavra do Presidente”, promove live em seu canal do Youtube com participação do presidente do Grupo Porto Seguro e vice-presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Roberto Santos. A mediação será feita pelos presidente e vice-presidente do Sindsegnne, Ronaldo Dalcin e Rinaldo Reis, respectivamente.

Em debate, estará o tema central “Corretor, o protagonista da jornada do cliente”, focando no papel do corretor de seguros para o crescimento do setor. Serão discutidos, ainda, os desafios que as mudanças sociais, econômicas e tecnológicas trarão para o mercado, as expectativas das seguradoras a partir da retomada da economia no pós-pandemia, a importância da capacitação para os profissionais da área, entre outros assuntos.

“Dar continuidade ao nosso projeto ‘Palavra de Presidente’, adequando ao modelo virtual, sem dúvida nos dá muito orgulho. Receber Roberto Santos, que é um dos ícones do nosso mercado, reforça nosso propósito de prover a capacitação contínua e amplia nossa reponsabilidade de difusão da cultura de seguro. De fato, esse evento irá coroar com maestria o encerramento das atividades de 2020 no nosso canal”, afirma Ronaldo Dalcin.

A live será aberta ao público e gratuita. Para participar, basta acessar o canal do Sindsegnne no Youtube (www.youtube.com/SindsegNNE), inscrever-se e ativar as notificações para receber alertas sempre que um novo vídeo for publicado.

Sindsegnne promove live para debater empreendedorismo e gestão disruptiva no mercado de seguros

Professor, consultor, mentor e coach, Maurício Tadeu será o convidado do bate-papo, que acontece no Youtube do Sindicato

Em mais uma parceria com o Sindseg BA/SE/TO, o Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindsegnne) promove, no dia 19 de novembro, às 18h, em seu canal do Youtube, uma live com o especialista em planejamento e gestão estratégica Maurício Tadeu. Com mediação de Ronaldo Dalcin, presidente do Sindsegnne, e Alexandro Barbosa, presidente do Sindseg BA/SE/TO, a conversa abordará o tema “Empreendedor e gestor disruptivo: habilidades comportamentais e estratégicas no mercado de seguros”.

Professor, consultor, mentor e coach, Maurício Tadeu se especializou, ao longo da sua carreira, em planejamento, gestão estratégica, finanças empresariais, inovação, empreendedorismo e competitividade. É graduado e pós-graduado nas áreas de Administração de Empresas e Ciências Contábeis, com MBA em Gestão Empresarial, Gestão de Projetos, Gestão da Qualidade e Produtividade e Metodologia do Ensino Superior. Tem mestrado em Economia e Administração.

Possui, ainda, formação em Coaching Integral Sistêmico e Análise Comportamental. Atualmente, dedica-se aos estudos do marketing digital, indústria 4.0 (transformações digitais) e do desenvolvimento humano (coaching, mentoria e análise comportamental) com o intuito de transformar pessoas, empreendedores e investidores.

“Muito se tem falado sobre mudanças e adaptações ao atual cenário, mas de fato o que tem promovido novos resultados pessoais e profissionais? Convido a todos para debater esse tema e refletir sobre os trajetos do mercado. Em nosso bate-papo, darei dicas de como transformar e obter melhores resultados por meio de uma mentalidade empreendedora, processo de gestão comportamental, clarificação de propósitos seguido da implementação de estratégias disruptivas”, adianta o palestrante.

A live será aberta ao público e gratuita. Para participar, basta acessar o canal do Sindsegnne no Youtube, inscrever-se e ativar as notificações para receber alertas sempre que um novo vídeo for publicado.

Seguro por incapacidade temporária garante tranquilidade ao trabalhador

Imagem: Pixabay

Em um país onde a educação financeira da maior parte da população ainda é deficiente, são poucas as pessoas que estão preparadas para lidar com imprevistos que as afastem do trabalho, como uma doença ou acidente, comprometendo a renda mensal. É o caso dos autônomos, por exemplo. Mas como fazer para garantir uma remuneração quando você fica impossibilitado de trabalhar? A resposta é simples: investir na Diária por Incapacidade Temporária (DIT). O seguro é ideal para pessoas em idade ativa profissional (até 65 anos) que queiram se prevenir caso algum infortúnio interrompa temporariamente a renda familiar.

“Podemos tomar como exemplos os casos de um médico e um cabeleireiro autônomos. Ao saírem do trabalho, sofrem um acidente e quebram algum membro. Isso os impossibilitará de exercerem suas funções por algumas semanas ou até meses, comprometendo seus orçamentos. Entretanto, sabendo do risco de não trabalhar, contrataram a Diária por Incapacidade Temporária e receberão os valores acordados diretamente da seguradora, respeitado os limites que constam nas apólices e as carências estabelecidas em cada caso”, explica Junio Silva, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne).

O período indenitário contratado pelo segurado que contratou o seguro DIT constará na proposta de adesão, não podendo ser superior a 90 dias para eventos decorrentes de LER (Lesão por Esforço Repetitivo), DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) ou LTC (Lesão por Trauma Continuado ou Contínuo) e de 365 dias para os demais eventos cobertos. Doenças pré-existentes, procedimentos estéticos, entre outros casos, não estão acobertados. “Para saber todos os eventos incluídos e excluídos, o beneficiário deve ler atentamente sua apólice de seguro”, completa o diretor.

A cobertura DIT também pode ser uma excelente opção para os trabalhadores celetistas, ou seja, aqueles que estão assegurados pelo regime da CLT. Isso porque, por mais que eles tenham direito ao auxílio da Previdência Social caso estejam impedidos de trabalhar por doença ou acidente, o processo de liberação do dinheiro é lento e burocrático. Em muitos casos, o INSS só libera o pagamento após 45 dias. Além disso, o teto do valor a ser pago muitas vezes não cobre o salário real do trabalhador. “Já no DIT, por sua vez, a indenização é calculada de acordo com a renda do segurado no momento do sinistro. Hoje as companhias oferecem proteção para remunerações que podem chegar a até R$30 mil por mês”, explica Junio Silva.

Para o diretor, fazer um seguro é uma escolha importante para um bom planejamento financeiro. “Ao conversar com um corretor de seguros, se informar e contratar a melhor opção para a sua profissão, perfil e necessidade, o cliente pode se precaver em relação ao risco que mais tenha impacto na sua saúde financeira, evitando passar por privações e por todo o estresse relacionado à diminuição do salário por um período”, finaliza.

Live de reinauguração do nosso canal no YouTube atrai audiência de mais de 500 espectadores

A live de reinauguração do nosso canal no YouTube foi um sucesso!

Ontem (21/10), mais de 500 pessoas compartilharam conosco um momento dedicado a debater o mercado de seguros no pós-pandemia.

Um agradecimento especial ao presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e diretor-presidente da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados (Fenaseg), Marcio Coriolano, por aceitar o nosso convite; e ao Sindseg BA/SE/TO, pela parceria na realização do evento.

Agradecemos, ainda, a Ronaldo Dalcin, presidente do nosso Sindicato, e a Alexandro Barbosa, presidente do Sindseg BA/SE/TO, pela excelente mediação.

A gravação da live está disponível no nosso canal no YouTube. Não deixe de se inscrever para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos seguros.

Até a próxima!

