Sindsegnne

Seguro Social contra Catástrofe é apresentado em Encontro Setorial em Manaus 

Evento reuniu corretores, securitários e profissionais de seguros em geral


A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e o Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) promoveram, no dia 06 de junho, em Manaus, um Encontro Setorial com lideranças do mercado segurador do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima. Na ocasião, foi apresentada a proposta de criação do Seguro Social contra Catástrofe, em análise pelo Governo Federal.

Nos últimos anos, a sociedade tem lidado com o aumento da frequência e da gravidade dos eventos climáticos deixando um rastro de destruição com deslizamentos de terra, desmoronamentos de casas, enchentes, milhares de desabrigados e vítimas fatais. A luz dos acontecimentos como o ocorrido no Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Bahia e em outros estados brasileiros, a Confederação tem reforçado a importância de um seguro social para auxiliar as famílias. 

Seguro Social contra Catástrofe prevê a indenização emergencial de R$15 mil por moradia, além de R$5 mil em caso de falecimento, pagos via Pix logo após a decretação do estado de calamidade pelas autoridades competentes. A proposta seria subsidiada por cobrança de R$3 por mês na conta de energia elétrica. As pessoas registradas no CadÚnico estariam isentas, mas também teriam direito as mesmas coberturas. 

Para se ter uma ideia, nos últimos 10 anos, segundo dados da Confederação Nacional de Municípios (CNM), mais de 90% dos municípios brasileiros foram afetados por algum incidente climático. O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, alertou que a sociedade precisa utilizar esses momentos para refletir sobre como vai lidar com esses fenômenos. “A cada ano teremos mais e mais estados afetados pelas mudanças climáticas, então precisamos criar sistemas de proteção das pessoas que estão expostas a eles, que, em sua maioria, são aquelas que estão na condição mais vulnerável que tem menos condição de, individualmente, se organizar. A nossa proposta é oferecer um amparo preliminar e eficiente para as vítimas até que a Defesa Civil chegue ao local”, explicou o executivo.

@RELLSANTOSOFICIAL

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