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O impacto das taxas de juros entre o Brasil e Estados Unidos na venda do Seguro de Vida

A primeira “Super Quarta” de 2024 aconteceu no último dia 31 de janeiro. Este dia importante para o mercado financeiro é marcado pela divulgação das taxas de juros do Brasil e Estados Unidos pelo Banco Central do Brasil (Bacen) e o Fed (Banco Central Norte-Americano). A taxa básica de juros da economia (Selic) causa impacto na economia do País e, consequentemente, na vida das pessoas. Esse reflexo abrange também o mercado de seguros, irradiando, inclusive, na venda do seguro de vida.  Em entrevista ao CQCS, o Diretor Comercial e de Marketing da MAG Seguros, Nuno David, destacou que o panorama atual confirma a perspectiva de que o mercado de Seguro de Vida está destinado a se expandir. “Embora o ritmo seja mais lento em comparação com outras economias globais, o caminho é de um crescimento sustentável. Essa tendência valida nossa compreensão de que, mais do que uma simples resposta a flutuações de taxas de juros, o mercado de seguros prospera em consonância com o avanço socioeconômico do país.”, disse.As taxas de juros no Brasil em comparação com as dos Estados Unidos também impactam os custos dos seguros de vida para os consumidores. “A queda da taxa de juros, ao impulsionar a economia, desencadeia um ciclo positivo e estimula o avanço da classe média brasileira, um fenômeno contínuo desde o plano real. Esse crescimento favorece a ascensão de milhões de pessoas, impulsionando uma busca virtuosa por proteção financeira para atender necessidades básicas. Este movimento não se limita à busca por moradia, alimentação e lazer, mas se estende à preservação das conquistas alcançadas para as famílias.”, detalha.Por fim, o executivo complementou abordando sobre como as taxas de juros podem afetar a capacidade dos corretores de seguros de oferecerem soluções personalizadas para atender às necessidades financeiras dos clientes. “A redução ou aumento das taxas de juros geram uma expectativa de alta, ou diminuição no consumo das famílias e no investimento das empresas, influenciando nas demandas por seguro e os corretores podem aproveitar essa oportunidade.”, finalizou.

(Fonte: CQCS)

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