Seguro de Responsabilidade Civil Profissional protege patrimônio de prestadores de serviços

Imagem: Pixabay

Todos os profissionais prestadores de serviços estão sujeitos, eventualmente, a cometerem falhas sem qualquer intenção, que podem acabar causando danos a terceiros. Esses erros, algumas vezes, impactam pessoas que podem entrar com processos, requerendo indenização pelo ocorrido. É para proteger o trabalhador nestes casos que existe o Seguro de Responsabilidade Civil Profissional.

As coberturas desse produto oferecem amparo para gastos com defesas judiciais, auxílio nos acordos, reclamações e prazos complementares. Podem também incluir custos com perícias e indenizações por danos morais e estéticos. Caso o profissional seja condenado, o seguro garante o pagamento do processo, preservando o patrimônio do segurado, deste que seja constatado que o ato foi culposo, ou seja, não intencional. Segundo o diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), Anderson Peixoto, o RC Profissional pode ser contratado por prestadores de serviço de vários segmentos.

“Entre os que mais procuram a proteção estão os profissionais da saúde, como médicos, dentistas, fisioterapeutas e veterinários, além de advogados, contadores, arquitetos, agentes de viagem e os próprios corretores de seguros”, explica. Com relação à contratação, o RC Profissional pode ser coletivo ou individual. O primeiro costuma ser utilizado por sindicatos, associações de classe e outras instituições visando proteger os profissionais de suas respectivas categorias. Já o segundo tem apenas um contratante e um segurado.

“Em ambos os casos, cada apólice é única e deve ser emitida em conformidade com a profissão. Os corretores estão preparados para sugerir a melhor formatação do produto para cada cliente e a tecnologia, hoje, permite que a contratação seja feita com rapidez e praticidade em ambiente digital, com mapeamento de probabilidades de sinistros, propostas e valores adaptados a cada realidade profissional”, completa Anderson Peixoto.

D&O – Voltado para profissionais que ocupam cargos de direção ou de alta responsabilidade em organizações, o Seguro D&O – Directors and Officers Liability Insurance – é uma modalidade de Seguro de Responsabilidade Civil Profissional que visa proteger o patrimônio de executivos – diretores, administradores, conselheiros e gerentes de empresas de pequeno, médio ou grande porte – contra prejuízos resultantes de processos judiciais decorrentes de atos de sua gestão. É um produto ainda pouco conhecido no Brasil, mas que vem em franco crescimento.

O D&O prevê cobertura para casos de reclamações de terceiros relacionadas a atos de gestão praticados pelos segurados no exercício de suas atribuições profissionais, garantindo os custos de processos e honorários advocatícios e também possíveis indenizações, limitadas aos valores contratados na apólice. “Esse tipo de seguro é coletivo, pago por pessoas jurídicas, empresas de capital aberto ou fechado, estatais, instituições financeiras, etc, que querem garantir a tranquilidade de seus executivos para que possam exercer suas funções sem colocar em risco o seu patrimônio pessoal”, completa o diretor do Sindsegnne.

Sindsegnne recebe Marcio Coriolano, presidente da CNseg, em live especial

Encontro realizado em parceria com o Sindseg BA/SE/TO terá como tema principal as expectativas e desafios para o setor de seguros no pós-pandemia

Para marcar a reinauguração do seu canal no YouTube, o Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) promove, no dia 21 de outubro, às 11h, em parceria com o Sindseg BA/SE/TO, uma live especial com a presença do presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e diretor-presidente da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados (Fenaseg), Marcio Coriolano. Na pauta do evento, as expectativas e desafios para o setor de seguros no pós-pandemia.

A live, que será aberta ao público, terá mediação de Ronaldo Dalcin, presidente do Sindsegnne, e de Alexandro Barbosa, nome à frente do Sindseg BA/SE/TO. “Receber o presidente Marcio Coriolano para a reinauguração do nosso canal no YouTube é motivo de grande orgulho para todas as associadas do nosso sindicato. Primeiramente por se tratar de um dos expoentes do nosso mercado segurador com larga experiência no setor, e também pela relevância do tema proposto que está aderente ao contexto atual e nos possibilitará, certamente, subsídios e informações extremamente valiosas para consolidar as nossas estratégias”, afirma Dalcin.

Ainda segundo o presidente do Sindsegnne, o encontro será um marco para o sindicato, que é o maior em abrangência territorial, com treze estados sob sua gestão, sendo eles Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas, Acre, Roraima, Amapá e Rondônia. “Estarmos inseridos nesse ambiente digital, proporcionando conteúdos de qualidade ao nosso ecossistema, é uma das nossas principais missões, visando fortalecer ainda mais a cultura do seguro no país”, ressalta.

Para assistir a live, basta acessar o canal do Sindsegnne no Youtube, inscrever-se e ativar as notificações para receber alertas sempre que um novo vídeo for publicado.

Seguro de Fiança Locatícia em alta no Brasil

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O mercado imobiliário tem registrado um aquecimento, apesar da pandemia. A venda e aluguel de imóveis usados, em junho, foi a maior dos últimos cinco meses, 10% superiores à média registrada em fevereiro, quando o país ainda não havia registrado casos de Covid-19. É o que aponta levantamento do Painel do Mercado Imobiliário (PMI). Este cenário também puxou um forte aumento na procura pelo Seguro de Fiança Locatícia, que vem crescendo em vendas ano a ano. No primeiro semestre de 2020, foram vendidos no Brasil mais de R$360 milhões em prêmios de seguro, superando em mais de 50% o que foi comercializado no mesmo período de 2019.

No Norte e Nordeste, foram vendidos R$8 milhões em prêmios do produto, um acréscimo de 25,5% em relação ao ano passado. “Este seguro substitui o fiador no caso de locações residenciais e comerciais, abrangendo a totalidade das obrigações do locatário”, explica Evandro Barroso, especialista em seguros e delegado do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne). Com a Fiança Locatícia, fica garantido o pagamento de indenização, ao segurado, dos prejuízos que venha a sofrer em decorrência da inadimplência do locatário em relação à locação do imóvel mencionado na apólice, respeitadas as disposições, as coberturas e os limites definidos em contrato.

“São várias as vantagens desta proteção. Para o inquilino, evita o constrangimento de pedir a familiares ou amigos que sejam seus fiadores e o desembolso imediato da caução, além de dar mais agilidade na aprovação do contrato; para o estipulante, confere segurança e comodidade nos processos de sinistro; e para o proprietário do imóvel, garante o recebimento dos alugueis e demais encargos (se contratados), mesmo que o inquilino esteja inadimplente”, afirma Barroso.

Algumas imobiliárias, inclusive, já estão trabalhando apenas com o seguro para garantia de recebimento de aluguel, dispensando opções como indicação de fiadores, extremamente burocrática, ou depósito de caução, já que nem sempre o inquilino terá o dinheiro equivalente a três meses de contrato para fazer o adiantamento. “Dispensa da análise de cadastro, que passa a ser feita pela seguradora; a possibilidade de assistência jurídica da seguradora, caso seja necessário, e a certeza do recebimento do aluguel garantindo a regularidade no recebimento da taxa de administração do imóvel são alguns dos benefícios que o seguro traz para as imobiliárias”, completa o delegado.

Para o inquilino, para além da independência e facilidade no pagamento parcelado, dependendo do serviço contratado, há ainda mais vantagens. Nas coberturas adicionais, gastos do imóvel, como água, luz, IPTU, condomínio, pintura e multas contratuais também podem estar cobertos pelo valor do seguro fiança. Também pode ser adicionada a assistência 24 horas, com serviços de chaveiro, reparos elétricos ou no sistema hidráulico, entre outras emergências.

Cresce seguro que protege executivos e diretores

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A crise econômica decorrente da pandemia de Covid-19 colocou os executivos como agentes de decisões difíceis, e muitas vezes arriscadas, para que as empresas continuassem existindo. A consciência dos riscos deste cenário fez crescer no Norte/Nordeste a procura pelo Seguro D&O, sigla para Directors and Officers Liability Insurance, uma modalidade de Seguro de Responsabilidade Civil Profissional que visa proteger o patrimônio de executivos – diretores, administradores, conselheiros e gerentes de empresas de pequeno, médio ou grande porte – contra prejuízos resultantes de processos judiciais e administrativos decorrentes de atos de sua gestão.

O D&O prevê cobertura para casos de reclamações de terceiros relacionadas a atos de gestão praticados pelos segurados no exercício de suas atribuições profissionais, garantindo os custos de processos e honorários advocatícios e também possíveis indenizações, limitadas aos valores contratados na apólice. “Esse tipo de seguro é coletivo, pago por pessoas jurídicas, empresas de capital aberto ou fechado, estatais, instituições financeiras, etc, que querem garantir a tranquilidade de seus executivos para que possam exercer suas funções sem colocar em risco o seu patrimônio pessoal”, afirma o diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), Anderson Peixoto

Segundo dados oficiais do setor, o produto gerou R$8,1 milhões em prêmios de janeiro a junho de 2020, nos treze estados geridos pelo Sindsegnne, sendo eles Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas, Acre, Roraima, Amapá e Rondônia, acumulando uma alta de 10,1% se comparado ao mesmo período do ano passado. Em Pernambuco, o crescimento foi ainda mais considerável: 117,1% nos seis primeiros meses de 2020.

Em via de entrar em vigor, LGPD impulsiona procura pelo Seguro de Riscos Digitais

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Ameaças como vazamento de dados e invasão de redes, além da eminência do início da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD, que possivelmente deve entrar em vigor em meados do próximo mês, têm feito crescer a procura pelo Seguro de Riscos Digitais, também chamado de Seguro Cibernético. De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), as seguradoras brasileiras já pagaram, apenas no primeiro semestre deste ano, quase R$ 12,9 milhões de sinistros neste tipo de serviço. Só em junho, foram arrecadados em prêmios pelo setor mais de R$4 milhões.

“Na prática, não restam mais dúvidas sobre a importância da contratação deste produto para empresas de pequeno a grande porte que utilizam a internet para armazenar e compartilhar dados sobre os indivíduos, realizar vendas, etc. Com a chegada efetiva da LGPD muito próxima, essa necessidade torna-se ainda maior”, afirma Leandro Vasco, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne).

Entre os danos cobertos pelo Seguro de Riscos Digitais estão custos de remediação (monitoramento de crédito, recuperação de dados, investigação do ataque, representação legal, notificações e relações públicas), extorsão cibernética, além de perdas por interrupção de negócios. “Também existem seguros que cobrem reclamações contra o segurado associadas a custos de defesa, como honorários advocatícios, honorários periciais, custas processuais, depósitos recursais, equipe de resposta à incidentes, indenizações em ações judiciais ou mediante acordo com anuência prévia da seguradora”, diz Vasco.

Para realizar a contratação de um Seguro Cibernético, a empresa interessada passar por uma criteriosa avaliação por parte da corretora de seguros. São avaliados pontos como os riscos e potenciais perdas da empresa em caso de ataques cibernéticos; como ela armazena e trata os dados de seus clientes; seu protocolo de segurança digital e as ações previstas em caso de interrupção de negócios. Após esse processo, a corretora busca no mercado a melhor cobertura para o perfil da empresa e calcula o valor das apólices.

LGPD – De modo geral, a Lei Geral de Proteção de Dados estabelece uma série de regras que empresas e outras organizações atuantes no país terão que seguir para permitir que o cidadão tenha mais controle sobre o tratamento que é dado às suas informações pessoais, prevendo, inclusive, punições rígidas para transgressões.

Lei garante segurança dos condomínios

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A lei de número 4.591 é antiga, datando de 1964, porém ainda pouco conhecida pela população e dificilmente entra na pauta das reuniões de condomínio. Nela, estabelece-se que “é obrigatório o seguro de toda edificação contra o risco de incêndio ou destruição, total ou parcial”. A obrigatoriedade vale para condomínios comerciais, residenciais e mistos, sejam eles verticais ou horizontais, e a contratação deve ser realizada, no máximo, em até 120 dias da concessão do Habite-se.

Segundo João Melo, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), o Seguro Condomínio possui uma cobertura básica, que é obrigatória e inclui danos causados por incêndio, raio e explosão, mas é possível contratar coberturas adicionais, de acordo com as particularidades do contratante. “O mercado dispõe de produtos que atendem às diversas necessidades de síndicos e administradoras. É possível contratar, por exemplo, cobertura de danos causados por queda de aeronaves, alagamentos e inundações, impacto de veículos, quebra de vidros, desastres naturais, danos elétricos, ações criminosas como roubo e furto de bens do condomínio ou dos moradores, entre outras”, explica.

Outra cobertura adicional que pode ser incluída no Seguro Condomínio é a da Responsabilidade Civil Empregador. Esta cobre danos pessoais (morte e invalidez permanente) sofridos por empregados quando em serviço. A cobertura é independente da indenização devida pelo Seguro Obrigatório de Acidentes do Trabalho. Por toda esta gama de coberturas adicionais que podem ser integradas ao Seguro Condomínio básico, antes da escolha e contratação, é necessário que seja feito um levantamento das necessidades do empreendimento junto a um corretor de seguros.

“Esta etapa é de extrema importância, pois tem o objetivo de estruturar uma apólice que cubra os principais riscos aos quais o condomínio está exposto”, completa o diretor. A despesa é considerada parte da manutenção do espaço e, no geral, é inserida no valor da taxa condominial, com custo rateado entre os condôminos. “A responsabilidade, porém, de contratar e renovar o seguro é do síndico. Em caso de não contratação ou perda dos prazos de renovação, o condomínio pode ser multado pela infração e ainda fica sob risco de acidentes”, completa Melo.

Segundo dados da Confederação Nacional de Seguros, o ramo de Seguro Condomínio arrecadou, nos cinco primeiros meses de 2020, mais de R$ 10 milhões com a venda do produto nos treze estados geridos pelo Sindsegnne, sendo eles Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas, Acre, Roraima, Amapá e Rondônia. 

RC Profissional – Além da responsabilidade de contratar e renovar o seguro obrigatório, o síndico também responde, inclusive judicialmente, por qualquer ação ou omissão que acarrete prejuízo ao condomínio ou a terceiros. Por isso, embora não esteja previsto na lei, muitos empreendimentos optam por contratar o Seguro de Responsabilidade Civil para o síndico. A proteção pode ser incluída na própria apólice do seguro obrigatório como um adicional.

Entre as principais coberturas que podem ser adicionadas estão os custos por erro ou omissão profissional, custos de defesa em caso de ação judicial, administrativa ou arbitral, danos morais, materiais e corporais, difamação, calúnia, injúria, extravio, roubo e furto de documentos, entre outras. Há ainda o seguro voltado especificamente para os síndicos profissionais, ou seja, que cuidam de diversos condomínios. Os produtos são parecidos, mas o RC Síndico pode englobar todos as edificações que o profissional administra.

Aposentadoria tranquila com a Previdência Privada

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Pensar em se aposentar pode parecer uma ideia distante para algumas pessoas, principalmente para as mais novas. Porém, por mais que seja difícil falar sobre o tema, o futuro certamente chegará, e aqueles que se prepararam previamente poderão curtir uma aposentadoria mais confortável, com segurança e independência financeira. É o caso de quem investiu em um plano de previdência privada, principalmente porque, diante de tantas incertezas em torno da Reforma da Previdência Social, depender do INSS pode não ser suficiente para garantir uma terceira idade tranquila.

Segundo o diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), Henrique Jenkins, a previdência privada é um investimento de longo prazo que traz diversas vantagens para o beneficiado. “Os planos têm uma vantagem tributária que é a isenção do chamado come-cotas. É a antecipação do imposto de renda sobre os ganhos acumulados pelos fundos de investimento. Diferente dos fundos multimercados e dos fundos de renda fixa, essa cobrança fica de fora das taxas da previdência privada”, explica.

Outro ponto relevante é a flexibilidade que o produto traz. É possível fazer a portabilidade de planos, de fundos e de seguradora sem ter que resgatar o valor ou pagar o IR para reaplicar o valor através das portabilidades. A mudança costuma ser interessante para conseguir taxas melhores e se adaptar a diferentes cenários econômicos sem comprometer a rentabilidade do investimento. “A previdência privada também garante uma liquidez totalmente facilitada, sendo possível contratar uma renda ou programar saques esporádicos, com a estratégia ficando por conta do contratante”, completa Jenkins.

Em caso de morte do beneficiário, o patrimônio acumulado é transferido sem burocracia para os herdeiros, sem entrar em inventário. Em alguns casos, há isenção de imposto de transferência de riqueza (ITCMD). A escolha e o percentual para cada beneficiário é livre, desde que respeitada a herança legítima. “A transferência pode ser executada sem a necessidade de advogados e acaba saindo de forma muito mais rápida”, diz o diretor.

Os planos de previdência atendem a todos os tipos de pessoas, das mais conservadoras às mais arrojadas. Isso ocorre porque eles usam aplicações em diferentes tipos de fundos e diferentes estratégias. Um dos planos é o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres), ideal para quem faz a declaração simplificada do IR ou é isento. Os recursos são investidos integralmente no FIF (Fundo de Investimento Financeiro). Nele, não há garantia mínima de rentabilidade, e sim o repasse de 100% do rendimento obtido.

Outro tipo de plano é PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livres). Ele permite deduzir as contribuições da base de cálculo do IR até o limite de 12% de renda bruta tributável anual do beneficiário, ou seja, tudo que ele ganhou no ano como seu salário, aluguéis, pensões, entre outros. Nele, o repasse também é de 100% do rendimento obtido.

“Ao decidir pela previdência privada, é necessário estudar e entender todos os detalhes dos planos ofertados pelo mercado. Cada um deles oferece taxas de administração diferentes e rentabilidades diversas, por isso é preciso entender bem antes de escolher o que mais se adequa ao seu perfil e necessidade. Por isso, para o cliente, consultar um corretor de seguros faz toda a diferença”, completa Henrique Jenkins.

Quarentena amplia procura por Seguro Residencial

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Com as mudanças causadas pela pandemia, a percepção da importância de outros produtos do ramo de seguros, para além do automotivo, tem tomado novas proporções. É o caso do Seguro Residencial, modalidade até então pouco procurada pelos consumidores, mas que vem ganhando força nos últimos meses em resposta à necessidade do isolamento social. Considerando os meses de março, abril e maio deste ano, a busca pela proteção teve alta de mais de 30% em comparação aos mesmos meses de 2019.

Antes da pandemia, os dados mostravam que apenas 14% das residências brasileiras eram seguradas. No Nordeste, esse número caia para 5%. “Em contrapartida, sabe-se que o Brasil é um dos países com maior incidência de raios, que pode causar danos à rede elétrica e, consequentemente, aos eletrodomésticos. Também temos visto, constantemente, casos de incêndios em residências, causados por vazamento de gás, sobrecargas de energia ou até mesmo explosão de uma panela de pressão, por exemplo”, explica Carlos Wendell, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne).

Segundo o executivo, a grande maioria dos danos comuns em casas e apartamentos seriam facilmente sanados caso o dono do imóvel ou inquilino tivesse contratado um Seguro Residencial. “Ainda existe, porém, uma errada percepção por parte da população de que este produto pode ser caro e não caber no orçamento das famílias brasileiras”, afirma Wendell. Porém, com boa parte das pessoas trabalhando em home office durante a quarentena, aparece a necessidade de ter o apoio em serviços emergenciais, para poder contar com auxílio profissional em problemas domésticos corriqueiros.

“Muita gente percebeu que, em grande parte das vezes, o valor total do Seguro Residencial custa quase o mesmo, ou até menos, do que chamar uma única vez o chaveiro, por exemplo, pois a média cobrada pelo serviço com uma empresa terceirizada de assistência é de R$ 50 a R$ 160 por atendimento. Já a contratação de um Seguro Residencial, a depender do tipo de habitação, localização, coberturas e serviços optantes, pode custar em torno de R$ 300 por uma vigência anual, com possibilidade de parcelamento. Ou seja, custa menos de R$ 1 por dia”, explica o diretor, frisando que, além do custo-benefício, o cliente tem ainda a segurança da indicação de um prestador de serviço com a garantia de ter uma companhia de seguros séria por trás.

A flexibilização da cobertura, de acordo com perfil do contratante, é outro diferencial do Seguro Residencial. Além de possibilitar a realização de serviços emergenciais, como eletricista, encanador, chaveiro, reparos de linha branca (geladeira, fogão, máquina de lavar roupa e outros) e linha marrom (televisores, aparelhos de áudio e vídeo, etc), existem proteções adicionais como o Seguro de Responsabilidade Civil, que tem por finalidade garantir a indenização ao segurado por danos, não intencionais, corporais e/ou materiais causados a terceiros, cobertura de serviços pet e Help Desk, para suporte e manutenção remota de equipamentos de informática.

Segundo Carlos Wendell, as possibilidades de assistência de um Seguro Residencial são inúmeras. O indicado é que a pessoa interessada consulte um corretor de seguros para identificar qual produto mais se adequa ao seu perfil, tipo de residência, estilo de vida, etc. “O brasileiro têm a cultura de proteger, primeiramente, o carro, mas esquece da importância de proteger o lar, que possui um valor mais alto, até, do que o de um veículo. E principalmente agora, nossa casa tem sido refúgio, escritório, escola das crianças, espaço de exercício físico e meditação, área de lazer… Ou seja, é onde estamos passando mais tempo. O Seguro Residencial se encaixa perfeitamente como um elemento que reduz o risco e traz no seu bojo toda proteção necessária para enfrentar os infortúnios do dia a dia”, finaliza.

Setor de seguros se mantém resiliente na crise buscando a inovação

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A história recente da humanidade não tem registro de uma situação como esta pela qual estamos passando com a pandemia do coronavírus, que tem se mostrado um enorme desafio para todas as formas de organização política, social e econômica. No entanto, acredito que qualquer crise também pode ser um momento de buscar oportunidades. Na área de seguros, novos produtos devem surgir a partir de novas necessidades.

Dados atuais mostram que as seguradoras e os parceiros corretores têm demonstrado resiliência mesmo em um período de dificuldades. O faturamento do mercado de seguros brasileiro totalizou R$ 81 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, revelando alta de 4,9% em comparação ao mesmo período do ano passado, fato que reitera a solidez do nosso segmento, mas que também precisou se reinventar do dia para a noite, assim como a grande maioria da população mundial.

Adentramos no regime de home office sem impactos na nossa eficiência operacional, de forma rápida e certeira. Implementamos diversas ações específicas a esse momento de pandemia, em total apoio aos corretores e segurados, visando a continuidade dos seus negócios. Uma clara demonstração do quanto somos resilientes e adaptáveis. Tenho a certeza de que podemos suportar essa crise e mais: já estamos plenamente inseridos no contexto de transformação digital que é um dos desafios propostos por esse “novo normal”.

Claro que ainda estamos ajustando alguns pontos e um deles se refere ao fato de que precisamos revisar e reescrever nossos planejamentos. Mas, no cômputo geral, essa ressignificação nas nossas atuações foi exitosa. Passamos a entender e navegar melhor no ambiente virtual, através das diversas ferramentas que já estavam à disposição e que, por vezes, não as usávamos com tanta frequência. O fator presencial foi substituído pelo virtual, demonstrando que a tecnologia pode ser uma aliada importante na continuidade dos nossos projetos, porém sem deixar de lado a essencialidade das relações humanas.

Outra análise que posso trazer é que nosso segmento já estava passando por diversas mudanças há alguns anos, quer seja por conta de novas gerações estarem adentrando no mercado de consumo com comportamentos e necessidades diferentes, mas também pela busca de customização e personalização dos nossos serviços e produtos. A pandemia só acelerou esses processos, expondo a necessidade de sermos mais criativos e inovadores.

Quem se propor a revisitar seu mindset, estudar o comportamento do consumidor, buscar a capacitação, entender os movimentos de mercado e quebrar diversos paradigmas estabelecidos anteriormente, sairá na frente. É preciso ter capacidade rápida de adaptação nessa transformação. Precisamos protagonizar a evolução, auxiliando nosso mercado a se manter resiliente.

Não conheço outro caminho que não passe por muito trabalho e união de todos os agentes: seguradores, corretores, assessorias e prestadores. Achatar a curva do vírus é uma responsabilidade nossa, tendo todos os cuidados recomendados pelos órgãos de saúde. Não achatar a curva do nosso negócio também é nossa responsabilidade e dependerá muito da nossa atuação, do nosso protagonismo e engajamento de todos nessa causa.

Ronaldo Dalcin

Presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne)

Quarentena liga o alerta para a importância do Seguro de Riscos Digitais

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O isolamento social aumentou significativamente os acessos remotos e os riscos cibernéticos preocupam muito os empresários. Com tantas comunicações pessoais e de trabalho, além de compras e movimentações financeiras realizadas, em sua maioria, por meio de computadores e smartphones, as portas ficam cada vez mais abertas para os ataques de hackers, o que tem impactado na procura pelo Seguro de Riscos Digitais. 

“Esta proteção já estava sendo visada por muitas empresas por causa da Lei Geral de Proteção de Dados (13709/18, conhecida como LPGD), que entraria em vigor em agosto deste ano. Mas, está sendo discutido no congresso o adiamento da sua vigência para o próximo ano, visto que, em função de medidas contingenciais da Covid-19, as empresas podem não ter condições de se adequar à lei em tempo hábil”, explica Leandro Vasco, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne). 

Segundo o executivo, nesse contexto, o Seguro de Riscos Digitais vai além da LGPD, cobrindo reclamações associadas ao não cumprimento da lei (como o vazamento de dados de terceiros), mas também danos às empresas causados por ataques cibernéticos. “A proteção é dirigida às organizações (pequenas, médias e grandes) que utilizam a internet para armazenar e compartilhar dados sobre os indivíduos,  realizar vendas, etc”, afirma.

Entre os danos à empresa cobertos pelo Seguro de Riscos Digitais estão custos de remediação (monitoramento de crédito, recuperação de dados, periciais, representação legal, notificações e relações públicas), extorsão cibernética, além de perdas por interrupção de negócios. Também existem seguros que cobrem reclamações contra o segurado associadas a custos de defesa (honorários advocatícios, honorários periciais, custas processuais, depósitos recursais), equipe de resposta à incidentes, indenizações em ações judiciais ou mediante acordo com anuência prévia da seguradora.

“É sempre recomendado que o interessado em contratar um seguro entre em contato com um corretor de seguros para conhecer as opções disponíveis no mercado e as que mais se adaptam ao seu perfil e necessidade”, finaliza Vasco.

Sindsegnne realiza primeira eleição direta para delegados

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O Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) realizou, pela primeira vez, uma votação direta para eleição dos delegados regionais que irão representar as ações da instituição, que tem sede em Pernambuco, em outros 12 estados sob sua gestão. Os eleitos são integrantes de seguradoras associadas ao Sindsegnne e têm agora a missão de disseminar a cultura do seguro em suas praças.

“A nova diretoria definiu que o melhor formato para escolha dos delegados seria a eleição direta, mais democrática. Os interessados em concorrer ao cargo voluntário se candidataram e a votação foi feita virtualmente em cada um dos estados representados pela entidade”, afirma Ronaldo Dalcin, presidente do Sindsegnne.

Quem assume a representação nos estados do Amazonas, Roraima, Rondônia e Acre é o delegado Marcelo Bessa. Evandro Barroso foi eleito o responsável por Pará e Amapá. No Maranhão, Carlos Eduardo Mendes Dutra; no Piauí, Edmar Travassos; e no Ceará, Marcelo Costa, são os representantes do Sindicato. O delegado Jorge Fagundes assumiu a representação no Rio Grande do Norte, Luciana Bezerra a da Paraíba e Fagner Risso a de Alagoas. 

“Somos gratos a todos os delegados que foram parceiros do Sindsegnne nas gestões anteriores e saudamos os novos representantes, com a certeza de que faremos, juntos, um excelente trabalho visando o fortalecimento do mercado de seguros em todo o território do Norte e Nordeste”, finaliza Dalcin.

Pandemia: residências, empresas e canteiros de obras fechados exigem cuidados

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Seguindo as determinações dos órgãos mundiais de saúde, diante da pandemia do novo coronavírus, muitas propriedades, empresas e canteiros de obras, tiveram as atividades reduzidas ou até mesmo paradas. Neste cenário, a exposição a alguns riscos e a possíveis perdas aumenta, uma vez que a situação deixa os espaços vulneráveis tanto para ataques criminosos, como roubos ou vandalismo, quanto para acidentes, uma vez que os locais estão sem movimentação e supervisão constantes. 

Para evitar dores de cabeça e perdas financeiras, algumas medidas preventivas podem contribuir na preservação de bens durante o período da pandemia e isolamento social. Segundo Leandro Vasco, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), nestes ambientes é indicado reduzir a quantidade de materiais combustíveis no interior das edificações. Quando isso não for possível, deve-se garantir um distanciamento seguro entre os equipamentos elétricos e os materiais combustíveis. 

“É indicado armazenar os líquidos combustíveis e inflamáveis em áreas adequadas. Garantir que todos os sistemas de ventilação e exaustão essenciais estejam em condições de operação, além de inspecionar, testar e manter todos os sistemas de proteção contra incêndios e alagamentos em pleno funcionamento”, explica. Também é importante instalar dispositivos confiáveis, como cadeados, correntes ou trancas e manter operantes todos os sistemas de segurança presentes no local. 

“Aconselhamos remover temporariamente materiais e equipamentos de alto valor agregado para uma área segura”, completa Leandro Vasco, adicionando que se deve, quando possível, inspecionar as instalações para garantir que tudo está em ordem. Já os canteiros de obras que estão paralisados neste período, também precisam de atenção. Nesse contexto, roubos de materiais, acidentes e problemas com água podem acontecer. Avise ao seu corretor sobre a paralisação da obra.

“É muito importante verificar se o local ao entorno da obra, como cercas, muros e qualquer fechamento, encontra-se em bom estado de conservação e seguro. Qualquer escavação realizada no local precisa estar protegida e sinalizada para evitar quedas, caso alguma pessoa acesse a obra. Se a paralisação se prolongar, o indicado é cobrir ou preencher a abertura”, explica o diretor do Sindsegnne. 

Inspeções regulares precisam ser conduzidas nos andaimes e demais estruturas, especialmente após condições severas de chuvas ou vendavais. Os materiais perecíveis, sensíveis ao clima ou inflamáveis devem ser armazenados em um local protegido. Todas as chaves devem ser removidas e máquinas e equipamentos pesados devem ser imobilizados.

Em todos os casos, seja em empresas e canteiros de obras, os proprietários devem ter os contatos de sua seguradora e corretor de seguros sempre atualizados, caso algum sinistro aconteça.

Cresce procura por Seguro de Vida no Brasil

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Desde que a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou, em março, o estado de pandemia em razão da disseminação global do novo coronavírus, tem sido percebido um aumento considerável na procura por Seguros de Vida no Brasil. De acordo com o Google, a pesquisa por mais informações sobre o produto cresceu em 20% nos últimos meses. Corretores e seguradoras também têm relatado incremento na procura. No contato para contratar o seguro, a maioria das pessoas cita a Covid-19 como motivo para buscar a proteção. 

“Este é um movimento natural diante de uma situação tão crítica e inédita. As pessoas estão em busca de soluções que possam protegê-las, assim como às suas famílias, em adversidades como doença, invalidez ou morte”, explica Antônio Edmir Ribeiro, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne). Segundo o executivo, mesmo diante da cláusula que excluía uma possível pandemia da cobertura dos Seguros de Vida, houve um movimento espontâneo e rápido por grande parte das seguradoras brasileiras, que retiraram a exclusão dos seus contratos. 

“Com a mudança, aqueles que já tinham Seguro de Vida passaram a ter a cobertura. Já as novas contratações estão obedecendo carências pré-determinadas para situações desse tipo. O interessante é que as seguradoras brasileiras contam com um portfólio completo de produtos de Seguro de Vida, com características que atendem aos mais variados perfis de público”, conta Antônio Edmir. 

Entre as opções, estão apólices individuais, com coberturas complementares dentro do mesmo contrato; seguros resgatáveis, com acúmulo de reserva financeira e resgate ao final de um período pré-estabelecido; seguros coletivos, que estão sendo muito buscados pelas empresas a fim de proteger seus funcionários e oferecer um benefício atraente; e ainda a cobertura de Seguro Educacional, que está inserido dentro do escopo do Seguro de Vida e garante a continuidade dos estudos, desde a educação básica ao nível superior, em casos de perda financeira do aluno ou responsável financeiro. 

Com o novo coronavírus coberto pelo Seguro de Vida, os beneficiários passam a ter direito à indenização por morte em decorrência da Covid-19. No caso da assistência funeral, a cobertura inclui preparação do corpo e velório, cremação ou enterro, seguindo as recomendações das autoridades de saúde, por conta do alto risco de contágio da doença. “Para quem vai  adquirir o produto, o indicado é consultar as condições e planos com o corretor e entender qual solução melhor se adequa ao seu perfil e necessidade. É importante também  verificar as carências do produto, que podem variar de solução para solução”, finaliza o diretor.

Ação social do Sindsegnne beneficia instituições do Norte e Nordeste

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Diante da pandemia, são muitas as pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade social e econômica, faltando-lhes o básico. Comovido com este cenário e compromissado com seu viés solidário, o Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) realizou uma grande campanha de doações que beneficiou 12 instituições de acolhimento e ações sociais em diversos estados.

Alimentos, material de limpeza e produtos de higiene pessoal estavam entre os itens doados aos projetos, escolhidos criteriosamente pelos delegados regionais que representam o Sindsegnne em cada estado do Norte e Nordeste. Em Pernambuco, foram escolhidas para receber as doações a Associação Amigos do Nordeste e o projeto Anjos da Noite, que juntos distribuíram alimentos para pessoas em situação de rua na capital.

Em Belém, no Pará, o Abrigo São Vicente de Paulo, gerido pela Associação Senhoras da Caridade, foi o beneficiado, recebendo cestas básicas e material de higiene para os cuidados com as idosas acolhidas no espaço. O mesmo recebeu o Lar Espírita da Terceira Idade André Luiz, em Porto Velho. Desde 1998, a instituição abriga idosos desamparados na capital rondoniense.

No Ceará, a Associação Anjo Rafael, que trabalha para ajudar crianças em situação de vulnerabilidade em Fortaleza, foi a escolhida pelo delegado local para receber os donativos. Em Cabedelo, na Paraíba, foram entregues alimentos para o I.E.M Unidos Brás e em São Luís, no Maranhão, o beneficiado foi o Centro Comunitário do Radional e Adjacências. Já em Natal, no Rio Grande do Norte, a Casa Durval Paiva, instituição que há 23 anos atende crianças e adolescentes com câncer e doenças hematológicas crônicas e seus familiares durante e após o tratamento, recebeu as doações do Sindsegnne.

O projeto Desafio Jovem de Manaus, que desde 1981 desenvolve um trabalho voltado à prevenção, recuperação e reinserção social de jovens e adultos, dependentes químicos em álcool e outras drogas na capital do Amazonas, a Associação Casa Padre Luiz Brusadelli, em Santana, município do Amapá, o Lar Francisco de Assis,  em Maceió, Alagoas, e a Fundação Abrigo São Lucas, em Teresina, no Piauí, também foram beneficiadas. Todas as instituições escolhidas não têm fins lucrativos e atuam unicamente através de donativos e voluntariado. 

“Essas ações espelham a missão social e filosofia solidária que nosso segmento apresenta. Diante disso, nosso Sindicato reafirma seu compromisso com a comunidade e agradece todos os delegados e entidades beneficentes que se engajaram nessas causas”, afirma o presidente do Sindsegnne, Ronaldo Dalcin.

Palavra de Presidente

A pandemia do novo coronavírus está provocando mudanças na sociedade e na forma como nos relacionamos com o mundo. Ainda que seja cedo para saber como viveremos quando a crise passar, é possível vislumbrar algumas transformações e desafios para o setor de seguros. Visando construir uma visão global sobre o que nos espera no pós-pandemia, o SindsegNNE realizou uma sondagem com os presidentes das seguradoras associadas Excelsior Seguros, Liberty Seguros, Sompo Seguros, SulAmérica, MAG Seguros, Tokio Marine, Icatu Seguros, Mapfre Seguros, HDI Seguros e Porto Seguro. Confira a seguir:

ANDERSON PEIXOTO
DIRETOR EXECUTIVO DA EXCELSIOR SEGUROS

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
Que o funcionamento de uma companhia não pode, nem precisa ficar restrito às dependências físicas da mesma.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
Uma aceleração na contratação digital, a criação de tipos de seguro on demand e a exigência de uma relação mais forte e de parceria com o  cliente.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar? ​
O seguro tem uma função social, é uma contrapartida às incertezas, tem como meta restabelecer a vida econômica do segurado. Em momentos como esse, vejo as seguradoras honrando seu papel, não só no pagamento dos sinistros, mas educando, orientando, dando condições para que a vida siga, e logo reencontremos nosso passo.
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CARLOS MAGNARELLI
PRESIDENTE DA LIBERTY SEGUROS

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
A importância e a diferença que faz nos movimentarmos com agilidade e humanidade. Colocar as pessoas em primeiro lugar é um valor muito importante e marcante na cultura da Liberty e isso foi essencial neste período. Priorizamos o bem-estar e a segurança de nossos colaboradores, corretores e prestadores de serviços, adotando medidas como home office e treinamentos online para corretores, além da flexibilização de processos, pagamentos, entre outros benefícios para manter as vendas dos corretores.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
Pensando no futuro e nos possíveis rumos que o segmento de seguros pode tomar, a Liberty acredita que três temáticas irão permear o mercado: A primeira delas é a digitalização, que há anos tem sido tema de discussão em relação às mudanças nas preferências de formato de consumo. A segunda frente é a inovação, pois empresas de todos os setores precisam se desafiar a criar produtos e serviços inovadores que atendam às necessidades dos clientes. Por último, será preciso estar mais atento às pessoas e ao meio ambiente, uma vez que os consumidores estão têm buscado por companhias que reconheçam sua responsabilidade com a sociedade.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
Sabemos que é um momento difícil e a Liberty tem consciência de que as seguradoras têm um papel muito importante nesse cenário. Corretores e parceiros, contem conosco, busquem nossos treinamentos online, fiquem atentos às novidades e mudanças que preparamos para que todos possam passar por esse momento da melhor forma.
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FRANCISCO CAIUBY VIDIGAL FILHO
PRESIDENTE DA SOMPO SEGUROS

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
O mercado de seguros brasileiro evoluiu enfrentando cenários bastante difíceis ao longo das décadas. Os agentes do nosso mercado adotaram uma postura singular, que tem feito a sociedade brasileira perceber a relevância do seguro para a sociedade. Atendemos às exigências de isolamento social, ao mesmo tempo em que recorremos aos diferentes recursos tecnológicos para garantir que os segurados continuassem a contar com um atendimento eficiente.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
Depois que tudo passar, teremos novos padrões de comportamento da sociedade, que vão ditar as formas das pessoas se relacionarem, o consumo, o trabalho e, claro, os negócios. Eu estimo que o que vem por aí é um padrão “híbrido”, em que o digital vai estar muito mais presente nos relacionamentos e nos negócios. Devemos ter mais serviços atrelados aos produtos de seguros, além de uma maior percepção da necessidade de contar com produtos para garantir a tranquilidade financeira.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
Assim como há poucos anos não havia um seguro específico para riscos cibernéticos, também existe a possibilidade de que as mudanças de hábitos e comportamento tragam consigo novas oportunidades de produtos, com coberturas específicas ajustadas a essas mudanças. Estamos construindo novas perspectivas de atuação para que a sociedade continue produzindo ao passo que as questões de saúde possam ser resolvidas com o menor impacto possível para as famílias brasileiras.
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GABRIEL PORTELLA
PRESIDENTE DO SULAMÉRICA

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
Acredito que a união e a solidariedade têm sido essenciais no enfrentamento desta crise de saúde pública. Esse tem sido um norte importante para a SulAmérica. Nossas primeiras medidas foram focadas na segurança das pessoas: 100% da nossa força de trabalho em home office, fechamento de unidades físicas e revisão de processos com uso de ferramental digital, oferta ilimitada de nossos serviços de telemedicina (Saúde na Tela) para nossos beneficiários, entre outros. Certamente muitas das nossas medidas serão mantidas.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
Ainda não é possível mensurar todos os impactos advindos desta crise, no entanto, acreditamos no enorme potencial do mercado de seguros e também na solidez da operação da SulAmérica. Nós, empresas e profissionais do mercado segurador, temos um papel extremamente relevante na sociedade, que é oferecer segurança e proteção, e acredito que haverá uma tendência de valorização dos produtos de seguros e de um comportamento de prevenção. Além disso, o mercado segurador mostrará resiliência e se reinventará, tornando-se ainda mais digital e consultivo.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
Este é um momento para cuidarmos de nós mesmos e de nossas famílias, com paciência, calma e perspectivas de um futuro positivo. A pandemia vai passar e dias melhores virão.
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HELDER MOLINA
PRESIDENTE DA MAG SEGUROS

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
As pessoas estão despertando cada vez mais sobre a importância de contar com um planejamento financeiro para os riscos sociais aos quais cada um de nós está exposto. A situação em que estamos vivendo hoje trouxe a discussão sobre a importância da proteção. Acredito que vamos ter uma mudança de comportamento da população de uma sociedade que não se preocupa com o futuro para uma sociedade previdente.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
A palavra proteção nunca teve tão em voga. Isto certamente está impactando o mercado de seguro de vida e potencializará este ramo durante e pós-pandemia. Aqui na MAG Seguros, projetamos manter o crescimento de dois dígitos em 2020, resultado que tem sido nossa realidade nos últimos dez anos.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
O mercado de seguro tem um duplo papel econômico. O primeiro deles é o suporte financeiro para as famílias. Isso reflete não apenas no poder de compra destas pessoas, mas, principalmente, na manutenção e na subsistência de inúmeras famílias. Neste contexto, sem dúvida alguma, o mercado de seguro de vida é um grande aliado a esta nova cultura e terá pela frente muitas oportunidades de crescimento.
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JOSÉ ADALBERTO FERRARA
PRESIDENTE DA TOKIO MARINE

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou? 
O primeiro deles é que, sem dúvida, a função social do seguro, de proteger a vida e o patrimônio de pessoas e empresas, ficou ainda mais evidente. O segundo foi perceber o quão atualizada tecnologicamente está a nossa indústria, mostrando a pujança do seguro em suporte ao crescimento do nosso País. Em tempo recorde, colocamos praticamente todos os nossos colaboradores em home office, disponibilizando integralmente os canais digitais e permitindo que os corretores continuem prestando serviços de excelência.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
A forma como trabalhamos vai se sustentar cada vez mais na tecnologia, e veremos mudanças irreversíveis em nossas estratégias, prioridades e comunicação. Graças a todas as ferramentas e facilidades tecnológicas que as seguradoras têm disponibilizado aos corretores, como a plataforma Broktertech, da Tokio Marine, os conceitos de espaço e limite territorial de prospecção de negócios deixam de existir.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?|
Tenho plena confiança de que sairemos dessa situação mais fortalecidos. Esta crise vai passar, e eu posso garantir que a Tokio Marine continuará oferecendo ferramentas que aumentem a capilaridade da atuação de corretores e assessorias, além de soluções de excelência que protejam a vida e o patrimônio das pessoas e empresas.
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LUCIANO SNEL  
PRESIDENTE DA ICATU SEGUROS

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
Hoje temos a convicção do quanto nossa transformação digital e os investimentos realizados em tecnologia ao longo dos anos permitiram que pudéssemos seguir firmes em nossas atividades, com equipes trabalhando remotamente e mantendo 100% a prestação dos serviços. Neste cenário, onde as pessoas estão naturalmente mais preocupadas com sua proteção e a de sua família, tem sido fundamental manter todas as entregas com a mesma qualidade.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
Ainda é cedo para traçar cenários, mas já é possível enxergar a busca por proteção com um sentido ainda mais amplo. Na Icatu, a pandemia fortaleceu a importância do nosso propósito, que é garantir que pessoas e famílias estejam financeiramente protegidas e assistidas em todas as fases de suas vidas, sobretudo nos momentos mais difíceis.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
Estamos vivendo dias intensos, mas sempre cuidando do que mais importa: pessoas. As que acreditam em nós para a realização do seu sonho futuro e as que acreditam e precisam de nós no presente.
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LUIS GUTIÉRREZ
PRESIDENTE DA MAPFRE

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
Que precisamos sempre estar prontos para mudanças e adaptações. Além disso, a pandemia está sendo um grande acelerador de futuros. Vimos o trabalho remoto se tornar realidade para 100% da companhia em menos de uma semana. Com isso aprendemos que é possível fazer diferente, que podemos repensar nossos padrões antigos. Este novo cenário também trouxe novas necessidades do consumidor, que precisaram ser pensadas de forma muito mais ágil pelo mercado segurador.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
Temos a expectativa de dar continuidade à operação e na manutenção de carteiras, acompanhando e apoiando nossos corretores e parceiros, e, sobretudo, seguir prestando um serviço de alta qualidade, transmitindo total segurança aos nossos clientes. Um estudo promovido pela MAPFRE Economics, o Panorama Econômico e Setorial, mostrou que o Brasil seguirá a tendência mundial de queda no PIB entre – 2,7% a – 9,9%. No entanto, nossos estudos também mostram que há bastante espaço de crescimento do mercado segurador brasileiro, uma vez que o país ainda não alcançou sua maturidade, como nos Estados Unidos e Europa.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
Essa crise irá passar, apesar de todas as dificuldades enfrentadas. Esse momento deixou claro a importância de termos mais empatia, cuidado com o próximo e agirmos juntos como sociedade. Unidos, conseguiremos superar esse momento de maneira eficaz e dar mais relevância ao papel social das soluções desenvolvidas pelo mercado segurador.
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MURILO RIEDEL
PRESIDENTE DA HDI SEGUROS

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
A importância de estarmos preparados e antever situações. É claro que não poderíamos imaginar que uma pandemia estava por vir, mas, na HDI, nos últimos anos, temos trabalhado intensamente em digitalização de processos e inovações que vão além da formulação de produtos. Entre diversos benefícios, nos foi proporcionada uma mudança para o home office extremamente rápida e eficiente, com o funcionamento permanecendo nos mesmos níveis de produtividade.

2. A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
A ampliação do uso dos canais digitais por clientes e corretores é algo que vai ficar, sem dúvida. Nossa experiência na HDI mostrou isso: somente na primeira semana de maior contenção da população no Brasil, os acionamentos via WhatsApp dos chamados de assistência triplicaram, e os avisos digitais de sinistros ultrapassaram 60% do total.  

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
Esse momento reforçou um pilar muito importante para a HDI: o humano. Tomamos todas as medidas de segurança, cuidamos de nossas equipes e reforço do nosso apoio a clientes e corretores, além de doações para hospitais e equipes médicas. A mensagem que quero deixar, então, é para que cuidem de si e de suas famílias, ajudando também o próximo. Temos ao nosso alcance tecnologias bastante eficientes para realizarmos nossos trabalhos remotamente. O mercado segurador é resiliente e os corretores de seguros são essenciais nesse contexto.
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ROBERTO SANTOS
PRESIDENTE DA PORTO SEGURO

1. Quais ensinamentos essa pandemia nos proporcionou?
O cenário de distanciamento social forçou as pessoas e as empresas a se reinventaram, como na construção de novos planos, sem perder a essência dos objetivos e das estratégias. Identificamos a necessidade de proteger as pessoas, e colocamos em prática um plano de home office integral para 95% da companhia. Conseguimos embarcar a tecnologia para que a operação funcionasse exatamente da mesma maneira, além de criarmos um Comitê de Crise que atua como o ponto focal de nossa comunicação.

2.  A partir do estabelecimento do “novo normal”, o que podemos esperar em termos de perspectivas futuras para o segmento de seguros?
Os negócios de seguros e serviços apresentam maior resiliência e as pessoas tendem a manter a proteção em tempos de incerteza, mas a questão econômica deve afetar o poder de compra da classe média, especialmente em bens duráveis, que são afetados pela dinâmica mais restritiva do mercado de crédito. Devemos acelerar o desenho e lançamento de novos produtos e coberturas, de forma a garantir que a Porto Seguro se adapte às necessidades e possibilidades dos diferentes segmentos da sociedade.

3. Diante deste cenário, qual mensagem positiva você poderia nos deixar?
Ainda estamos nos reinventando a fim de buscar alternativas para o contato, o trabalho e novos caminhos que virão. Precisamos ser fortes e construir novas pontes com base na solidariedade e no amor, através da união das pessoas, poder público e privado e estado.

Sindsegnne tem nova diretoria

Imagem: Pixabay

O Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) tem uma nova diretoria que estará atuando deste ano até 2022. À frente da presidência está o executivo Ronaldo Dalcin, superintendente Comercial Varejo Nordeste da Tokio Marine, com mais de 20 anos de atuação na área. Fortalecer ainda mais a cultura do seguro na região e difundi-la amplamente em todos os segmentos da sociedade estão entre os objetivos da nova gestão.

“O ecossistema de seguros tem observado grandes mudanças e novas gerações estão adentrando nosso mercado, com variados perfis de consumo”, analisa Dalcin, completando que o setor tem observado aumento na procura nos últimos meses por causa da pandemia do coronavírus, principalmente para os seguros de saúde, de vida e também para os seguros contra riscos cibernéticos, já que muitas empresas precisaram se adaptar rapidamente ao teletrabalho e às novas ferramentas tecnológicas.

Com sede no Recife, o Sindsegnne atua nos estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas, Acre, Roraima, Amapá e Rondônia.